segunda-feira, 31 de maio de 2010

Colocou Nero Roma a arder? Falso!


Não foi ele o causador do incêndio. Nero não teve culpa. Ele estava noutra cidade e ao saber do incêndio regressou imediatamente a Roma para ajudar a apagar o fogo.
O grande incêndio de Roma teve início na noite de 18 de Julho, no ano 64 d.C., no núcleo comercial da antiga cidade de Roma, em volta do Circo Máximo.

O fogo alastrou-se rapidamente pelas áreas mais densamente povoadas da cidade, com as suas ruelas sinuosas. O fato de a maioria dos romanos viverem em insulae, edifícios altamente inflamáveis devido à sua estrutura de madeira, de três, quatro ou cinco andares, ajudou à propagação do incêndio.

Nestas condições, o incêndio prolongou-se por seis dias seguidos até que pudesse ser controlado. Mas por pouco tempo, já que houve focos de reacendimento que fizeram o incêndio durar por mais três dias. O antigo Templo de Júpiter Stator e o Lar das Virgens Vestais foram destruídos, bem como dois terços da antiga cidade.

Existem várias versões sobre a causa do incêndio. A versão mais contada é a de que os moradores que habitavam as construções de madeira, usavam do fogo para se aquecer e se alimentar. E por algum acidente, o fogo se alastrou. Para piorar a situação, ventos fortes arrastavam o fogo pela cidade.

Ddisse Mário Soares que ia colocar o socialismo na gaveta? Falso!


Aquando da investidura do II Governo Constituicional,1978, com um acordo com o CDS de incidência parlamentar, sem uma coligação formal, no discurso de encerramento, Mário Soares afirmou: "Não se trata agora de meter o socialismo na gaveta, mas de salvar a democracia". A expressão "salvar a democracia" tinha substituído a expressão "vencer a crise, salvar a revolução", do I Governo, por imposição do CDS de Freitas do Amaral.
Em entrevista em 9 de Junho de 2007 ao Expresso, Soares, contrariando certos sectores da esquerda madeirense, disse textualmente:

"Se Sócrates está a pôr o Socialismo na gaveta? Essa é uma velha frase. O socialismo que foi posto na gaveta foi o socialismo totalitário. E muito bem! (...) O socialismo democrático representa o reformismo progressista. Promover políticas sociais sérias para evitar conflitos, confrontações, um Estado ingovernável."

Disse mesmo Maria Antonieta a célebra frase "Não há pão, comam brioche?": Falso!



Teria Maria Antonieta, nascida em 1755, e tia-avó da primeira imperatriz do Brasil Maria Leopoldina da Áustria, proferido a célebre frase "Não há pão, comam brioche".

Há um versão que atribui a frase a Voltaire. Contudo, é Jean-Jacques Rousseau, no seu livro Confissões, que atribui a frase a uma "grande princesa". O livro de Rousseau foi escrito em 1766 e, nessa altura, Maria Antonieta tinha apenas 10 anos, indo nos onze, logo não poderia ter proferido a frase enquanto rainha e mulher de Luís XVI. Os registos da época da sua coroação mostram que tinha preocupação pela vida dos pobres. Contudo, a frase foi usada contra ela pelos revolucionários até a sua decapitação. Numa carta à mãe, Maria Antonieta chega a comentar o alto preço do pão e afirma: "Tendo visto as pessoas nos tratarem tão bem, apesar das suas desgraças, estamos ainda mais obrigados a trabalhar pela felicidade deles".

Krushchov, irritado com o arcaísmo de alguma esquerda madeirense, brame o sapato


Se Nikita Khrushchov fosse vivo tinha remédio para certos sectores complexados da esquerda madeirense: tirar os sapatos e batê-los na mesa de discussões durante sessões do Conselho de Segurança das Nações Unidas ou brandir uma bota na cara de Mao Tsé Tung faz parte do mito e da história. Se calhar era o que Nikita faria perante certas mentes que pararam nos anos 50 do século passado.

Esquerda madeirense,54 anos de atraso:Khrushchev´,líder comunista!,se calhar era primário, denunciou os crimes de Stlaline em 1956,XX Congresso PCUS


Em 23 de fevereiro de 1956, durante o XX Congresso do PCUS, Khrushchov chocaria a nação e o mundo ao fazer seu famoso “discurso secreto”, no qual acusava Josef Stalin do crime de genocídio durante os grandes expurgos realizados nos anos 1930 na URSS e denunciava o culto da personalidade que o cercava.

Obama irrita alguns sectores do PSm e elogia Medvedev por condenar totalitarismo e crimes soviéticos


Obama, aqui ao lado de Lula, um sindicalista que nunca falhou o alvo, ao contrários dos sindicalistas madeirenses, que atiram sobre Lisboa, ignorando o que se passa no Funchal, irritou, com as suas declarações, o mui sectário, ortoxo e estalinista PCM (além de alguns sectores do PSM)

Alguns sectores do PS-M não gostaram mas tiveram de ouvir:

Obama elogia Medvedev por condenar totalitarismo e crimes soviéticos

Da France Presse
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O presidente americano Barack Obama elogiou neste sábado a "liderança notável" de seu colega russo, Dmitri Medvedev, por condenar as violações dos Direitos Humanos praticadas pelo regime "totalitário" da União Soviética e por seu líder Joseph Stalin.



"O presidente Medvedev deu provas de uma liderança notável ao honrar os sacrifícios daqueles que viveram antes de nós e por falar tão abertamente sobre a supressão dos direitos e liberdades fundamentais", indicou Obama em um comunicado neste sábado, na véspera do aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial para os russos.



Na sexta-feira, Medvedev criticou o regime soviético em uma longa entrevista publicada pelo jornal Izvestia.



"Para ser honesto, o regime que foi instaurado na União Soviética (...) só pode ser classificado de totalitário", no qual "os direitos e as liberdades elementais foram suprimidos", declarou o governante russo dois dias antes do dia em que a Rússia comemora os 65 anos da vitória sobre os nazistas.



"Suas palavras nos lembram que devemos trabalhar todos juntos em favor de um mundo no qual os Direitos Humanos fundamentais de cada indivíduo estejam protegidos", enfatizou Obama.



O chefe de Estado russo também condenou os crimes "imperdoáveis" do ex-ditador.



"Stalin cometeu muitos crimes contra seu próprio povo. E, apesar de ter trabalhado muito, apesar de sob sua liderança o país ter tido muitos êxitos, o que fez ao seu próprio povo não pode ser perdoado", ressaltou Medvedev.



Cerca de vinte chefes de Estado e de Governo, entre eles o chinês Hu Jintao, o francês Nicolas Sarkozy e a alemã Angela Merkel, assistirão no domingo aos atos de celebração na Praça Vermelha, em Moscovo.

Para desagrado de certos sectores do PSm,Medvedev critica totalitarismo da URSS e crimes de Stalin


Num anticomunismo primário fora de época (adoro ouvir música de cassete e papagueá-la, só p'ra chatear alguns complexados de esquerda do PSM, Medvedev critica totalitarismo da URSS e crimes de Stalin

O presidente russo, Dmitri Medvedev, criticou nesta sexta-feira o regime totaliário da União Soviética e os crimes imperdoáveis cometidos pelo ditador soviético Joseph Stalin, em um gesto extremamente simbólico destinado a modernizar a imagem da Rússia.

Em uma longa entrevista publicada pelo jornal Izvestia, a dois dias da comemoração do 65º aniversário da vitória sobre os nazistas na presença de convidados estrangeiros, Medvedev separou explicitamente a façanha do Exército Vermelho que, junto com os aliados, libertou a Europa dos nazistas, dos crimes cometidos depois pela União Soviética.

"A União Soviética era um Estado muito complicado e, para ser honesto, o regime que foi instaurado na União Soviética só pode ser classificado de totalitário, onde os direitos e as liberdades foram suprimidos", declarou.

O presidente russo reconheceu indiretamente que o domínio soviético na Europa do Leste depois da vitória deve ter sido doloroso para os países daquele bloco.

"É absurdo afirmar que o período do pós-guerra só trouxe prosperidade para os países libertados", acrescentou.

"É preciso separar a missão do Exército Vermelho e da União Soviética durante a guerra e o que aconteceu depois", insistiu.

Estas declarações estão de acordo com os sinais de abertura de Moscou sobre a questão da execução de oficiais poloneses em Katyn por ordem de Stalin, que envenenava as relações entre a Rússia e Varsóvia, através da publicação de arquivos na internet.

O chefe do Estado russo também condenou novamente os crimes stalinistas, enquanto há várias semanas acontece uma polêmica na Rússia pela iniciativa de alguns veteranos e da prefeitura de Moscou de glorificar o ditador exibindo seus retratos em 9 de maio.

"Stalin cometeu uma quantidade de crimes contra seu próprio povo. E, apesar de trabalhar muito, apesar de que, sob sua liderança, o país teve muitos êxitos, o que fez contra seu próprio povo não pode ser perdoado", enfatizou.

O reinado do ditador soviético Joseph Stalin foi marcado por um regime de terror e pela execução sumária ou o envio aos gulags de milhões de pessoas.

No entanto, existe uma atitude ambígua em relação a Stalin na Rússia, onde é considerado simultaneamente como um tirano e como o pai da vitória sobre os nazistas, e onde 54% da população continua admirando sua liderança, segundo uma recente pesquisa.

"Todo mundo compreende que o país teria podido se preparar melhor para a guerra se não tivesse havido uma repressão contra os chefes militares", insistiu Medvedev.

Seu antecessor, o atual primeiro-ministro Vladimir Putin, raramente criticou o regime soviético e, inclusive, chegou a classificar, em 2005, a queda da URSS como "a maior catástrofe geopolítica" do século XX.

"Medvedev fez uma declaração muito forte, esperada há muito tempo", assinalou o defensor dos direitos humanos Lev Ponomarev, um dos críticos mais contumazes do Kremlin.

Segundo o analista político Alexander Konovalov, as declarações de Medvedev, difundidas de forma ininterrupta nos principais canais de televisão russos, "contribuirão para restabelecer a verdade histórica".

"Ele se esforça para mudar pouco a pouco a opinião pública", assinalou Konovalov, do Instituto de Avaliações Estratégicas, destacando também a importância da presença pela primeira no desfile na Praça Vermelha de soldados de países da Otan.

"As declarações de Medvedev estão destinadas a melhorar a imagem de Rússia. Estão dirigidas para o Ocidente e os liberais russos mas não têm influência nas elites russas", advertiu Nikolai Petrov, do Centro Carnegie.

Ainda há no PSm quem não conheça as origens do Socialismo Democrático:impressionados c'o prestígio cultural de Marx,não denuncia os crimes de Staline


É bem verdade: há sectores no PS, oriundos de outras áreas ideológica que ainda confundem a denúncia dos crimes ao Staline com posições de direita, ou seja, acham que ser de Esquerda implica não denunciar os erros tenebrosos da erra Stalinista, de que resultaram milhões de deportados, exilados, mortos em campos de concentração, no inferno dos gulags. Essa atitude é uma atitude de cumplicidade e conivência com uma época e um regime que nada tem a ver com a Esquerda, democrática, acrescentamos nós, os socialistas que não suspendem a Liberdade em nome dos amanhãs que cantam.
O dirigente comunista Rui Nepomuceno condenou os gulags em 2010.
Talvez esses socialistas com complexos de esquerda ou colonizados ideologicamente pelas sectores estalinistas o façam em 2020! Nada mau!

domingo, 30 de maio de 2010

Lá terá que ser: PS Alegre com Oposição de 10 membros da Comissão Nacional

Especialista que previu a crise anterior prevê nova crise e também proveniente dos EUA

"iminente" O presidente da Confederação Europeia das PME (pequenas e médias empresas) alertou ontem, no Porto, para a iminência de uma nova crise financeira global, oriunda do sector imobiliário comercial dos EUA e que se sobreporá à actual. "Há três anos anunciei que vinha aí uma crise financeira e fui muito atacado. Agora prevejo uma segunda crise financeira para breve, dentro de dois/três meses e mais uma vez proveniente dos EUA, embora já não do subprime, mas do imobiliário comercial", disse Mario Ohoven à agência Lusa.

Finalmente um comunista diz o que eu sempre queria ter ouvido


Estou a ouvir Rui Nepomuceno. E ouviu-o dizer desassombradamente: as liberdades sociais e culturais na União Soviética eram assinaláveis. Mas a falta de liberdades políticas era inaceitável. Aqueles que, diz ele, criticavam, iam para os gulags. É pena que já estejamos em 2010. Recordo-me perfeitamente o fascínio que Álvaro Cunhal exerceu em mim, então jovem com 18 anos em 1974. O seu brilhantismo, a promessa de uma sociedade igualitária, mas a falta de Liberdade foi a barreira que me impediu de dar o passo decisivo para aquele lado. Nunca consegui compreender como amigos meus se deixaram seduzir pelos ideais comunistas, do PCP e outros partidos da extrema-esquerda. Esse ideal de Liberdade foi o que me prendeu decisivamente ao Socialismo Democrático, Democrático, justamente para deixar claro que era incompatível com a falta da Liberdade. "Nem liberdade sem pão, nem pão sem liberdade", era o slogan que dizia num copo com o emblema do PS que então adquiri. "Nem capital nem ditaduras, nem monopólios nem torturas, a vitória de uma vontade, Socialismo em Liberdade", cantava-se nos comícios do PS. Ficou para mim e para sempre marcada a fronteira com o Partido Comunista: a fronteira da Liberdade.

Alguns sindicatos na Região, amarrados ao PCM, ainda não se aperceberam que o PS não é nem nunca foi governo na Região


A entrevista de Edgar ontem ao jornal mostra o mesmo problema de alguns dos sindicatos na Região. Ainda não perceberam duas coisas: 1) Que vivemos numa região autónoma; que o PS não é Governo na Região. E não é de espantar: o chamado centralismo democrático do PCP transmite-se ao PCM (desculpem lá, camaradas, de estar a usar o "M"), que, por sua vez, se propaga aos sindicatos sob a égide comunista. Daqui resulta o discurso paradoxal dos comunistas: um discurso formalmente autonomista, com laivos muito próximos do PSD, e uma estratégia que ignora a nossa situação de região autónoma. Vai, portanto, de uma República ou Região Soviética a uma cegueira perante a realidade concreta.
Quem governa a região é o PSD e o PS está na oposição.

Alguns sindicados ainda não perceberam que estamos numa Região Autónoma

Alguns sindicatos na Madeira comportam-se como se ainda estivéssemos nos tempos dos sindicatos nacionais de homologação do ministério das corporações fascistas. Ignoram a acção dos governos regionais do PSD e são muito activos contra os governos da República, sobretudo quando esses governos são do PS. Nisso, revelam o seu ADN: o mesmo antisocialismo primário que é marca de água do Partido Comunista Português ainda mais aprofundado pelo PCM.

Líder do PS Madeira que assumam um papel mais interventivo na Região

Jacinto Serrão quer que as estruturas sindicais da Madeira assumam um papel mais interventivo, no combate político ao Executivo de Alberto João Jardim.

Ontem, em conferência de imprensa, o líder do PS-M instigou os sindicatos regionais a não andarem "a reboque das estruturas nacionais quando há tanto por fazer e por reivindicar na Madeira".

Serrão acusa o Governo Regional de "não fazer uso dos instrumentos ao seu dispor no plano autonómico para melhorar as condições de vida dos madeirenses", a começar pelo abaixamento de impostos. "Face à crise que a Região vive, seria de esperar que o movimento sindical optasse por uma intervenção mais focalizada", insistiu.

Se as famílias pediram empréstimos que não podiam pagar, de quem é a culpa? Obviamente, dos bancos!

Ou não lhe competia atestar a solvabilidade? Claro que não! Nesta crise ou são inocentes ou são incompetentes. Não, são culpados! Ou os produtos tóxicos alavancados em nihil são culpa das famílias e dos estados!

sábado, 29 de maio de 2010

Dívida Externa: os Bancos! Os papões!


Mas, afinal, de quem é maior fatia da dívida externa? Das empresas. E nelas, quem? Os Bancos! Foi o sistema financeiro que provocou a crise mundial; foi o sistema financeiro que pediu avales aos estados, incluindo os bancos portugueses; e são eles que levaram os juros baixos do BCE e são eles que estrangulam os estados, a Grécia, Portugal, a Espanha, com juros altos; e são eles os responsáveis pela grande dívida externa; e são eles que levam o spread cada vez mais alto; e são eles que não pagam o IRC como as outras empresas; sim, eles papam tudo! Eles são os papões!

São José Sócrates, como o fizeram os que o diabolizavam depois do dilúvio de 20 de Fevereiro

A Entrevista de Edgar a Nicolau (Serrão será entrevistado por LM França) não tem novidade:



desde o Século XIX que os partidos comunistas consideram os socialistas iguais à Direita. Mas se não há novidade fica a confirmação: ninguém pode contar com os comunistas da Madeira para construir qualquer alternativa ao PSD! Também para mim isso não é novidade: em 2001, quando no partido se defendia uma aliança com todos, apresentei, na Comissão Regional, uma proposta de resolução cujo título era precisamente "NÃO A UMA ALIANÇA COM O PCP". Não tinha nem tenho a mínima ilusão de que a actual direcção regional do PCP é a mais estalinista e a mais sectária que se possa imaginar. Em síntese, para derrotar o PSD na Madeira é preciso primeiro derrotar o PCP e o seu sectarismo. Mas para certos sectores com complexos de esquerda no PS, vindos, aliás, da Direita, os mesmos que queriam o alberque espanhol em 2001, é bem feito. Uma coisa é certa, estas declarações da direcção do PCP deviam ser denunciadas pelo PS junto do eleitorado. E não são as medidas de austeridade, discutíveis, é certo, que desculpabilizam o PCP pelo seu facciosismo estalinista. Está-lhe na génese. Só não vê quem não quer. Digo mais, do ponto de vista estrutural, nada obstava a que o PCP e o PPD-Madeira, partidos ferozmente anti-democracia parlamentar, celebrassem um pacto Molotov-Ribbentrop.

A Crise entre o DN e o PPD acaba com um suplemento a fazer a propaganda da obra Governo em 2011. Até lá,a Oposição, trouxa,chora lágrimas de crocodilo

Gabinetes ministeriais custam mais de 30 milhões em 2010

Despesas orçamentadas pelo primeiro-ministro e 15 ministros subiram quase um milhão de euros face a 2009. Encargos com pessoal representam dois terços

Português e Oficialmente reconhecido NAS escolas da Colúmbia Britânica

A Angop, agência de notícias de Angola, anuncia: "Otava - O secretário de Estado das Comunidades, António Braga, indicou Hoje à Agência Lusa que A língua portuguesa Obteve Reconhecimento oficial No sistema educativo da Província da Colúmbia Britânica Canadiana, com Efeito Já A partir de agosto.



"Fui Informado Pelo Governo canadiano de que A Língua Portuguesa Foi certificada, passando a Ser reconhecida Como Crédito [curricular] NAS escolas secundárias nd Colúmbia Britânica, Que o entrará em vigor Já em agosto", declarou António Braga, em Vancouver, Onde Termina Hoje Uma Visita de Dois Dias de Trabalho".

sexta-feira, 28 de maio de 2010

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Uma jornalista com consciência profissional

Ora oiçam

Um farol enferrujado


Um farol enferrujado

Já nos vamos habituando: de vez em quando lá surge um novo tanque de ideias, a jurar que traz propostas novas e salvadoras para o país. E com uma espreitadela rápida à lista de subscritores sabemos logo ao que vêm: querem flexibilizar o mercado de trabalho e reduzir os impostos. Para eles, o facto de sermos um dos países com os menores níveis de habilitações da OCDE já não merece uma linha na lista de prioridades. O facto do investimento em inovação e formação por parte das empresas ser diminuto não é relevante. Para eles, as desigualdades sociais ou a racionalidade do ordenamento do território são variáveis que não entram na equação da competitividade do país. O que interessa é aumentar a pressão sobre os salários e as condições de trabalho e reduzir a 'carga' fiscal (há que evitar o termo 'obrigações fiscais' a todo o custo, não vá alguém achar que as obrigações são para todos), em particular a que incide sobre os lucros. Esta é a classe de empresários que sempre viveu à sombra do Estado, mas que passa a vida a morder a mão de quem a alimenta, exigindo que ele diminua a sua despesas... com os outros. É um farol enferrujado, não esperemos grande iluminação desta fonte.
Publicada por Ricardo Paes Mamede em 27.5.10

Capitalismo assassino: falta de condições e pressão levam ao suicídio de trabalhadores chineses. Viva a competitividade capitalista!


Os que defendem este sistema, podem considerar-se coniventes com estes suicídios!

China: fábrica do iPhone tem 8º suicídio de funcionário no ano


Um empregado das fábricas chinesas do gigante tecnológico taiuanês Foxconn, fabricante do iPhone para a Apple (entre outros produtos), se matou nesta sexta-feira ao se jogar de um prédio da empresa, no oitavo suicídio de um funcionário da firma em 2010, segundo a agência oficial Xinhua.

A Foxconn, que faz parte do conglomerado taiuanês Hon Hai, sofreu dez tentativas de suicídio entre seus empregados este ano, mas dois deles fracassaram. A onda de incidentes deste tipo levou os responsáveis da empresa a contratarem psicólogos e até monges budistas que realizaram cerimônias para afastar "maus espíritos".

Também foi implantado um sistema de atendimento psicológico por telefone para os trabalhadores, que, segundo seus responsáveis, atendeu cerca de 30 chamadas de operários com depressão e pensamentos suicidas.

Todas as vítimas eram jovens de entre 18 e 23 anos, que começavam a trabalhar na empresa. A estranha onda de suicídios motivou um intenso debate entre especialistas, que se perguntam se as novas gerações de trabalhadores chineses estão preparadas para aguentar as mesmas condições de trabalho de seus antecessores, após terem passado a infância e a adolescência de forma mais tranquila.

Apesar de a Foxconn ser uma empresa de grande prestígio entre os chineses, as condições são semelhantes às de milhares de indústrias de todo o país, com longas cargas horárias, grandes exigências aos trabalhadores e poucas ofertas de lazer e relaxamento para os funcionários, que vivem em cinzentos dormitórios quase sem contato com amigos e longe da família.

No entanto, também há especialistas que afirmam que a taxa de suicídios na Foxconn não é tão alarmante devido ao tamanho da empresa (que tem 700 mil trabalhadores, dos quais 400 mil estão em Shenzhen), e o número estaria abaixo da média nacional (14 suicídios por cada 100 mil habitantes).

A Foxconn também fabrica os consoles PlayStation, Wii e XBOX (para Sony, Nintendo e Microsoft, respectivamente) e o leitor eletrônico Kindle para a Amazon. Antes dos suicídios deste ano, um empregado da mesma empresa se matou em 2009 após perder um protótipo de um novo iPhone.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Mário Soares não vota em Alegre porque tem consciência


Histórico socialista aguarda a decisão socialista sobre as eleições presidenciais mas já decidiu em quem não vota.

Mário Soares ainda espera que o PS decida qual é o candidato que vai apoiar na corrida a Belém, mas deixa desde já uma certeza: Manuel Alegre não terá o seu voto.

“Se for Manuel Alegre veremos, mas acho que não, isso não porque tenho uma coisa já há muito tempo que é a minha consciência”, disse Soares no Algarve.

Este não será o primeiro desalinhamento do antigo Presidente da República com o seu partido de sempre. Lembra Mário Soares que não apoiou Ramalho Eanes.

Quanto ao candidato Fernando Nobre, o histórico socialista diz que daria um bom Presidente, mas sem compromissos: “Não tenho nenhum candidato”, reforça.

De recordar que o PS ainda não decidiu quem apoia na corrida presidencial do próximo ano. O secretário-geral José Sócrates está em consultas nos órgãos internos do partido.

Para já, são dois os candidatos presidenciais que já assumiram candidatura: Manuel Alegre e Fernando Nobre. As eleições vão realizar-se em Janeiro de 2011.

Primeiros-ministros desde 1925: gráfico do tempo de mandato


(carregue no gráfico)

Pelo gráfico, pode-se concluir que o tempo de exercício do cargo coloca o titulares por esta ordem no século XX:

1º. António de Oliveira Salazar;
2º. Aníbal António Cavaco Silva;
3º. António Manuel de Oliveira Guterres;
4º. Marcelo Caetano;
5º. José Sócrates;

On ne vit pas sans se dire adieu

On ne vit pas sans se dire adieu
On ne vit pas sans mourir un peu
Sans abandonner pour aller plus loin
Sur son chemin quelque chose ou quelqu'un

terça-feira, 25 de maio de 2010

Presidenciais: Autarcas PS sem tendência clara em relação a Alegre



José Sócrates ouviu as opiniões dos presidentes de Câmara do PS sobre as eleições presidenciais e a situação política. Reunião terminou sem tendência clara a favor ou contra Manuel Alegre.

Joseph Stiglitz, Nobel da Economia: "a austeridade conduz ao desastre"!

Joseph Stiglitz : "L'austérité mène au désastre"

Contra os ortodoxos do liberalismo, Joseph Stiglitz defende que as políticas monetaristas de Bruxelas não servem. Critica o monetarismo, o pensamento único sobre a mundialização e o jogo do sistema financeiro e das grandes instituições financeiras. Defendo uma grande reforma dos pressupostos da moeda única ou então será o fim do Euro. Defende uma baixa do euro para animar a economia europeia. Prevê ainda que se a crise se agravar seriamente, Atenas, Madrid e Lisboa possam recusar as políticas de contracção de Bruxelas e do FMI.

Portugal não está numa situação comparável nem à Grécia nem à de Espanha

O presidente do BES fez hoje questão de sublinhar que, não obstante as dificuldades, a situação económica e financeira de Portugal não é comparável à da Grécia nem mesmo à de Espanha.

"A Economia Portuguesa tem sido destruída pelo euro: cortar salários não resolve o problema; saída ou Euro ou mecanismos defesa", J.Ferreira do Amaral

"A economia tem sido destruída pelo euro"

A estagnação da economia é, em parte, consequência da força da moeda única, afirma, em entrevista, João Ferreira do Amaral. A saída temporária do euro ou mecanismos de protecção dentro dele são soluções apontadas para adaptar a economia portuguesa. Cortar salários, diz, não resolve o problema. Nos mercados, o euro continua a cair.
A estagnação da economia é, em parte, consequência da força da moeda única, afirma, em entrevista, João Ferreira do Amaral. A saída temporária do euro ou mecanismos de protecção dentro dele são soluções apontadas para adaptar a economia portuguesa.

Cortar salários, diz, não resolve o problema. Nos mercados, o euro continua a cair.

«Hoje é relativamente consensual que a entrada na zona euro foi a principal razão da perda de competitividade.»

«(…) a baixa da taxa de juro não é necessariamente uma benesse. Tudo depende do que vamos fazer ao crédito. E, com uma taxa de câmbio desajustada, como nós tínhamos, foram criados incentivos para a aposta no sector não transaccionável, o que criou a dívida insustentável que temos agora.»

«Mesmo que [uma queda de 20 a 30% dos salários] fosse socialmente exequível, a medida acabaria por ser ineficaz. Repare que o conteúdo de salários das exportações é de 30%. Se, por absurdo, se cortasse 30% nos salários, a nossa competitividade apenas aumentava 9%. Bastava uma oscilação do dólar para essa vantagens desaparecer.

«É melhor pensar em coisas exequíveis, como negociar com a Europa uma forma de alterar as instituições (…). Não tenhamos ilusões: se não conseguirmos uma alteração do enquadramento da Zona Euro, não estaremos muito mais tempo dentro dela.»

«A Europa não percebe que quantos mais planos de austeridade fizer mais ataques especulativos ela vai sofrer.»

«(…) sou completamente contra a ideia de um orçamento equilibrado. Não há nenhuma justificação política ou económica para que um país não tenha qualquer défice, e por isso também estranho que alguns partidos, mesmo de Esquerda, admitam a hipótese de inscrever na Constituição um limite para o endividamento.»

João Ferreira do Amaral, em entrevista ao Jornal de Negócios. Há quem insista em manter a lucidez, quando quase todos embarcam em discursos ideológicos mascarados de sensatez.

(Já agora, numa linha não distante desta, ver a entrevista de Stiglitz ao Le Monde: «A austeridade leva ao desastre».)

Os brilhantes gestores lusos

A Economia Portuguesa é o que é, mas:

- Se os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro,





- Os gestores portugueses recebem, em média:
- mais 32% do que os americanos;
- mais 22,5% do que os franceses;
- mais 55 % do que os finlandeses;
- mais 56,5% do que os suecos"
(dados de Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

E são estas "inteligências" (?) que NOS chamam à atenção:
"os portugueses gastam acima das suas possibilidades".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Assine a petição ao G-20 para a criação de uma taxa sobre as transacções financeiras em proveito dos povos e do planeta!


Uma campanha da rede internacional da ATTAC





Ãssine aqui

A luta contra a pobreza, a garantia e preservação dos bens e serviços públicos à escala mundial reclamam urgentemente novos meios de financiamento. O combate à fome e à insegurança alimentar, às pandemias, às doenças ainda hoje subestimadas, à desregulação climática, à precariedade energética, bem como o acesso à educação, à saúde e a uma habitação decente e a protecção da biodiversidade, exigem desde já a mobilização de elevados recursos financeiros para que seja possível pôr em prática, à escala do planeta, as políticas globais capazes de contribuir para a realização dos direitos económicos e sociais fundamentais.

Acreditamos que é tempo de converter a actual crise financeira numa oportunidade para todos, que é tempo de agir em defesa dos interesses dos povos e do futuro do nosso planeta.

A ATTAC Portugal convida-vos a subscrever esta petição dirigida aos Governos dos países do G-20, que reunirão em Toronto nos próximos dias 26 e 27 de Junho, e a colaborar na divulgação e adesão a esta campanha internacional!

Crise do Euro: como fazer o ajustamento estrutural, com este PEC que continua estúpido?

Em Portugal, há investimento estratégico nas novas energias, que fariam baixar o défice energético (4% do défice externo).
A estrutura económica está numa fase de transição. Isso produz, numa fase intermédia mais desemprego sobretudo derivado de uma economia assente em mão-de-obra barata. Ora, o PEC, plano de estabilidade e crescimento, olha para o défice de uma forma cega, isto é, impõe 3%, independentemente de nesses 3% estarem incluídas despesas primárias, como salários, ou investimentos públicos em projectos apoiados em fundos europeus destinados a projectos apoiados pela própira Comissão Europeia. Como sair deste ciclo: se não investe, não cria riqueza, não tem crescimento económico, tem défice; se investe em projectos estratégicos, ultrapassa o défice. Qual o problema, então? Falta de liderança europeia, falta de líderes.

Crise do Euro: a estrutura do défice externo

A estrutura do défice externo assenta em três pilares:
Défice energético, 4% do PIB;
Défice produtos não energéticos, 4% do PIB(duplicou nos últimos 10 anos, petróleo);
Pagamento de juros: cerca de 2%
Total: 10%

Crise do Euro: défice externo, o verdadeiro problema

O défice externo é o verdadeiro problema: representa 10% do PIB. O sector pivado é o grande responsável por este défice externo, lodo do endividamento externo.
Esta dívida do sector privado ao exterior, empresas e famílias, é muito mais grave do que o défice do estado e do endividamento público.
O verdadeiro nó górdio do endividamento está, assim, no excesso de despesa do sector privado.
Sendo este o verdadeiro problema escapa, não é ele, contudo, e paradoxalmente, o centro do sistema da zona euro, visto que o grande objectivo da ortodoxia de Bruxelas é a discplina do défice orçamental e da dívida pública.
Ora, 10% do PIB é igual a 17 biliões de euros.

Crise do Euro: problemas estruturais da Zona Euro

Os banqueiros falam de alto e cantam de galo, mas eles são responsáveis pelo verdadeiro problema estrutural.
De facto, se a dívida pública é a mais falado, o verdadeiro problema é a dívida do sector privado, claro, a dos bandos em primeiro lugar, incuindo instrumentos que não estão nos respectivos balanços. Não esquercer os chamados "produtos tóxicos".
Hoje, os estados podem descondar dívida pública junto do Banco Central Europeu, BCE, mas os bancos não têm acesso, por terem um rating mais baixo que os estados.
Estamos, perante, um problema sistémico e é ele o núcleo do problema.

Crise do Euro: problemas estruturais da Zona Euro

Pela primeira vez, foi criada uma moeda sem um verdadeiro mecanismo de defesa inerente a qualquer moeda; há uma união monetária mas não ha federalismo fiscal, com uma política orçamental, incluindo a emissão de dívida e criação de impostos.
Sem esses mecanismos, os mercados agiram sem regras e baseados na pura especulação.

domingo, 23 de maio de 2010

Governo PS apanhado em vídeo do Youtube

Um pequeno vídeo do Youtube demonstra o impacto que a Governação do Partido Socialista está a ter no país e nos portugueses. Imagens chocantes.

Batem leve, levemente
como quem chama por mim
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...
Fui ver.
Era o Governo Socialista.

Oposição viabiliza solução a docentes

Problema dos professores da Madeira resolvido por partidos da oposição em Lisboa


Os professores dos quadros dos Açores e da Madeira vão poder concorrer ao concurso para preencher vagas transitórias no continente no ano lectivo 2010-11 por condições específicas (docentes que padecem ou têm familiares portadores de doenças incapacitantes, de doenças ou deficiências que exijam tratamento e apoio específico fora da sua Região).

Depois de uma grande polémica em torno desta questão, com oposição e sindicatos a criticarem a atitude discriminatória do Ministério da Educação, a Assembleia da República aprovou quinta-feira um projecto de resolução do CDS-PP, recomendando ao Governo que os professores das Regiões possam ser opositores ao destacamento, em condições específicas. Para além disso, a avaliação de desempenho não será tida em conta no concurso.O projecto de resolução recebeu os votos favoráveis de PSD, CDS-PP, BE, PCP e PEV e os votos contra do PS.

José Manuel Rodrigues, coordenador do CDS-PP nas questões de educação, não podia estar mais satisfeito com este desfecho. "É o ponto final numa série de injustiças", afirmou. Relativamente à questão dos professores nos quadros das Regiões diz que ainda que sejam uma minoria, a situação criava "um precedente sem igual".

Segundo o testemunho de uma docente do continente que pertence aos quadros da Região, deixado na página da rede social Facebook do CDS-PP, o acesso informático ao concurso estava bloqueado aos professores de cá. "Tenho a minha mãe (que vive no continente) gravemente doente, com uma doença do foro psiquiátrico e com Parkinson", confidenciou, lamentando "o bloqueio do Governo da República".


Sandra Cardoso, em Lisboa

sábado, 22 de maio de 2010

O dilema do momento:biomossexual por ser de esquerda ou de esquerda por ser biomossexual?De direita por ser machão ou machão por ser de direita?


Provado que está que Esquerda/Direita, biomossexual/machão são pares correspondentes, tirando o caso perverso do Hitler, estamos perante um dilema igual ao do ovo e da galinha: primeiro biomo e macho para ser de esquerda e de direita ou primeiro de esquerda e de direita para ser biomo e macho? Vamos desencadear o debate e lançar uma sondagem. Participe e conte-nos a sua experiência pessoal: qual a sua primeira tendência a revelar-se: a de Eros ou a da Polis? Dê o seu contributo à ciência!

CIA confirma detalhes sobre as preferências sexuais de ADOLF HITLER: sadomasoquista e com tendências homossexuais


Pervertido, sadomasoquista, frustrado e cheio de complexos. Assim o líder nazista Adolf Hitler foi descrito por espiões da CIA, o serviço secreto dos Estados Unidos, em relatórios encomendados pelo governo americano durante a Segunda Guerra Mundial. As informações, segundo a agência de notícias ANSA, foram reveladas graças à liberação nas últimas semanas de diversos documentos confidenciais preparados há algumas décadas pela CIA.

O documento que trata de Hitler contém 68 páginas e foi produzido em 3 de dezembro de 1942 pela Office of Strategic Studies (OSS), órgão que antecedeu a agência de inteligência americana. As onze páginas escritas pelos agentes secretos podem ser encontradas no site The Smoking Gun, especializado na publicação de documentos originais.

Virgem – Após analisar a vida sexual do líder nazista, a OSS concluiu que Hitler ainda era virgem, "com toda a probabilidade", em 1942, quando tinha 53 anos. Ainda de acordo com a Ansa, a principal fonte da OSS seria Ernest Franz Sedgwick Hanfstaengl, amigo de Hitler, que foi preso no Canadá depois de ter deixado a Alemanha. Em 1942, Hanfstaengl foi perdoado pelo presidente Franklin Roosevelt e entregou detalhes íntimos da vida do nazista.

Hitler, segundo os documentos, tinha tendências homossexuais e era sadomasoquista. "Sua vida sexual é dúbia como sua visão política: ao mesmo tempo um homossexual e heterossexual, um socialista e um fervente nacionalista, um homem e uma mulher", escreveu o OSS. Outro dado é que o líder nazista teria adquirido uma doença venérea, fruto de uma relação com uma prostituta judia.

Depois de analisar sua preferência por experiências com duplas de prostitutas e seu voyerismo, o OSS concluiu que Hitler era vítima de "obstáculos psicológicos que tornavam impossível uma satisfação sexual real e completa".

Grande descoberta científica: é de esquerda é (bi)homossexual, é de direita é macho; ou, se é (bi)homo é de esquerda, se é macho é nazi-fascista!

Leia a impressionante descoberta aqui.
E que tal fazer um levantamento à vida sexual de Hitler?
(Hitler não a tinha, estudos revelam, na verdade, que era Virgem ainda ao 53 anos, e tinha tendências homossexuais. E não era por ser apenas fascista, mas nazi, que era por ser Nacional-Socialista).

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Horácio vai continuar a ajudar, Alberto João Jardim

Portugal perdeu fisicamente o Comendador Horácio Roque.
Perdeu, porque a presença física de Horácio Roque, na vida nacional, era sempre uma voz independente, respeitada e inteligente na avaliação dos rumos do País, e era garantia de criatividade e de iniciativa constantes, num Portugal que tanto precisa de tudo isto, como de pão para a bôca.
Horácio Roque, no seu percurso de vida, com a honestidade absoluta que colocava em todos os seus actos e decisões, mas a par sempre guiado pela preocupação com a solidariedade e com a Justiça Social, desmentiu muitos preconceitos que são indistintamente alimentados contra os Empresários e que constituem uma tragédia nacional.
A sua Fundação que colocou ao serviço dos Portugueses, derramou e derrama uma significativa quantidade de apoios, nos mais diversos sectores de actividade.
Sem ser um Empresário empedernido, antes um Homem com profundos Valores e sentimentos, no entanto caracterizava-se por uma prudência assente no racional.
À medida que o “império” que legitimamente fundou, construiu e desenvolveu, ia crescendo com sucesso, nunca se deixou deslumbrar. Nunca se pôs socialmente em “bicos dos pés”, nem se deixou arrastar por aventureirismos financeiros que sabia serem irresponsáveis, inclusivamente pelas consequências nefastas que causariam aos Portugueses.
Tinha a noção de até onde poderia ir, sabia calendarizar os passos a dar, com uma extraordinária e invulgar sagacidade.
E quando o conceito de Amizade anda por aí tão depreciado, ao sabor de egoísmos e de conveniências, Ele, em quaisquer circunstâncias, foi sempre amigo do seu amigo, mas inteligentemente precavido contra oportunismos.
Conheci Horácio Roque logo nos primórdios dos anos oitenta, na África do Sul.
Porque, como poucos, sabia reagir eficazmente às adversidades, estava então já em grande plano de recuperação económico-financeira, apesar do que a situação em Angola bastante O lesara.
Nessa altura, a minha preocupação era a de interessar os nossos compatriotas no novo Portugal da Democracia, sobretudo na Madeira também da Autonomia Política.
Fazer ver que os tempos ruins do antes e post-25 de Abril eram passados, que já não havia motivos para as razões legítimas que tinham em relação à Pátria madrasta, que todos nós também precisávamos Deles.
Não Lhes fiz promessas. Insisti para que viessem ver, e decidissem.
Horácio Roque foi dos primeiros a entender tudo e a responder à chamada. Sentia-se-Lhe uma vontade enorme de ajudar no novo Portugal, na Madeira Nova, sentia-se-Lhe na alma, o ímpeto patriótico.
Depois, o tanto que Ele fez por Portugal!
O tanto que Ele fez pela Madeira!
Quantas vezes, sempre seguro nas suas decisões económicas e financeiras, ajudou a Região Autónoma a ultrapassar momentos bem complicados!
Manteve o BANIF com sede na Região Autónoma, pelo que é o Banco cujos impostos revertem para o Orçamento regional, o orçamento anual do Povo Madeirense.
Bem como recuperou, cá, Empresas importantes que, sem a sua intervenção, não sei o que teria sucedido. Para além dos novos investimentos que titulou, ou desencadeou, ou apoiou, numa confiança permanente no futuro da Madeira.
Manteve o “Século de Joanesburgo” como voz de Portugal na África do Sul, e até noutros países, onde quis que a minha colaboração semanal permitisse informar os meus pontos de vista. E continuá-la-ei, enquanto os respectivos responsáveis assim o quiserem.
Comecei estas linhas dizendo que Portugal “perdeu fisicamente” Horácio Roque.
Só fisicamente.
Porque todo o seu Património, a começar pelo Ético e o dos Valores, a acabar no material, está aí sólido para continuar a Sua presença entre nós.
Também só fisicamente perdi o Amigo. Porque onde Ele merecidamente está, vai arranjar maneira de me continuar a ajudar.
E segunda-feira, na Sé, vou rezar com Ele.

Os vários signficiados da palavra discurso

Discurso:

s. m.
1. Fala oratória.
2. Prática, sermão, oração.
3. Conjunto ordenado de frases, ditas em público ou escritas.
4. Discernimento.
5. Uso de razão.
6. Raciocínio.
7. Infrm. Palavreado.

Dissolução da Assembleia da República

Artigo 172.º da Constituição da República


Dissolução

1. A Assembleia da República não pode ser dissolvida nos seis meses posteriores à sua eleição, no último semestre do mandato do Presidente da República ou durante a vigência do estado de sítio ou do estado de emergência.
2. A inobservância do disposto no número anterior determina a inexistência jurídica do decreto de dissolução.

Sócrates à frente na apreciação positiva dos Portugueses. E negativa


Apreciação positiva:

Sócrates: 38,1
Passos Coelho 32,5


Apreciação Negativa:
Sócrates 28,3
Passos 18,8

Saldo
Sócrates 9,8
Passos 13,7

Expresso

Sondagem: PS continua à frente


PS 36,2

PSD 33,0
CDS 11,3
PCP 7,7
BE 7,1


(Expresso)

Escutar com as orelhas d'outro?! Ferreira Fernandes

Então estamos assim: as escutas existem, Pacheco Pereira (PP) ouviu-as. Tal como já outros disseram: "Deus existe, eu vi-o!" Mas estes dizem-no para afirmar a sua fé, não na presunção disso ser uma prova da existência de Deus. Eles viram-no e acreditam por isso. Não presumem que por eles o terem visto, a Deus, eu seja obrigado a acreditar na existência dele. Já PP vai mais longe, quer-me envolver na epifania dele. Ele viu o morto, a bala, a pólvora e a pistola e, por causa disso, eu também sou obrigado a gritar para prender o mordomo. Pois eu digo que não. Não vejo, não acredito. Repito-me, de crónicas passadas: se Sócrates gamou, prendam-no. Quem de direito, que o prenda. Mas em sendo incapazes, esses magistrados que já deviam ter prendido Sócrates se ele foi criminoso não contem comigo para cúmplice da impotência deles. Não, não debico o milho que me atiram, milho a milho sem eu ver o filme todo. Nem o milho dos magistrados, nem agora PP que diz "eu ouvi", mas não pode dizer exactamente o quê porque não o deixam. E quem não deixa? Mota Amaral: "A Constituição não permite o uso de escutas a não ser em processo penal." Ah, sim? E a Constituição só foi inventada depois de PP ter ido espreitar? Eu vou dizer exactamente o que vejo: magistrados e políticos como baratas tontas. E, o que me chateia mais, a tomarem-me por tonto.

Octávio Teixeira acusa Passos Coelho de ser "barriga de aluguer" do plano de austeridade

Lido aqui.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

PCP AVANÇA COM MOÇÃO DE CENSURA AO PACTO DO BLOCO CENTRAL PS/PSD QUE AUMENTA A CARGA FISCAL E BAIXA OS SALÁRIOS DA CLASSE TRABALHADORA!

Fazer com Alemanha como a mulher do sapateiro fez com o vizinho



Não havia maneira de o sapateiro dormir naquela noite.
- Oh, homem, mas o que é que tu tens que não sossegas?
- Ah mulher, pedi dinheiro ao nosso vizinho e prometi-lhe pagar amanhã mas não vou poder pagar-lhe.
- Ah ele é isso?! Deixa estar que já resolvo isso. - E abrindo a janeira, gritou para a casa do vizinho, altas horas do noite:
- Vizinho, oh, vizinho, o dinheiro c'o meu marido lhe prometeu pagar amanhã não vai poder ser! - E fechando a janela, diz para o marido:
- Pronto, homem, descansa! Agora quem não dorme é ele!
Era o mesmo que os PIGGS dissessem para a Alemanha:
- Vaca, oh, vaca, o dinheiro que a gente deve não pode pagar agora. - E quem falia era a vaca!

O triunfo dos porcos [PI(I)GS] : não pagamos, não pagamos, não pagamos!

Estamos a pagar a crise dos mercados do nosso bolso, os interesses obscuros das empresas de rating com o aumento dos impostos, os juros altos com os nossos empréstimos. Mas será que não temos alternativa? Claro que temos! Um novo PEC, uma estratégia concertada dos chamados PIIGS, alcunha simpática dos vikings aos povos do Sul - Portugal, Irland, Italy, Grece and Spain: fazer como a mulher do sapateiro, moratória conjunta da dívida. E a Alemanha e a França vão ver!








Basta Que Sim categórico, declara: ou há moral ou todos são apanhados pela crise! Em termos culturais, é o FIM DA CRISE!

TUDO BEM? O PIOR JÁ PASSOU!

Crise, qual crise?! Cavaco fala ao país sobre o casamento gay! Divirta-se!

Crise, qual crise? A comissão de Pacheco e do BE quer saber se Sócrates sabia formalmente ou informalmente do negócio TVI. Divirta-se!


Só os deputados da comissão é que não sabem que Sócrates sabia o que toda a gente sabia e que toda a gente sabia que Sócrates sabia, formal ou informalmente, isso convém apurar. Se não há mais nada para fazer, bem podia se entreter com sodoku!

Crise qual crise? Está assustado que a Grécia ou o nosso país pode falir? Os credores são alemães e Alemanha também falia. Passe bem!