Mostrando postagens com marcador Sindicatos feitos com o sistema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sindicatos feitos com o sistema. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Há Sindicatos na Madeira?

Esta é a pergunta que se impõe fazer depois do silêncio dos sindicatos durante a discussão do orçamento regional. Depois duma greve geral e tudo a nível nacional por causa do Orçamento de Estado, só há uma conclusão a tirar: os sindicatos madeirenses ainda não realizaram que se vive numa Região autónoma. São meras filiais distritais, como se ainda vivêssemos antes do 25 de Abril.

domingo, 30 de maio de 2010

Alguns sindicatos na Região, amarrados ao PCM, ainda não se aperceberam que o PS não é nem nunca foi governo na Região


A entrevista de Edgar ontem ao jornal mostra o mesmo problema de alguns dos sindicatos na Região. Ainda não perceberam duas coisas: 1) Que vivemos numa região autónoma; que o PS não é Governo na Região. E não é de espantar: o chamado centralismo democrático do PCP transmite-se ao PCM (desculpem lá, camaradas, de estar a usar o "M"), que, por sua vez, se propaga aos sindicatos sob a égide comunista. Daqui resulta o discurso paradoxal dos comunistas: um discurso formalmente autonomista, com laivos muito próximos do PSD, e uma estratégia que ignora a nossa situação de região autónoma. Vai, portanto, de uma República ou Região Soviética a uma cegueira perante a realidade concreta.
Quem governa a região é o PSD e o PS está na oposição.

Alguns sindicados ainda não perceberam que estamos numa Região Autónoma

Alguns sindicatos na Madeira comportam-se como se ainda estivéssemos nos tempos dos sindicatos nacionais de homologação do ministério das corporações fascistas. Ignoram a acção dos governos regionais do PSD e são muito activos contra os governos da República, sobretudo quando esses governos são do PS. Nisso, revelam o seu ADN: o mesmo antisocialismo primário que é marca de água do Partido Comunista Português ainda mais aprofundado pelo PCM.

Líder do PS Madeira que assumam um papel mais interventivo na Região

Jacinto Serrão quer que as estruturas sindicais da Madeira assumam um papel mais interventivo, no combate político ao Executivo de Alberto João Jardim.

Ontem, em conferência de imprensa, o líder do PS-M instigou os sindicatos regionais a não andarem "a reboque das estruturas nacionais quando há tanto por fazer e por reivindicar na Madeira".

Serrão acusa o Governo Regional de "não fazer uso dos instrumentos ao seu dispor no plano autonómico para melhorar as condições de vida dos madeirenses", a começar pelo abaixamento de impostos. "Face à crise que a Região vive, seria de esperar que o movimento sindical optasse por uma intervenção mais focalizada", insistiu.