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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Krushchov, irritado com o arcaísmo de alguma esquerda madeirense, brame o sapato


Se Nikita Khrushchov fosse vivo tinha remédio para certos sectores complexados da esquerda madeirense: tirar os sapatos e batê-los na mesa de discussões durante sessões do Conselho de Segurança das Nações Unidas ou brandir uma bota na cara de Mao Tsé Tung faz parte do mito e da história. Se calhar era o que Nikita faria perante certas mentes que pararam nos anos 50 do século passado.

Esquerda madeirense,54 anos de atraso:Khrushchev´,líder comunista!,se calhar era primário, denunciou os crimes de Stlaline em 1956,XX Congresso PCUS


Em 23 de fevereiro de 1956, durante o XX Congresso do PCUS, Khrushchov chocaria a nação e o mundo ao fazer seu famoso “discurso secreto”, no qual acusava Josef Stalin do crime de genocídio durante os grandes expurgos realizados nos anos 1930 na URSS e denunciava o culto da personalidade que o cercava.

Obama irrita alguns sectores do PSm e elogia Medvedev por condenar totalitarismo e crimes soviéticos


Obama, aqui ao lado de Lula, um sindicalista que nunca falhou o alvo, ao contrários dos sindicalistas madeirenses, que atiram sobre Lisboa, ignorando o que se passa no Funchal, irritou, com as suas declarações, o mui sectário, ortoxo e estalinista PCM (além de alguns sectores do PSM)

Alguns sectores do PS-M não gostaram mas tiveram de ouvir:

Obama elogia Medvedev por condenar totalitarismo e crimes soviéticos

Da France Presse
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O presidente americano Barack Obama elogiou neste sábado a "liderança notável" de seu colega russo, Dmitri Medvedev, por condenar as violações dos Direitos Humanos praticadas pelo regime "totalitário" da União Soviética e por seu líder Joseph Stalin.



"O presidente Medvedev deu provas de uma liderança notável ao honrar os sacrifícios daqueles que viveram antes de nós e por falar tão abertamente sobre a supressão dos direitos e liberdades fundamentais", indicou Obama em um comunicado neste sábado, na véspera do aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial para os russos.



Na sexta-feira, Medvedev criticou o regime soviético em uma longa entrevista publicada pelo jornal Izvestia.



"Para ser honesto, o regime que foi instaurado na União Soviética (...) só pode ser classificado de totalitário", no qual "os direitos e as liberdades elementais foram suprimidos", declarou o governante russo dois dias antes do dia em que a Rússia comemora os 65 anos da vitória sobre os nazistas.



"Suas palavras nos lembram que devemos trabalhar todos juntos em favor de um mundo no qual os Direitos Humanos fundamentais de cada indivíduo estejam protegidos", enfatizou Obama.



O chefe de Estado russo também condenou os crimes "imperdoáveis" do ex-ditador.



"Stalin cometeu muitos crimes contra seu próprio povo. E, apesar de ter trabalhado muito, apesar de sob sua liderança o país ter tido muitos êxitos, o que fez ao seu próprio povo não pode ser perdoado", ressaltou Medvedev.



Cerca de vinte chefes de Estado e de Governo, entre eles o chinês Hu Jintao, o francês Nicolas Sarkozy e a alemã Angela Merkel, assistirão no domingo aos atos de celebração na Praça Vermelha, em Moscovo.

Para desagrado de certos sectores do PSm,Medvedev critica totalitarismo da URSS e crimes de Stalin


Num anticomunismo primário fora de época (adoro ouvir música de cassete e papagueá-la, só p'ra chatear alguns complexados de esquerda do PSM, Medvedev critica totalitarismo da URSS e crimes de Stalin

O presidente russo, Dmitri Medvedev, criticou nesta sexta-feira o regime totaliário da União Soviética e os crimes imperdoáveis cometidos pelo ditador soviético Joseph Stalin, em um gesto extremamente simbólico destinado a modernizar a imagem da Rússia.

Em uma longa entrevista publicada pelo jornal Izvestia, a dois dias da comemoração do 65º aniversário da vitória sobre os nazistas na presença de convidados estrangeiros, Medvedev separou explicitamente a façanha do Exército Vermelho que, junto com os aliados, libertou a Europa dos nazistas, dos crimes cometidos depois pela União Soviética.

"A União Soviética era um Estado muito complicado e, para ser honesto, o regime que foi instaurado na União Soviética só pode ser classificado de totalitário, onde os direitos e as liberdades foram suprimidos", declarou.

O presidente russo reconheceu indiretamente que o domínio soviético na Europa do Leste depois da vitória deve ter sido doloroso para os países daquele bloco.

"É absurdo afirmar que o período do pós-guerra só trouxe prosperidade para os países libertados", acrescentou.

"É preciso separar a missão do Exército Vermelho e da União Soviética durante a guerra e o que aconteceu depois", insistiu.

Estas declarações estão de acordo com os sinais de abertura de Moscou sobre a questão da execução de oficiais poloneses em Katyn por ordem de Stalin, que envenenava as relações entre a Rússia e Varsóvia, através da publicação de arquivos na internet.

O chefe do Estado russo também condenou novamente os crimes stalinistas, enquanto há várias semanas acontece uma polêmica na Rússia pela iniciativa de alguns veteranos e da prefeitura de Moscou de glorificar o ditador exibindo seus retratos em 9 de maio.

"Stalin cometeu uma quantidade de crimes contra seu próprio povo. E, apesar de trabalhar muito, apesar de que, sob sua liderança, o país teve muitos êxitos, o que fez contra seu próprio povo não pode ser perdoado", enfatizou.

O reinado do ditador soviético Joseph Stalin foi marcado por um regime de terror e pela execução sumária ou o envio aos gulags de milhões de pessoas.

No entanto, existe uma atitude ambígua em relação a Stalin na Rússia, onde é considerado simultaneamente como um tirano e como o pai da vitória sobre os nazistas, e onde 54% da população continua admirando sua liderança, segundo uma recente pesquisa.

"Todo mundo compreende que o país teria podido se preparar melhor para a guerra se não tivesse havido uma repressão contra os chefes militares", insistiu Medvedev.

Seu antecessor, o atual primeiro-ministro Vladimir Putin, raramente criticou o regime soviético e, inclusive, chegou a classificar, em 2005, a queda da URSS como "a maior catástrofe geopolítica" do século XX.

"Medvedev fez uma declaração muito forte, esperada há muito tempo", assinalou o defensor dos direitos humanos Lev Ponomarev, um dos críticos mais contumazes do Kremlin.

Segundo o analista político Alexander Konovalov, as declarações de Medvedev, difundidas de forma ininterrupta nos principais canais de televisão russos, "contribuirão para restabelecer a verdade histórica".

"Ele se esforça para mudar pouco a pouco a opinião pública", assinalou Konovalov, do Instituto de Avaliações Estratégicas, destacando também a importância da presença pela primeira no desfile na Praça Vermelha de soldados de países da Otan.

"As declarações de Medvedev estão destinadas a melhorar a imagem de Rússia. Estão dirigidas para o Ocidente e os liberais russos mas não têm influência nas elites russas", advertiu Nikolai Petrov, do Centro Carnegie.

Ainda há no PSm quem não conheça as origens do Socialismo Democrático:impressionados c'o prestígio cultural de Marx,não denuncia os crimes de Staline


É bem verdade: há sectores no PS, oriundos de outras áreas ideológica que ainda confundem a denúncia dos crimes ao Staline com posições de direita, ou seja, acham que ser de Esquerda implica não denunciar os erros tenebrosos da erra Stalinista, de que resultaram milhões de deportados, exilados, mortos em campos de concentração, no inferno dos gulags. Essa atitude é uma atitude de cumplicidade e conivência com uma época e um regime que nada tem a ver com a Esquerda, democrática, acrescentamos nós, os socialistas que não suspendem a Liberdade em nome dos amanhãs que cantam.
O dirigente comunista Rui Nepomuceno condenou os gulags em 2010.
Talvez esses socialistas com complexos de esquerda ou colonizados ideologicamente pelas sectores estalinistas o façam em 2020! Nada mau!