domingo, 27 de fevereiro de 2011

Exclusivo basta-que-sim: excesso de Povo na apresentação da Moção de Jacinto Serrão

Não pedíamos que estivesse lá "la crème de la crème", a nata, mas, ao menos, um pouco de leite talhado, que, estando fora de prazo, pelo menos não é magro. Mas não: na apresentação quase não tinha ninguém que tivesse bons contactos com Lisboa, desses que tanto têm beneficiado o PS-Madeira, como se sabe e como se tem visto, ao longo destes quase 40 anos de Abril. Diz que, tirando meia dúzia de gestores, deputados, autarcas, licenciados, professores, doutorados e mestrados, aquilo era só gente com salários com cortes e povo, muito povo, excesso de povo, aliás, como se pode ver por estas imagens (carregue e confirme).

Retumbante apoio à Moção de Sócrates de quase uma vintena. Serrão apresenta Moção a uma plateia que não terá chegado aos dois milhares

Apoiantes da Moção de Sócrates na Madeira





Mota Torres (...), Góis Mendonça (...) Jaime Leandro, (...) Ricardo Freitas, (...)Luísa Mendonça
(Francisco Dias, numa das Fotos, subscreve a Moção de Jacinto Serrão).

Reunido com uma vintena (20) de apoiantes, Capoulas foi categórico, perem(p)tório, definitivo,pleno e absoluto:«Não é a Madeira que vai decidir nada»!



Capoulas Santos veio nesta manhã à Madeira para se reunir com cerca de uma vintena de apoiantes da recandidatura de José Sócrates a secretário-geral do PS.

O dirigente socialista revelou que o mandatário da candidatura na Região será o ex-líder Emanuel Jardim Fernandes e o director de campanha Bernardo Trindade, como já havia sido tornado público.

A candidatura de Sócrates vai tentar eleger muitos dos 66 delegados a que a Madeira tem direito, entre os cerca de 1700 nacionais. Poucos, "não é a Madeira que vai decidir nada", nota Capoulas Santas.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Debate no PSD Madeira: vizinhança reclama do barulho



A preparação do próximo Congresso do PSD-Madeira já está causar problemas com a vizinhança. O debate tem sido tão intenso e apaixonado, até altas horas da noite, que a vizinhança já se queixa de tanto frenesim na sede.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Serrão quer imposto «extra» sobre petrolíferas e banca

As duas correntes dos ecologistas: desenvolvimentistas e ecofundamentalistas

DESARROLLISTAS VS. ECOFUNDAMENTALISTAS

Sólo el tiempo mostrará por cuál camino el país caminará, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.



Uno de los aspectos más notables de la reciente Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático que tuvo lugar en Tiquipaya hace unos días, fue la profunda divergencia entre dos corrientes en que tiende a dividirse el movimiento ecologista mundial: la “desarrollista” y la “ecofundamentalista”, que es como mutuamente se califican en tono despectivo los ideólogos identificados con cada una de ellas.



Los debates entre ambas corrientes pueden parecer ociosos e inofensivos, y de hecho lo son, mientras se producen en el terreno de las abstractas elucubraciones teóricas. Pero adquieren trascendental importancia cuando dejan de ser una exquisitez intelectual y es todo un país, en este caso Bolivia, el escenario de sus disputas. Y más aún cuando son las decisiones de política económica y sus consecuencias prácticas los instrumentos empleados en confrontación. Cuando eso ocurre, hay motivos para temer desastrosos resultados.



Eso exactamente es lo que está ocurriendo en el país, como es fácil constatar al ver la forma sinuosa e incoherente como está siendo conducida la economía nacional. Mientras una fracción gubernamental —la “desarrollista”— se empeña en conseguir capitales y suscribir contratos para abrir caminos, hacer nuevas exploraciones petroleras, dragar ríos para hacerlos navegables y construir en ellos grandes represas, o instalar fábricas de papel, la otra —la “ecofundamentalista”— trabaja con el mismo denuedo para impedir que tales proyectos se lleven a cabo exitosamente. Y todos actúan en nombre de la misma causa, del mismo “proceso de cambio”.



Una muy elocuente muestra tal disociación es la enorme diferencia que hay en los discursos de las principales autoridades gubernamentales según cuál sea el auditorio al que se dirigen y la facilidad con que pasan de las radicales arengas anticapitalistas y antimodernas a los desaforados alegatos en defensa de un plan de desarrollo económico basado en los ya clásicos paradigmas nacidos de la decimonónica revolución industrial.



Los mensajes del Vicepresidente del Estado Plurinacional son los más elocuentes al respecto. “Vamos a construir carreteras, vamos a perforar pozos, vamos a industrializar nuestro país preservando nuestros recursos en consulta con los pueblos. (…) No nos vamos a convertir en guardabosques de las potencias del norte que viven felices y mientras nosotros seguimos en la mendicidad”, ha dicho recientemente, a tiempo de descalificar a quienes cuestionan los cinco pilares sobre los que se sostiene el plan de desarrollo que el gobierno se propone ejecutar durante los próximos cinco años.



Las consecuencias prácticas que se pueden esperar de tan contradictoria manera de pensar y actuar son muchas. En lo económico, como ya se ve, los continuos traspiés y la pérdida de oportunidades para desarrollar las principales bases de la economía nacional. Y en lo político y social, sólo cabe esperar el continuo incremento de conflictos ocasionados por la imposibilidad de satisfacer simultáneamente expectativas tan diversas.



Sólo el tiempo mostrará por cuál camino se anda, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ele está de volta. Para um novo mandato

(blog política pura e dura)

Alberto João Jardim, Santos Costa, Jaime Ramos, Cunha e Silva e outros elementos do Regime subscrevem atitude do PND: PS-Madeira deve explicar



Alberto João Jardim, Santos Costa, Jaime Ramos, Cunha e Silva e outros elementos do Regime subscrevem atitude do dirigente do PND, Eduardo Welsh: PS-M deve explicar má utilização de verbas da reconstrução.

Exclusivo BQS: Serrão vai ter de responder. PND pondera apresentar Moção de Censura ao PS-Madeira


Sabendo-se que o Governo do PSD não dá Cavaco a ninguém, o PND vai chamar Serrão ao parlamento com carácter de urgência. Contudo - o BQB, - em rigoroso exclusivo - sabe que, também nesta questão! - o PND está profundamente dividido. Há uma profunda fissura que tem vindo a agravar-se, com uma das alas, 2 ou 3 elementos, a ponderar um debate de urgência, chamando Serrão ao Parlamento, logo que volte de Lisboa, onde vai proceder à entrega de uma Moção Política de Orientação Nacional, ao XVII Congresso do PS, dias 8, 9 e 10 de Abril - ao passo que a ala mais radical dos neodemocratas - 1 ou 2 elementos - defende uma Moção de Censura ao Partido Socalista - Madeira (vai por extenso, porque, se fosse a sigla PS, poderiam pensar qu'era erro de dactilografia [PS-D]).
O BQB conseguiu ser informado deste diálogo entre elementos das duas alas neodemocratas:
- Eu acho que um debate de urgência dava. Uma Moção de Censura ao Partido Socialista até pode parecer que estamos a fazer um frete ao regime.
- Ainda vais aí? Sai dessa! O PS-Madeira é o nosso alvo. Sempre foi. E, se antes tínhamos de disfarçar, agora, com a crise que atravessamos, já não há motivo para dissimular!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Líder do PS-M apresenta moção contra neoliberalismo




O líder do PS na Madeira, Jacinto Serrão, demarca-se do "modelo neoliberal que está a contaminar a governação" de José Sócrates na moção política de orientação estratégia global que vai apresentar ao XVII congresso nacional.



Jacinto Serrão, na estratégia proposta para o PS "voltar a conquistar a sociedade portuguesa", defende que "é nos fundamentos do socialismo democrático e na defesa do Estado social que se encontram as respostas para a crise que Portugal atravessa". Por isso contesta "a fórmula neoliberal que, em, nome de uma pretensa liberdade económica, está a criar desigualdade social e a colocar em causa as liberdades políticas".



Embora não pretenda disputar a liderança do PS a Sócrates, o socialista madeirense, salvaguardando que a sua luta é na Madeira, onde em Outubro haverá eleições legislativas regionais, apresenta a moção global para suscitar um debate dentro do partido, tendo em conta as exigências sociais e o papel do socialismo democrático. "O PS tem de aprofundar o debate sobre o seu papel na sociedade portuguesa no século XXI e o seu relacionamento com os outros partidos congéneres na Europa e no mundo", preconiza.



Ao lembrar que a matriz ideológica do PS é o socialismo democrático, Serrão defende que, em tempos de crise como o actual, "é necessário que o PS acentue a sua condição de partido de causas sociais, através de um debate ideológico que, partindo da sua vocação reformista, intente resolver os grandes problemas do presente e lance as condições da sociedade do futuro". Face à crise que ameaça o Estado social, Serrão propõe um debate, "sem complexos nem dogmas", sobre o papel da economia, tanto no sector privado quanto no sector público. No documento em que defende uma profunda reforma do funcionamento da Justiça portuguesa, Serrão critica "a morosidade do aparelho judicial", que se "transformou num obstáculo à própria ideia de justiça, por um lado, e tem sido, por outro, um entrave à economia". Propõe também que o instituto do referendo seja vinculativo, independentemente do grau de participação. O congresso nacional do PS está marcado para 8, 9 e 10 de Abril, em data coincidente com o congresso regional do PSD na Madeira.

Madeirenses circunscrevem aterro

Mais de mil pessoas de mãos dadas circunscreveram o depósito de materiais a leste do cais do Funchal numa iniciativa que visou recordar as vítimas do 20 de Fevereiro e apelar à remoção do aterro.

Estou com os que estavam ali convictamente. Mas nunca pactuarei com os que ali estiveram apenas para show off e protagonismo.

Quando olho para alguns daqueles que se julgam alternativa a este regime, sinto um sentimento profundo de recusa e de repulsa

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Ecofundamentalismo


Quando, na Primavera de 1968, Milan Kundera e outros dissidentes checos circulavam por Paris, um intelectual do Maio de 68, perguntou-lhes: “Que quereis vós, afinal, vós, os Checos? Já estão fartos do Socialismo”. Pois, o intelectual de esquerda gozava da liberdade burguesa para obrigar os checos a deliciar-se com o socialismo real. Os ambientalistas e os «ambientalistas» perguntam-nos agora: “que quereis vós, oh ignaros, não compreendem aquilo que propomos”? O regime diz: quero uma obra ali e quem não compreende é contra a Madeira. Os ecologistas e os «ecologistas» dizem: nós não queremos uma obra ali, e quem não concordar conosco é a favor do regime”. Nada nem ninguém me demoverá de ter opinião com esse tipo de insinuações ou acusações, porque, a verdade, é que essa atitude é típica de um pensamento totalitário. Quem não está conosco é contra nós. E não tenho de estar nem com os ecologistas e os «ecologistas», da margem do regime, nem, é claro, com regime - tenho direito a ter gostos, bons gostos, maus gostos, estética, inestética e tenho o dever de me querer informar. Agora, nem o regime, nem os que são e os que se dizem contra o regime ou se distanciaram dele, nem sempre pelas melhores e elevadas razões, estão dispostos a informar. Ambos praticam a mesma política: é assim, e pronto, come e cala-te. Não, não vou por aí. E, de resto, não tenho ambições de liderar coisa nenhuma, portanto é trabalho perdido o debate baseado não em argumentos mas em acusações pessoais e na difamação, aliás, muito típica dos que, incompetentes na aparelho dos partidos, não querendo ou não tendo ideias, desmerecem o adversário para ocupar o aparelho.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Sopram bons ventos do Bloco de Esquerda

Entre a via revolucionãria e a via democrática, há uma dialéctica que atravessa os partidos da Esquerda - um conflito idêntico manifesta-se à Direita, com contornos ideógicos contrários - desde o PCP ao BE, sem excluir em absoluto o Partido Socialista. A resolução do conflito no interior do BE, se for, provisoriamente - em sentido lato - resolvido a favor da via democrática e parlamentar, poderá resover o problema da governabilidade à esquerda. Aguardemos as próximas etapas.

Proposta para o aterro: Novo cais de 330 metros e 'abrigo' do turismo náutico

Cais, porto de recreio turístico zona de lazer, nova praça e três novas praias de calhau visam proteger litoral do Funchal

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Coelho no seu habitat natural

Está na altura de que todos percebam: começou a Longa Marcha!

General Norton de Matos, Humberto Delgado, Spínola, Mao, José Manuel Coelho: a revolução precisa de um guia. Se já o tem, adiante

Até agora, faltava uma figura carismática que desse rosto ao movimento caótico de descontentamento que se tem manifestado contra o Regime. As eleições presidenciais fizeram-nos um favor: o Povo escolheu, por sufrágio, universal, secreto e democrático, um rosto que é o rosto do nosso descontentamento. Se José Manuel Coelho, livre de partidos, escreve aos partidos, acho que, com toda a sinceridade - deles, dos partidos - eles devem responder.





sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Uma carta fora do baralho

Mesmo com muito poucos recursos é possível manter a liberdade da nossa palavra

Afinal José Manuel Coelho existe como politico. Ao contrário de muitos outros, foi a votos e está cotado na bolsa da política nacional. O seu valor é conhecido e ronda os 4.5%.

Acresce ainda ser uma criação regional, longe dos corredores da capital do Império, sem os favores da comunicação social ou das elites partidárias.
Quer isto dizer que os 4.5% não estão inflacionados pelos interesses dos mercados da política partidária, nem estão protegidos por forças ocultas como a Maçonaria, Opus Dei ou CIA.

Quer também isto dizer, que José Manuel Coelho fará dos seus votos o que bem entender. Entre ele e os seus eleitores não há meias verdades, palavras difíceis, falsas virtudes, passado escondido ou estratégias geniais para salvar o País.

Já apelidado como o "fenómeno do regime republicano", José Manuel Coelho sem bombos, gaiteiros, bandeiras, jantaradas, arruadas, santanettes coloridas ou gente importante à sua volta, dá com a sua campanha um bom exemplo a esta nação nobre mas sem dinheiro: mesmo com muito poucos recursos é possível manter a liberdade da nossa palavra, a independência do nosso pensamento e lutar por um bom resultado.

Como muitos, também eu fiquei sem entender bem o desenho ideológico ou a proximidade partidária do discurso e trajecto de José Manuel Coelho ao longo da campanha.

Mas entendi bem que a sua adrenalina se concentra contra a hipocrisia das palavras, a insinuação sem rosto, a corrupção dos protegidos pelo poder, o nevoeiro que esbate a responsabilidade, as injustiças da justiça dos tribunais, o autoritarismo arrogante dos pequenos tiranos que a democracia tolera.
É certo que só denunciar não basta, mas há quem tenha ficado na história porque um dia, teve a coragem de o fazer…… e muita coisa mudou no mundo!

Para o bem e para o mal, José Manuel Coelho ganhou um novo estatuto político e social após o resultado destas eleições. Que se cuidem as virgens ofendidas com as suas intervenções, os treinadores de bancada bem-falantes ou a comunicação social que o ignorou e até o mal tratou.
No concerto do actual regime, José Manuel Coelho é uma carta fora desse baralho. Poderá não ser o trunfo, o ás de copas ou a manilha que decide um jogo de cartas, mas também não é o Joker que muitos desenharam vestido de bobo!

E assim David venceu Golias no Funchal, Machico e Santa Cruz!
Pouco mais há a dizer das eleições para a Presidência da Republica. A tão falada ética republicana não evitou os golpes baixos, as insinuações ordinárias, as palavras rancorosas quando estalou o verniz.

Já estava escrito no livro da Republica, que tem apenas cem anos, que o Prof., Cavaco Silva, sua esposa Dr.ª Maria Cavaco, seus filhos e netinhos, iriam ganhar as eleições.

Como o meu Presidente será sempre um Português que saiba quantos cantos tem os Lusíadas e que sem receio do Cabo das Tormentas tenha a coragem e a sabedoria para ao leme, sorrindo, chamar-lhe Cabo da Boa Esperança ……… obviamente votei em D. João II.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O «petróleo» é do Povo!



Calma aí, quem descobiu «petróleo» foi o povo! A grandes questão que se coloca é esta: vamos nacionalizar, isto é, democratizar o petróleo, entregá-lo ao Povo ou vamos entregá-lo aos imperialistas que nada fizeram na pesquisa da mina?

Aqueles socialistas são mais doidos c'os gauleses e o Astérix juntos. O PND descobriu petróleo e o PS não quer



O PND está indignado e com razão, toda a razão. Numa altura em que o preço do petróleo dispara, o PND diz que descobriu petróleo e os doidos dos socialistas mandam a plataforma ao fundo. Como diria o Jô Soares, é caso para perguntar: «Não gosta de dinheiro?».