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sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Congratulações e desejos de um bom trabalho em prol das populações de Câmara de Lobos
Um brilhante triunfo de Roberto Rodrigues em Câmara de Lobos, eleito vereador pelo CDS, que o consegue pela primeira vez. Desejos de um bom trabalho ao serviço das populações camaralobenses.
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domingo, 11 de outubro de 2009
2009, Santa Cruz, uma câmara ingovernável?

A confirmar-se o que oiço na RTP-Madeira (PSD, 3 vereadores, JPP, 3 vereadores, e PS, 1), vale a pena ler o que aqui escrevi, a 9 de Maio de 2008.
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PS GANHA A CÂMARA DE SANTA CRUZ, JPP EM SEGUNDO LUGAR E PS EM 3º.

Extrapolando os resultados das das secções de voto onde estive, a vereação deverá ficar assim:
PSD - 4 vereadores
JPP - 2 vereadores
PS - 1 vereador.
Parabéns ao PSD e também à candidatura Juntos pelo Povo.
Como também sou um dos derrotados, assumo a responsabilidade que me cabe.
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Acto lamentável, certamente tresloucado e criminoso
Candidato do PS ceifou a vida do cônjuge de uma presidente de junta e candidata do PSD, em Mondim de Basto. O fanatismo em religião, no desporto ou em política, dentro ou fora dos partidos, sempre foi lamentável, condenável e abominável. Mas sem os antecedentes, em qualquer circunstância nenhum deles justifica o acto criminoso. Condolências e reflexão é o que se impõe.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
HAVERÁ ALGUM NO DIÁRIO COM INTERESSES NO INTERIOR DE ALGUM PARTIDO, OU DE ALGUMA FACÇÃO? RESPONDA QUEM SOUBER
E já agora, descubra se isso tem a ver com a não cobertura da candidatura do PS-Santa Cruz! Não estará essa ligação a prejudicar a imagem do Diário?
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A falta cobertura pelo Diário Notícias da força política alternativa no 2ºConcelho da Região será uma página negra nos anais do jornalismo madeirense
Até hoje, terça-feria, o Diário de Notícias, não cobriu nenhuma actividade de campanha da candidatura do PS-Santa Cruz.
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Grosseira manipulação de uma sondagem: a análise política dos resultados
Na mesma edição em que noticia que a actual câmara de Santa Cruz teve uma execução de 44% da obra prometida, o Diário traz também uma sondagem em que os votos expressos no PSD, partido que governa a câmara, é de 43,9%, podendo atingir valores entre os 49 e os 53 por cento, segundo a projecção. A engrenagem político-partidária, como aqui se diz, e bem, impede, todavia, que essa incumprimento tenha reflexos no resultado eleitoral.
Não vale a pena escamotear as dificuldades próprias atribuindo-as aos outros – refiro-me ao PS – o Concelho, as dissidências, a Região, as eleições antecipadas de 2007, o País, a política de austeridade. A existência de outras candidaturas supostamente na nossa área é óbvio que interfere com os resultados eleitorais.
Posto isto, vejamos os factores exógenos:
1. A engrenagem político-partidária: inaugurações, onde o estado se confunde com o partido. A talho de foice, devo dizer que encaro com estupor as actividades do PND em actos oficiais. E a dificuldade resulta de não saber como me decidir em relação a eles, tendo eu uma concepção institucional e mesmo conservadora do exercício do poder e das suas instituições. Ao estupor das acções do PND, estupor recente, acrescente o enorme estupor, estupor antigo, do PSD e do seu aproveitamento de actos oficiais. Cena lastimável é ver o Presidente da Região Autónoma a aplaudir o uso da palavra de um elemento, chamemos-lhe popular, na balbúrdia daí resultante. É deprimente que o Presidente do Executivo, em cujos mandatos se fez neste território obra física e uma revolução social como nunca se tinha visto até hoje em seis séculos de História, submeter-se àquele vexame, mesmo sabendo que teve meios que mais ninguém teve. E não havia necessidade. E não vou dizer, como tenho visto, que “este não é o meu presidente” – em Democracia não há um presidente para cada um, há um e é de todos, visto que todos participam, directamente ou indirectamente, na sua eleição. E o que é uma eleição em Democracia? É uma assembleia de cidadãos que se reúnem para escolher os seus representantes. Uma vez escolhidos, eles são eleitos por todos, uma vez que todos participaram na sua escolha, mesmo que não tenham votado, o que é diferente, no vencedor. Eu não votei em Cavaco Silva, mas participei na sua escolha, na sua eleição, porque eleição é escolha de um, no caso, entre vários. Logo Cavaco não foi votado por mim, mas eu participei na sua eleição, visto que, ao votar, mesmo em outro candidato, à partida, eu aceitava as regras que era considerar eleito o que tivesse mais de metade dos votos. Evoco aqueles que, tendo votado em Freitas do Amaral, em 1986, andavam nos meses seguintes com uma dístico que dizia: “o meu Presidente é outro” e exibiam-no durante uma visita do Presidente da República, Mário Soares – que os interpelou -, a Trás-os-Montes.
2. A Comunicação Social: a Comunicação Social Pública abre com as inaugurações os serviços noticiosos, dá a campanha, cobertura diária a uma candidatura, e dá destaque a uma candidatura de partido por concelho por dia, resultante que as candidaturas concelhias não chegam a duas durante a campanha eleitoral; o diário de notícias não cobriu, até hoje, terça-feira, nenhuma actividade da candidatura do PS-Santa Cruz, dando cobertura (quase) diária a outra candidatura.
Não vale a pena escamotear as dificuldades próprias atribuindo-as aos outros – refiro-me ao PS – o Concelho, as dissidências, a Região, as eleições antecipadas de 2007, o País, a política de austeridade. A existência de outras candidaturas supostamente na nossa área é óbvio que interfere com os resultados eleitorais.
Posto isto, vejamos os factores exógenos:
1. A engrenagem político-partidária: inaugurações, onde o estado se confunde com o partido. A talho de foice, devo dizer que encaro com estupor as actividades do PND em actos oficiais. E a dificuldade resulta de não saber como me decidir em relação a eles, tendo eu uma concepção institucional e mesmo conservadora do exercício do poder e das suas instituições. Ao estupor das acções do PND, estupor recente, acrescente o enorme estupor, estupor antigo, do PSD e do seu aproveitamento de actos oficiais. Cena lastimável é ver o Presidente da Região Autónoma a aplaudir o uso da palavra de um elemento, chamemos-lhe popular, na balbúrdia daí resultante. É deprimente que o Presidente do Executivo, em cujos mandatos se fez neste território obra física e uma revolução social como nunca se tinha visto até hoje em seis séculos de História, submeter-se àquele vexame, mesmo sabendo que teve meios que mais ninguém teve. E não havia necessidade. E não vou dizer, como tenho visto, que “este não é o meu presidente” – em Democracia não há um presidente para cada um, há um e é de todos, visto que todos participam, directamente ou indirectamente, na sua eleição. E o que é uma eleição em Democracia? É uma assembleia de cidadãos que se reúnem para escolher os seus representantes. Uma vez escolhidos, eles são eleitos por todos, uma vez que todos participaram na sua escolha, mesmo que não tenham votado, o que é diferente, no vencedor. Eu não votei em Cavaco Silva, mas participei na sua escolha, na sua eleição, porque eleição é escolha de um, no caso, entre vários. Logo Cavaco não foi votado por mim, mas eu participei na sua eleição, visto que, ao votar, mesmo em outro candidato, à partida, eu aceitava as regras que era considerar eleito o que tivesse mais de metade dos votos. Evoco aqueles que, tendo votado em Freitas do Amaral, em 1986, andavam nos meses seguintes com uma dístico que dizia: “o meu Presidente é outro” e exibiam-no durante uma visita do Presidente da República, Mário Soares – que os interpelou -, a Trás-os-Montes.
2. A Comunicação Social: a Comunicação Social Pública abre com as inaugurações os serviços noticiosos, dá a campanha, cobertura diária a uma candidatura, e dá destaque a uma candidatura de partido por concelho por dia, resultante que as candidaturas concelhias não chegam a duas durante a campanha eleitoral; o diário de notícias não cobriu, até hoje, terça-feira, nenhuma actividade da candidatura do PS-Santa Cruz, dando cobertura (quase) diária a outra candidatura.
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Grosseira manipulação de uma sondagem: os dados objectivos

(carrega na imagem obtida no diário)
Dados objectivos da sondagem:
O PSD volta a ganhar a Câmara
Derrotados: PS, movimento JPP, CDU, MPT
Vereadores:
PSD: 4/5
PS: 2/3
JPP: 0/1
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Grosseira manipulação de uma sondagem: expressões tendenciosas
"o maior derrotado"; "da dinâmica colocada no terreno pelo movimento" (o jornalista sabe do que fala, se fala de "dinâmica"), "o eleitorado tende a premiar o movimento de cidadãos"
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Estratégia do PSD-M visa camuflar o falhança da sua política autárquica


Tive fontes bem informadas que a estratégia do PSD de continuar a insistir em questões nacionais, mesmo em plena campanha autárquica, visa lançar nevoeiro sobre o falhanço da política autárquica do PSD-Madeira,

que, caso as eleições fossem livremente disputadas, poderiam trazer resultados catastróficas ao partido único no governo e nas autarquias.
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Altercação numa candidatura eventualmente ganhadora, embora sem obra

Parece que a coesão naquela candidatura assente na mera propaganda que tanto engoda os tolos com papas e bolos - aquele cartaz tarte de natas - parece estar profundamente comprometida, havendo profundas profundas divergências sobre a estratégia eleitoral a seguir. Segundo as minha fontes, alguns elementos consideram que foi tarde para o terreno, que os cartazes são um desastre e um atentado ao visual, que ninguém sabe quem manda ali, que os dois primeiros já só pensam no futuro - um fisga-se para o lugar do primeiro e o primeiro fisga-se para o lugar do Outro. Enfim, o povo que espere ou que se esmere que ninguém se lhe refere, tarte cortada.
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
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