Mostrando postagens com marcador ENSINO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ENSINO. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 10 de junho de 2010

sábado, 13 de junho de 2009

Estudo

.

Sente-se, avalie a matéria que tem para estudar e de quanto tempo dispõe,faça uma organização estruturada, mental ou anotada dos conteúdos, estabeleça metas por etapas, com controlo do tempo, verifique se as etapas está a ser cumpridas, recupere os atrasos, usufrua dos avanços, cumpra os objectivos, ganhe a corrida, seja feliz.

sábado, 30 de agosto de 2008

Boa notícia para a educação


Coisas que nunca se irá ler num blogue de comparações com os Açores:

"Há novas regras de acção social educativa (ASE) para o ano lectivo 2008-2009. Foram alargados os limites dos escalões subsidiados e os benefícios abrangem o quarto escalão, anteriormente não apoiado. Para facilitar o acesso à Educação, está também garantido o apoio no transporte escolar mesmo aos alunos que residam a apenas um quilómetro do estabelecimento de ensino, caso para aceder à escola haja um percurso difícil a percorrer.

A novidade, anunciada ontem pelo secretário regional da Educação e Cultura, na conferencia de imprensa de apresentação do ano lectivo, vai permitir aumentar o número de famílias apoiadas. "No 1º ciclo, 50 por cento das crianças estão no chamado escalão quatro", exemplificou Francisco Fernandes, acrescentando que neste escalão, as crianças não têm de pagar pelos manuais escolares, estes são entregues pela escola.

Segundo Francisco Fernandes, o limite dos escalões de ASE aumentou cerca de 20 a 30%, passando a abranger famílias cujos rendimentos não permitiam ter direito à acção social educativa.

Transporte a 1 km da escola

Enquanto que a nível nacional os apoios ao transporte escolar estão apenas assegurados aos alunos que residam a quatro quilómetros do estabelecimento de ensino que frequentam, na Região, foi criado um regime excepcional que reduz este limite para apenas um quilómetro.

De acordo com o secretário regional da Educação e Cultura, para que os alunos possam usufruir de apoios ao transporte escolar, têm de residir a dois quilómetros do local de ensino. No entanto, este patamar dos dois quilómetros anteriormente definidos pode ser quebrado "em função da especial dificuldade de acesso que alguns percursos podem registar".

Ano arranca com 52 mil alunos

Segundo os dados provisórios da Secretaria Regional da Educação, estão matriculados 51 834 alunos na Região. As creches e os jardins-de-infância abrem as portas já na próxima segunda-feira. As crianças em idade do pré-escolar terão que esperar pelo dia 10 de Setembro, e para os restantes, o ano lectivo arranca a 22 de Setembro.

Nesta data entrarão em funcionamento as duas escolas que estão no momento em remodelação, a Escola Básica do 1º ciclo com Pré-Escolar da Seara Velha, no Curral das Freiras, e a Escola Básica do 1º ciclo com Pré-Escolar do Rancho Caldeira, em Câmara de Lobos. A remodelação total do parque escolar regional, iniciada em 1993, estará concluída até 2011, garantiu Francisco Fernandes."


Andreia Nóbrega in Diário de Notícias
Publicada por BaBy_BoY_sWiM em 7:22 AM

(notícia obtida aqui)

Post Scriptum - o título de Orwell, que é alheio à nossa polémica, não é com ninguém em especial mas com todos aqueles que triunfam contra os princípios democráticos, tenham a cor que tiverem: como diz Milan Kundera, "todo o poder tem o seu kitch" de se julgar o melhor, e isso é que me é insuportável (leia o artigo do Pacheco Pereira de hoje no Público e (re)veja este vídeo); quando à graça da nota, é claro que nada a ver com o Acordo, mas feito com o seu acordo; ah, a minha postagem que deu origem ao seu comentário auto-avaliei-me em 13, o que acha? Mande sempre.

domingo, 25 de maio de 2008

PROFESSORES TITULARES VIRTUAIS

Professores titulares virtuais

(PUBLICADO NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS A 27 DE MAIO DE 2008)

Há diferenças entre o Estatuto da Carreira Docente Regional e o Nacional: para pior, virtualmente. Na verdade, a prova pública de acesso ao 6º. Escalão consagra, nas linhas estruturantes da carreira, o princípio da diferenciação vertical que o Estatuto nacional tão contestado, e bem, propõe. Ou seja, se não existe a consagração explícita de professores titulares no Estatuto Regional da Carreira, ela não deixa de existir virtualmente, não deixando os professores de se submeterem a uma prova pública, de cujos efeitos se aperceberão no futuro, através da praxis. Ou seja, no Continente temos Professores Titulares reais, na Madeira, sem consagração na legislação de forma explícita, temos os Professores Titulares Virtuais.
Por outro lado, a contagem do tempo de serviço, tal como aconteceu nos Açores, tem de ser aprovada pelo Governo na Assembleia Regional, ou viabilizando a proposta do PS que está no parlamento da Região ou através de proposta autónoma, porque o essencial para os professores é que essa contagem se faça.
Em terceiro lugar, entendo que é necessário, mais cedo do que tarde, desencadear um mecanismo de revisão profunda do Estatuto Regional da Carreira docente em todos os seus aspectos. Por isso, lanço um desafio aos sindicatos dos docentes – Sindicato Democrático dos Professores, Sindicato dos Professores Licenciados e Sindicato dos Professores da Madeira, em cuja direcção confio plenamente: constituam, quanto antes, uma espécie, de “Frente Comum” que desencadeie, agora em condições mais tranquilas do ponto de vista político, um processo negocial com o Governo da Região em vista a rever o Estatuto dos Professores, em que não deve deixar de ser equacionado, se tal vier a ser necessário, um processo de luta em que a greve e as manifestações são duas formas normais no mundo laboral. Façam-no em nome do interesse dos professores e do Ensino.

REVISÃO DO ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE NA REGIÃO, UMA QUESTÃO URGENTE


O professor André Escórcio chama a atenção, e muito bem, para uma questão para a qual desde início venho alertando: o exame de passagem para o 6º. escalão da Carreira Docente, na verdade uma verdadeira forma encapotada da criação não assumida de professores titulares, que, se existem no Continente explicitamente, existem virtualmente na Madeira. Sim, não tenhamos dúvidas: a carreia docente na Madeira mantém a mesma estrutura que no Continente, só que disfarçada. Sim, não tenhamos dúvidas: HÁ virtualmente PROFESSORES TITULARES NA MADEIRA, e a Prova Pública é a marca disso. Com uma agravante: ela, pode vir transformar-se numa forma de poder e pressão inadmissível sobre os professores, intolerável a vários níveis. Ela pode ser mesmo mais insuportável para os professores do que o que existe a nível nacional, com as quotas objectivadas. Ou seja, se em teoria todos os professores passam para o 6º escalão na Madeira, na prática, essa decisão compete a um júri, com todo o que isso implica, se não forem acautelados determinadas condições, o que pode levar a que ninguém aceda ao 6º escalão, e, ainda por cima, o governo não assumirá o ónus político da questão, fazendo impender sobre os professores e a sua competência profssional a decisão subtilmente anunciada na ALR. Assisti ao debate, e não me esqueço do que disseram os deputados Jorge Moreira e Jaime Filipe Ramos, sempre em todas: é simples, se os professores tiverem condições excelentes, passam. Senão..., foi a ideia que defenderam. Estamos a ver a reserva mental. Isto tem de ser denunciado e não menorizado. Por isso também discordo da proposta do BE que vai no sentido de tornar aceitável o que o não é. Defendo que o Partido Socialista deve opor-se a isto, por todos os meios, junto da classe docente.