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sexta-feira, 19 de março de 2010

Os jornalistas do dossier de imprensa são tão imparciais mas tão imparciais que são capazes de falar da suspensão do jornal TVI/MMG e...

... nada dizerem da sua própria suspensão em período eleitoral!

Grave lacuna da Comissão de Ética/TVI/suspensão jornal nacional ao não convocar o Dossier de Imprensa: de suspensão percebem eles

Coragem têm os do dossier de imprensa ao bater na capital da Lusitânia. E na Oceânia e pequena Ilha? Isso era covardia,não se bate em meios pequenos!

Aquilo do Dossier de Imprensa 'tá sempre a falar de Lisboa não é por caso - é para se vingar do MST por 'tar sempre a falar da Madeira. Toma!

Exportem o "Dossier de Imprensa" e façam crescer o PIB regional (desde que, por causa disso, Bruxelas não nos tire fundos)!

Quais Tavares (Miguel), quais Marcelos, quais Vitorinos; quais Luís Delgados, quais Ricardos Costas, quais Nicolau Santos, quais António José Teixeiras - a República é devidamente esmiuçada, esventradas e espartilhada nesse programa de nível nacional, quiça europeu e à escola global, não direi interplanetário, também não exageremos, que, depois, até podia parecer ironia, por esses doutos e esclarecidos "opinion makers" (a coisa vai em estrangeiro que fia mais fino) que dão pelo nome de Ricardo, Nicolau, Jorge, Roque Lino - aí sim, o Portugal em crise é deitado devidamente no divã e sujeito a uma psicanálise exaustiva e infrene até que toda a verdade do seu ser seja devidamente escalpelizada. Pena é que o País, a Europa e o Mundo não conheçam a lusa verve opinativa de tais seres: Lusitânia com eles, fora - da Madeira, claro! - rumo à fama e à merecida glória da capital do Império!
Isto merece uma adaptação da estância d'Os Lusíadas dedicada à Ilha que tanto enlevaria Vénus se dela houvera conhecimento

("Passamos a grande Ilha da Madeira,
Que do muito arvoredo assim se chama;
Das que nós povoamos a primeira,
Mais célebre por nome do que por fama.
Mas nem por ser do mundo a derradeira,
Se lhe avantajam quantas vénus ama;
Antes, sendo esta sua, se esquecera,
De Cypro, Guido, Paphos e Cythera."


"Os Lusiadas", Canto V)

Adaptação em homenagem aos mais do que entendidos em coisas da Lusitânia:

"Passamos a grande Ilha da Opinadeira,
Que da muita verborreia dossieira assim se chama;
Do muito que ali se ouve não há bilhardeira,
Mais veloz na maledicência nem na fama.
Mas nem por ser um programa da RTP-Madeira,
Se lhe interessa quanto aqui se trama;
Antes, sendo rubrica regional de cá se esquecera,
e com coisas da estranha Lisboa se entretera"


"Os Lusiadas", Canto V

Proponho então a exportação deste programa, a bem do crescimento do PIB regional. Para opinar sobre a Madeira, venham outros que saibam do que aqui se passa, que estes não passam!.

(P.S. - nota, eu não vi o programa, juro!)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

AO CUIDADO DO DOSSIER IMPRENSA - NICOLAU, ROQUE, RICARDO, A. JORGE:PCP: Exclusão de "Prós e Contras" motiva queixa à ERC

RTP
PCP: Exclusão de "Prós e Contras" motiva queixa à ERC
por LusaOntem



O PCP vai apresentar uma queixa à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) e solicitar um encontro com a direcção de informação da RTP por não ter sido convidado para o programa "Prós e Contras" de segunda-feira.

Para o partido, a exclusão do PCP do debate dedicado ao tema "Prioridades da Governação" constitui uma atitude de discriminação e silenciamento das posições do PCP incompatível com as obrigações de pluralismo e isenção" a que a estação pública está obrigada, lembrando que estiveram presentes representantes do PS, PSD e BE.

"O PCP perante a gravidade desta atitude de discriminação por parte da RTP, para além da queixa entregue à Entidade Reguladora para a Comunicação Social para que proceda em conformidade, vai solicitar um encontro com a Direcção de Informação da RTP", salienta o partido, em comunicado hoje divulgado.

Os comunistas consideram a exclusão "tanto mais grave" por a RTP ter

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

domingo, 6 de setembro de 2009

No essencial, a minha convicção democrática mantém-se

Eu não receio ser acusado de mudar de opinião, não é isso, digo é que a afirmação generalista de que uma pessoa muda de opinião várias vezes implica o conceito de que é pouco consistente nas suas convicções. Os meus camaradas, Ilustre Senhor, devem ser tidos em conta mesmo quando divergem. Fez bem em citá-los, sem exemplos embora, como auxílio de prova. A pouco importância que dá à liberdade de opinião talvez explique a forma ligeira como me atribui a inconstância de pontos de vista. Mas já agora, em abono do que diz, os meus Camaradas, dizem, com muita piada, que nem sempre concordo comigo. De resto, nem a Si, nem a mim, compete encerrar o assunto da liberdade de expressão na Madeira, sob a forma de opinião. Infelizmente, este é um assunto em aberto desde 1974, não tão grave como desde 1926!

Post scriptum - eu posso mudar de opinião e ser incoerente, mas há que reconhecer que o Senhor é coerente. E, sendo assim, deve ter achado normal o que aconteceu com Marcelo na TVI no tempo de Paulo/Santana - aquilo também era um programa de opinião!

eu não repito os mesmos argumentos para o mesmo assunto

Recomendo nova leitura aqui (pertença a órgãos de âmbito regional do PS, facto objectivo de somenos) ou aqui (sobre se confundo opinião com informação).
Mas dando de barato que não sou capaz de as distinguir, pronto, não há nada a fazer, pergunto: então a liberdade de expressão não é tão importante se for liberdade de opinião? Aqui devo também estar confundido.

sábado, 5 de setembro de 2009

Sondagem: a que se deve a suspensão do Dossier de Imprensa

No lado esquerdo deste blog, participe no inquérito: que motivos estão na origem da suspensão do Dossier de Imprensa até depois das eleições.

"Confundir opinião com informação"

Não, eu não confundo. Nem sequer atribuo nem sou capaz de o fazer prioridade de uma relação à outra. Ambas participam da mesma exigência - a da liberdade de expressão. Agora o que eu não confundo nem distingo é a liberdade de expressão atribuindo-lhe mais importância em Lisboa e menos importância se for na Madeira, isso não. Por uma questão de respeito pela minha dignidade de madeirense. Em Lisboa (órgãos de soberania), podem fazer isso em relação à Madeira e aos madeirenses: se um membro do governo faz uns corninhos, isso é grave, porque é em Lisboa, se fosse na Madeira, ah, qual é o mal?. Eu não pactuo com isso.

Clarificação

1. Esclarecimento: dou eu - não sou membro dos órgãos regionais do PS desde 2002. Sou membro da Comissão Política de Santa Cruz e apenas.

2. Esclarecimento: peço eu - "o Miguel (...) muda de opinião muitas vezes" - isto é uma afirmação generalista. Baseado em quê, em que exemplos concretos se faz esta generalização?

Regra de três complexa com raciocínio simples. Ou simplório?

Então é assim:


Sócrates criticou o jornal de 6ª.O jornal de 6ª. acabou. Logo Sócrates é culpado.
Eu critiquei o Dossier Imp. O Dossier está suspenso. Logo eu devia ficar satisfeito.


Pergunta:
Quem está certo: eu ou o Sócrates?

Quantos são? Quantos são?


Este e este não perdem por esperar, agora vou tomar um cafezinho, depois da xícara de café, comprar o Expresso e uma reunião de candidatura.
P.S.
Espero uma do outro, à Sancho, sem contemplações!

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Os Cinco voltam à TV


Roque, Ricardo, António Jorge, Marsílio e Nicolau. Tudo bons rapazes e bons jornalistas, hoje na TV. E só um é de Santa Cruz, que eu tenha conhecimento... E na era da globalização, também isso o que interessa. Claro que interessa!