domingo, 15 de março de 2009
RTP-Açores denuncia conjura do silêncio entre armadores e Governo Açoriano do PS
Vi no blogue Farpas: oiça aqui.
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A INFORMAÇÃO PÚBLICA AO SERVIÇO DO PODER
CDU e Ilda Figueiredo querem a Madeira de novo no objectivo 1 - uma ideia que defendo há muito junto de alguns socialistas mas não fui ouvido

Lido aqui.
Diz ainda o Diário de Notícias:
"
menos milhões em má altura
O III Quadro Comunitário de Apoio (QCA III) para o período 2000-2006 garantiu fundos estruturais à Madeira com base no Objectivo 1 - promover o desenvolvimento e o ajustamento estrutural das regiões com atraso de desenvolvimento. Assim, o POPRAM III tinha um total de 741 milhões de euros de quatro fundos (FEDER, FSE, FEOGA-O e IFOP), enquanto o INTERREG IIIB tinha 32 milhões financiados pelo FEDER.
O actual Plano de Desenvolvimento Económico e Social (PDES) para 2007-2013, não tirou tanto do que se esperava à Madeira, deixando-a num patamar intermédio ('phasing in'). Garantiram-se 302,5 milhões no programa Intervir+ (FEDER) e 125 milhões no Rumos (FSE), além de 100 milhões para redes e equipamentos estruturantes, financiado pelo Fundo de Coesão, e o programa que junta a Madeira, os Açores e Canárias, também financiado pelo FEDER em 5.2 milhões".
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eleições europeias
sábado, 14 de março de 2009
O problema não está nos salários
Lido aqui.
Vítor Bento, que já no passado Outono se manifestava contra a subida do salário mínimo, prescreve um congelamento ou mesmo redução dos salários como forma de Portugal escapar à crise. Parece piada... Num contexto de crise internacional profunda, com a procura internacional deprimida, é irresponsável avançar com este tipo de proposta. Porque não tenhamos ilusões, quando Vítor Bento fala de redução de salários, está a falar dos miseráveis salários pagos pelos grandes exportadores nacionais, como é o sector têxtil. Já nem discuto a relação subjacente, no mínimo discutível, entre custos salariais e competitividade de uma economia. Também não quero discutir a imoralidade de pedir tal ajustamento a quem ganha 500 ou 600 euros por mês no país mais desigual da Europa Ocidental. O que me parece evidente é que qualquer redução dos salários em Portugal teria como efeito imediato a redução da procura interna, única variável que, no presente, consegue ainda suavizar um pouco a abrupta queda das nossas exportações. Se esta crise, a maior desde 1929, já é grave, mais terrível se tornaria. O que precisamos é, pelo contrário, um combate à desigualdades efectivo que valorize os piores rendimentos e dinamize a procura.
Vítor Bento, que já no passado Outono se manifestava contra a subida do salário mínimo, prescreve um congelamento ou mesmo redução dos salários como forma de Portugal escapar à crise. Parece piada... Num contexto de crise internacional profunda, com a procura internacional deprimida, é irresponsável avançar com este tipo de proposta. Porque não tenhamos ilusões, quando Vítor Bento fala de redução de salários, está a falar dos miseráveis salários pagos pelos grandes exportadores nacionais, como é o sector têxtil. Já nem discuto a relação subjacente, no mínimo discutível, entre custos salariais e competitividade de uma economia. Também não quero discutir a imoralidade de pedir tal ajustamento a quem ganha 500 ou 600 euros por mês no país mais desigual da Europa Ocidental. O que me parece evidente é que qualquer redução dos salários em Portugal teria como efeito imediato a redução da procura interna, única variável que, no presente, consegue ainda suavizar um pouco a abrupta queda das nossas exportações. Se esta crise, a maior desde 1929, já é grave, mais terrível se tornaria. O que precisamos é, pelo contrário, um combate à desigualdades efectivo que valorize os piores rendimentos e dinamize a procura.
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A CRISE SOCIAL NA MADEIRA
sexta-feira, 13 de março de 2009
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