O primeiro feriado a ser anulado deve ser o 25 de Dezembro, pois sem o respectivo subsídio não faz sentido comemorar tristezas!
Depois o 1 de Maio, uma vez que estamos praticamente com a maioria dos trabalhadores no desemprego!
O 25 de Abril deve ser só considerado tolerância de ponto entre as 00H00 e as 6H00 da manhã!
O 10 de Junho, Dia de Portugal deve ser eliminado, uma vez que quem manda nisto é a troika!
Devemos manter-nos inflexíveis na defesa do 1 de Novembro, pois é o dia dos mortos!
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
terça-feira, 13 de julho de 2010
O Admirável mundo novo de Passos Coelho
Passos Coelho já tem a solução: baixa de reformas e salários sem direito à saúde e à educação. Quem tem dinheiro estuda e trata-se, quem não tem, fica analfabeto e morre.
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PPC já tem solução para a crise: corte de 30% nos salários dos médicos, enfermeiros, polícias, guardas, contagem do voto em branco
Além de querer pôr as famílias a pagar do seu bolso os estudos e a educação, e quem não tem dinheiro não estudo nem se trata, como no tempo de Salazar, Pedro Passos Coelho quer baixar os vencimentos - e depois as reformas, certamente - em 30%.
(carregue sobre o texto seguinte e veja a notícia no Público)
Foi uma tarde sombria. Pelos discursos. Pelo pessimismo dos convidados do PSD para reflectir nas jornadas parlamentares sobre os bloqueios do país e a alternativa ao PS. Um dele, o antigo ministro Ernâni Lopes, chegou a gelar a sala com a proposta de redução de 15 a 20 por cento nos salários da função, incluindo os políticos. Campos e Cunha, o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, falou de economia, mas também ele gelou a sala com a ideia de a Assembleia ter um número de deputados variável, tendo em conta o voto em branco, ou ainda o cálculo de ordenados dos políticos com base numa média do IRS, acrescida de 25 por cento.
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Foi uma tarde sombria. Pelos discursos. Pelo pessimismo dos convidados do PSD para reflectir nas jornadas parlamentares sobre os bloqueios do país e a alternativa ao PS. Um dele, o antigo ministro Ernâni Lopes, chegou a gelar a sala com a proposta de redução de 15 a 20 por cento nos salários da função, incluindo os políticos. Campos e Cunha, o ex-ministro das Finanças de José Sócrates, falou de economia, mas também ele gelou a sala com a ideia de a Assembleia ter um número de deputados variável, tendo em conta o voto em branco, ou ainda o cálculo de ordenados dos políticos com base numa média do IRS, acrescida de 25 por cento.
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