"Um murro no estômago", disse ele. Mas esse mentecapto julgou mesmo que a culpa era do Sócrates. Estava então convencido que roubava aos trabalhadores o subsídio de natal e tinha o rating a saltar. E eu a julgar que ele era só demagogo, afinal é asno. Não percebe que a questão é europeia, ninguém lhe disse que o poder dele nesta crise é zero, que não manda nada. É um palhaço e não sabe!
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Palhaço!
"Um murro no estômago", disse ele. Mas esse mentecapto julgou mesmo que a culpa era do Sócrates. Estava então convencido que roubava aos trabalhadores o subsídio de natal e tinha o rating a saltar. E eu a julgar que ele era só demagogo, afinal é asno. Não percebe que a questão é europeia, ninguém lhe disse que o poder dele nesta crise é zero, que não manda nada. É um palhaço e não sabe!
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quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Oposição exige eleições antecipadas e quer mandar essa dona de casa, Ângela Merkel, para casa lavar pratos e descascar batatas. Oxalá!
Oposição exige antecipar eleições
O momento de glória de Angela Merkel chegou ao fim. Criticada pela gestão da crise e cada vez menos consensual dentro da coligação com os democratas liberais, a chanceler alemã foi agora atacada, com uma dureza sem precedentes, pelo líder da oposição, Frank-Walter Steinmeier, que exige eleições antecipadas.
0h30Nº de votos (0) Comentários (0) Por:F. J. Gonçalves com agências
Em duas entrevistas a diários alemães, o antigo chefe da diplomacia classificou o governo de Merkel como o pior desde a Segunda Guerra Mundial. "É um fracasso. E logo que aceitem esse facto, a solução mais lógica será fazer eleições antecipadas", afirmou Steinmeier, concluindo, contundente: "A actual coligação é um cego a guiar um coxo. Mas o pior é que vão prolongar o mais possível a permanência no poder, pois sabem que se os eleitores tivessem a palavra agora os desalojariam do governo".
Steinmeier, que na anterior legislatura chefiou os Negócios Estrangeiros num governo de coligação do SPD com a CDU de Merkel, criticou ainda a escolha de Christian Wulff para suceder a Horst Köhler na presidência da Alemanha. Em sua opinião, Wulff será derrotado e isso será o xeque-mate que derrubará Merkel.
SAIBA MAIS
UM PAÍS DIVIDIDO
Vinte anos após a reunificação, a Alemanha continua dividida entre um leste mais pobre e um oeste mais rico e desenvolvido.
1923
início de uma crise económica na Alemanha que abriu o caminho do poder a Hitler, em 1933.
O FIM DO IMPÉRIO
A derrota na Grande Guerra, em 1918, marcou o fim do poder imperial alemão. Após um ano de revolução, foi criada a República de Weimar.
MERKEL, DE MAIS PODEROSA A CONTESTADA
Em Setembro de 2009, a ‘Forbes’ nomeou-a, pelo quarto ano consecutivo, a mulher mais poderosa do mundo. Mas a chanceler Angela Merkel, que há sete meses encetou a segunda legislatura, levou outro tanto tempo a passar da glória ao descrédito. Foi criticada por demorar na decisão sobre o pacote de ajuda à Grécia e agora são os parceiros de coligação a atacá-la por recusar aumentar os impostos. Para culminar, os sociais-democratas do SPD, líder da oposição, preparam o assalto ao poder e apostam já num cenário de eleições antecipadas. O fim parece iminente.
O momento de glória de Angela Merkel chegou ao fim. Criticada pela gestão da crise e cada vez menos consensual dentro da coligação com os democratas liberais, a chanceler alemã foi agora atacada, com uma dureza sem precedentes, pelo líder da oposição, Frank-Walter Steinmeier, que exige eleições antecipadas.
0h30Nº de votos (0) Comentários (0) Por:F. J. Gonçalves com agências
Em duas entrevistas a diários alemães, o antigo chefe da diplomacia classificou o governo de Merkel como o pior desde a Segunda Guerra Mundial. "É um fracasso. E logo que aceitem esse facto, a solução mais lógica será fazer eleições antecipadas", afirmou Steinmeier, concluindo, contundente: "A actual coligação é um cego a guiar um coxo. Mas o pior é que vão prolongar o mais possível a permanência no poder, pois sabem que se os eleitores tivessem a palavra agora os desalojariam do governo".
Steinmeier, que na anterior legislatura chefiou os Negócios Estrangeiros num governo de coligação do SPD com a CDU de Merkel, criticou ainda a escolha de Christian Wulff para suceder a Horst Köhler na presidência da Alemanha. Em sua opinião, Wulff será derrotado e isso será o xeque-mate que derrubará Merkel.
SAIBA MAIS
UM PAÍS DIVIDIDO
Vinte anos após a reunificação, a Alemanha continua dividida entre um leste mais pobre e um oeste mais rico e desenvolvido.
1923
início de uma crise económica na Alemanha que abriu o caminho do poder a Hitler, em 1933.
O FIM DO IMPÉRIO
A derrota na Grande Guerra, em 1918, marcou o fim do poder imperial alemão. Após um ano de revolução, foi criada a República de Weimar.
MERKEL, DE MAIS PODEROSA A CONTESTADA
Em Setembro de 2009, a ‘Forbes’ nomeou-a, pelo quarto ano consecutivo, a mulher mais poderosa do mundo. Mas a chanceler Angela Merkel, que há sete meses encetou a segunda legislatura, levou outro tanto tempo a passar da glória ao descrédito. Foi criticada por demorar na decisão sobre o pacote de ajuda à Grécia e agora são os parceiros de coligação a atacá-la por recusar aumentar os impostos. Para culminar, os sociais-democratas do SPD, líder da oposição, preparam o assalto ao poder e apostam já num cenário de eleições antecipadas. O fim parece iminente.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Portugal já saiu do clube da bancarrota
Depois de ontem ter descido para 10º lugar à hora de fecho do mercado dos derivados relativos à dívida soberana, a Califórnia substituiu hoje o nosso país nesse último lugar no clube do risco de bancarrota. A Roménia mantém-e em 8º lugar.
Portugal conseguiu finalmente sair do clube da bancarrota
Portugal conseguiu, finalmente, sair do clube do risco de bancarrota na sessão da tarde de hoje do mercado financeiro ligado à dívida soberana. Situação que se manteve no fecho do mercado.
Este desfecho positivo para o país ocorreu depois de ontem (9/06) ter oscilado entre a 7ª e a 10ª posições, num sintoma da alta volatilidade que efecta as expectativas dos investidores. Portugal foi substituído no último lugar pelo estado da Califórnia.
Dos países da União Europeia, mantêm-se no TOP 10 mundial do risco de default (incumprimento da dívida soberana, no caso, num horizonte de cinco anos) a Grécia (que pertence à zona euro), em 3º lugar, apesar de algum desanuviamento, a Roménia em 8º e a Letónia em 9º.
A entrada da Roménia para este grupo reflectiu uma abertura de uma "nova frente" de percepção de risco que não abrange só membros da zona euro.
Portugal conseguiu finalmente sair do clube da bancarrota
Portugal conseguiu, finalmente, sair do clube do risco de bancarrota na sessão da tarde de hoje do mercado financeiro ligado à dívida soberana. Situação que se manteve no fecho do mercado.
Este desfecho positivo para o país ocorreu depois de ontem (9/06) ter oscilado entre a 7ª e a 10ª posições, num sintoma da alta volatilidade que efecta as expectativas dos investidores. Portugal foi substituído no último lugar pelo estado da Califórnia.
Dos países da União Europeia, mantêm-se no TOP 10 mundial do risco de default (incumprimento da dívida soberana, no caso, num horizonte de cinco anos) a Grécia (que pertence à zona euro), em 3º lugar, apesar de algum desanuviamento, a Roménia em 8º e a Letónia em 9º.
A entrada da Roménia para este grupo reflectiu uma abertura de uma "nova frente" de percepção de risco que não abrange só membros da zona euro.
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sábado, 5 de junho de 2010
Eureka!: Ministro alemão defende agência europeia de notação (rating, como se diz em português) e acha que o sistema anglo-saxónico falhou

A Alemanha também é a favor de uma agência europeia de notação de risco (rating)...
Estamos desapontados com o comportamento das agências de rating anglo-saxónicas. Acho que temos de reforçar competências e deveremos reforçar a concorrência com soluções europeias. Em geral somos da opinião que as agências de rating não são um oráculo.
Eureka: As agências de rating dão [deram!]melhor nota do que deveriam.
Já disse que a especulação não é a causa mas o sintoma da crise, mas agências de notação de risco são parte do clima especulativo. Em que é que uma agência europeia poderia mudar isso?
O sistema anglo-saxónico falhou. O caso Lehman Brothers diz-nos que eles deveriam ter sabido que os principais investimentos não deveriam ter sido sobrevalorizados. Isto mostra que há certos incentivos nesse sistema que dão melhor nota do que deveriam. A única solução para isto é uma concorrência mais eficaz que dê àqueles que exigem notação várias alternativas de informação.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Propostas pouco ortodoxas ao Banco Central Europeu

1. Comprem mais títulos da dívida pública como fizeram a 7 de Maio;
2. Imprimam moeda;
3. Inflaccionam a economia;
4. Provoquem, por essa via, a desvalorização das dívidas soberanas.
Helena Garrido
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Resolver a crise, pagar a dívida: mais salários, mais procura, mais inflação
La solución alternativa es el aumento muy notable de la demanda (a base de aumentar la masa salarial y el gasto público), permitiendo una inflación moderada y que estimule el crecimiento económico, con el cual pagar la deuda, con el establecimiento, además, de bancas públicas que garanticen el crédito. Y a esto la banca dice que ni pensarlo, y todos los grandes medios de persuasión, a pies juntillas, dicen AMÉN. Los cinco rotativos más importantes del país han escrito editoriales apoyando las propuestas del Fondo Monetario Internacional, el centro (junto con el BCE) de la ortodoxia neoliberal hoy en el mundo. Y así nos va.
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Tem os salários mais baixos e paga mais impostos? Agradeça aos Bancos da Alemanha!
el tesoro del gobierno Obama, el Sr. Timothy Geithner ha pedido que se someta a la banca europea (y muy en especial a la banca de los países del centro de la Eurozona) a una prueba de estrés, como la que se realizó en EE.UU. De ahí que lo que los banqueros alemanes (y el BCE) quieren, por encima de todo, que se les pague, a costa de disminuir el gasto público y los salarios de los países, no sólo periféricos sino centrales, incluyéndose su propio país.
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Querem resolver a crise do Sul? Paguem mais aos trabalhadores alemães!
la Ministra de Economía del gobierno francés, la Sra. Christine Lagarde, “el problema actual es el estancamiento de la demanda en Alemania debido a que los salarios no han crecido. Es importante y urgente que crezcan”. No podía haberse dicho mejor.
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Balança de pagamentos Grécia, Espanha, Portugal: como equilibrá-la se a Alemanha não importa?
"la demanda interna, mediante la subida de salarios y el aumento del gasto público (...) un crecimiento económico basado en el crecimiento de la demanda interna, (:::) habría corregido el excesivo saldo negativo de la balanza de pagos que tienen los países periféricos, origen, en parte, de sus problemas.
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Quem é responsável pela bolha imobiliária espanhola? A Banca Alemã! Pois...
Qué ha hecho la banca alemana con tantos euros? Varias cosas. Una de ellas es prestarlos a los países mediterráneos. El flujo de liquidez (dinero de los bancos alemanes a los españoles, por ejemplo) ha sido enorme. Este flujo ayudó a la banca española a establecer el complejo bancario-inmobiliario-industria de la construcción, un complejo altamente especulativo que creó la burbuja inmobiliaria y que fue el motor de la economía española. Otra cosa que hizo la banca alemana fue comprar la deuda externa a intereses elevados en el caso de los países mediterráneos. La mayoría de la deuda de estos países es propiedad de la banca alemana (y francesa). Y, por si fuera poco, el capital alemán además de lo anterior invirtió directamente en actividades especulativas de tipo inmobiliario en los países periféricos. Parte del destrozo de las costas españolas fue financiado con capital alemán.
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O núcleo do problema: A Alemanha: contenção salarial,motor da economia nas exportações,excedentes, compra dúvida externa dos PIGS,endividamento destes
No es Grecia, ni España el problema. Lo es Alemania
Este artículo señala que, en contra de lo que se está indicando en los mayores fórums donde la sabiduría convencional se reproduce, la causa mayor de la crisis de la eurozona no está en la “exhuberancia” de gasto público y “excesivos” salarios de los países periféricos sino en la escasa demanda doméstica existente en los países situados en el centro de tal zona, y muy en especial Alemania. El estancamiento de los salarios (con disminución de la rentas del trabajo) consecuencia de las políticas de los gobiernos Schröder y Merkel, ha creado un enorme problema de demanda, siendo las exportaciones el único motor de la economía de aquel país. El gran crecimiento de las rentas del capital en Alemania y su gran dependencia en las exportaciones ha significado una gran concentración de capital que se ha utilizado, no en mejorar la masa salarial, sino en exportarla a otros países comprando deuda externa de los países periféricos e inyectando liquidez en los bancos de estos países enormemente endeudados. La crisis actual, con las demandas de austeridad en los países periféricos es el intento de los bancos centrales de recuperar sus fondos. La ayuda de la UE y del FMI es un préstamo a los estados para que paguen sus deudas a aquellos bancos (de Alemania)..
Este artículo señala que, en contra de lo que se está indicando en los mayores fórums donde la sabiduría convencional se reproduce, la causa mayor de la crisis de la eurozona no está en la “exhuberancia” de gasto público y “excesivos” salarios de los países periféricos sino en la escasa demanda doméstica existente en los países situados en el centro de tal zona, y muy en especial Alemania. El estancamiento de los salarios (con disminución de la rentas del trabajo) consecuencia de las políticas de los gobiernos Schröder y Merkel, ha creado un enorme problema de demanda, siendo las exportaciones el único motor de la economía de aquel país. El gran crecimiento de las rentas del capital en Alemania y su gran dependencia en las exportaciones ha significado una gran concentración de capital que se ha utilizado, no en mejorar la masa salarial, sino en exportarla a otros países comprando deuda externa de los países periféricos e inyectando liquidez en los bancos de estos países enormemente endeudados. La crisis actual, con las demandas de austeridad en los países periféricos es el intento de los bancos centrales de recuperar sus fondos. La ayuda de la UE y del FMI es un préstamo a los estados para que paguen sus deudas a aquellos bancos (de Alemania)..
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