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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Qual o meio de C. Social que, não obstante os vários partidos, considera que só há um Candidato Presidente do Governo? Qual é?


Qual é o meio de comunicação social e qual o candidato? Adivinhem. Uma pista: teve um encarte comercial ultimamente.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Um motivo satisfação pelo ingresso de Carlos Pereira

Carlos Pereira diz que a principal razão para a inscrição do PS é a "candidatura" de Maximiano. O que não diz mas que se percebe é que essa inscrição visa colmatar, na opinião pública, a brecha da minha demissão - por causa da mesma. Isso dá-me satisfação, significa que alcancei, em cheio, o objectivo de causar impacto sobre ela. Presunção? Alguma proporcionalidade, mas longe dos níveis normais dessa clique.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Kit para os tecnocratas neoliberais que se têm inscrito no PS

Devido ao número de tecnocratas neoliberais que se têm inscrito no PS aqui vai um kit para que conheçam o hino da Internacional Socialista e os pontos essenciais do história do PS.
Ficam a saber, talvez não saibam, que o objectivo final do PS, é uma sociedade socialista onde desapareça a exploração do homem pelo homem. Não se assustem, que isso não é para já. Ainda têm tempo de ensaiar a vossa tentativa - falhada - de assalto ao poder legítimo.

Carlos Pereira inscreveu-se no PS. Qual a razão principal? O Socialismo Democrático? Não, uma pseudocandidatura contra o PS!


Quando um cidadão se inscreve num partido deve fazê-lo por convicção ideológica. Não por causa de um projecto de poder pelo poder.
Valha ao menos a franqueza! E a verdade. Nada de ideologias, nada de esquerdas. Socialismo Democrático, o que é isso?
Entre a hipocrisia, que, sendo desprezível, não deixa de ser uma homenagem à virtude e a verdade (tão) nua e crua que chega a ser obscena, venha o diabo e escolha!

Se Serrão fosse de novo candidato a Presidente do Governo Carlos Pereira não se teria inscrito no PS



Ao dizer que a "candidatura de Maximiano Martins a Presidente do Governo" foi decisiva para a sua inscrição no PS, Carlos Pereira está a assumir que não se inscreveria no PS se Serrão fosse de novo candidato a Presidente do Governo.
Recorde-se que Carlos Pereira foi convidado a ser candidato a deputado pelo actual Presidente do PS, quando, em 2007, foi legítima e legalmente, candidato a Presidente do Governo.
Elegante!

Proposta a quem? Aprovada por que órgão?


Carlos Pereira, na notícia em que se noticia a sua inscrição no PS: "a candidatura de Maximiano Martins nas eleições regionais de Outubro - por proposta de Jacinto Serrão, salvaguarda Carlos Pereira". Uma proposta pressupõe que alguém apresentou a outrem, pessoa ou órgão, alguma coisa para aprovar. Nem o ainda presidente do PS fez a nenhum órgão, com poder para o efeito, qualquer proposta nesse sentido nem Maximiano Martins viu a sua propalada candidatura aprovada em qualquer órgão com competências para o fazer. Note-se que, até hoje, o assunto dessa "candidatura" foi sequer colocado oficialmente na Comissão Política. A CP foi confrontada com a mesma através dos jornais. Ou seja, o presidente do partido fez de conta que a CP já sabia porque veio nos jornais. Para funcionamento democrático é uma aberração, isso sim. Imagine-se que o Governo considerava aprovado o corte no 13º. mês porque veio nos jornais. A situação do Maximiano como candidato é a mesmíssima. Vou repetir: considerar que Maximiano é candidato porque veio nos jornais é o mesmo que considerar que uma lei entrou em vigor porque veio nos jornais a notícia de um projecto ou proposta, sem que os mesmos, alguma vez, houvessem sido discutidos ou votados no parlamento. Ao parlamento do Partido, Comissão Regional, nunca chegou nenhuma proposta. Aliás, nunca reuniu depois da notícia, reunirá apenas no próximo domingo. A Comissão Política não recebeu nenhuma proposta, nem foi informada oficialmente, não aprovou nada. Maximiano, neste momento, é tão candidato como o José dos Anzóis ou a Maria das Couves. Finalmente, sem modéstia, eu demiti-me em nome da defesa da legalidade e da dignidade dos órgãos do partido; jamais aceitaria ficar assossociado a uma ilegalidade e muito menos a uma afronta ao Partido ou aos seus órgãos como a causa da minha incrição.