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quarta-feira, 2 de junho de 2010

Administração da PT recusa oferta da Telefónica mas convoca Assembleia Geral para decisão final

Oferta não reflete valor estratégico


O conselho de administração da Portugal Telecom, que reuniu hoje de emergência, deliberou ainda a convocação de uma assembleia geral de acionistas para decidir se vende ou não a sua participação na brasileira Vivo, uma vez que a administração "entendeu que a oferta não reflete o valor estratégico deste ativo para a Telefónica".

A PT mandatou "o presidente do conselho de administração [Henrique Granadeiro], o presidente da comissão executiva [Zeinal Bava] e o administrador com o pelouro financeiro para, em conjunto, discutirem a oferta com a Telefónica até à realização da referida assembleia geral".

A Telefónica avançou com uma nova proposta de 6,5 mil milhões de euros para a compra da posição da brasileira Vivo, a cinco dias de terminar a primeira oferta de compra (5,7 mil milhões de euros) da posição da empresa de telecomunicações móveis brasileira.

Esta nova oferta é válida até 30 de junho, "podendo este prazo ser prorrogado caso o conselho de administração da PT delibere submeter a oferta à apreciação da assembleia geral de acionistas", uma situação que a PT já confirmou.

terça-feira, 1 de junho de 2010

A criação de uma operadora de telecomunicações Lusófona




É fundamental para a afirmação dos países de Língua Portuguesa num mundo global a criação de uma operadora de telecomunicações. A PT deve ter uma estratégia nesse sentido e seria interessante que financiasse essa estratégia com dinheiro espanhol. Basta que tenha a visão estratégica de D. João II, ir negando e negociando, não mais 100 mas mais 370 léguas a oeste de Cabo Verdem, mais, muito mais. os Espanhois, querem, os Espanhois que paguem a crise

PT: vender Ou manter uma posição estratégica? Não! Vender E fazer investimento estratégico!




A PT está perante um dilema: vender a participação na Vivo e encaixar quase 7 mil milhões ou manter o investimento estratégico no Brasil. É um dilema facilmente ultrapassável, retirando o ou e colocando um e: vender, encaixar 7 mil milhões, formidável para a balança de pagamentos, a liquidez do BES, a Caixa e, por indução, para toda a banca nacional, e reinvestir no Brasil em outra empresa de telecomunicações.