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sábado, 24 de outubro de 2009

Freeport: Sócrates ilibado das suspeitas de recebimento de dinheiro






As novas informações recolhidas pela Polícia Judiciária ilibam o primeiro-ministro José Sócrates das suspeitas de que teria recebido dinheiro pelo licenciamento do outlet Freeport. O jornal cita fontes anónimas para sustentar esta afirmação.
"O "Correio da Manhã" sabe que a informação financeira, recebida de Londres, e as perícias financeiras feitas pela Polícia Judiciária afastam José Sócrates das suspeitas de que teria recebido dinheiro pelo licenciamento", escreve o diário.
No mesmo jornal avança-se a informação de que o inspector-chefe do caso Freeport, Acúrsio Peixoto, da Polícia Judiciária de Setúbal, foi substituído antes do Verão, por um colega de Lisboa.
Segundo o "Diário de Notícias", que dá hoje a mesma notícia, "a saída de Acúrsio Peixoto do caso Freeport foi, de acordo com fontes da PJ ouvidas pelo DN, decidida 'há seis meses, mas mantida em segredo'", escreve o jornal.
Em resposta ao jornal, uma fonte da direcção nacional da PJ justificou a saída do inspector que liderou entre 2004 e 2005 a investigação, como uma questão logística.
"Desde o momento em que a coordenadora do departamento de Setúbal (Maria Alice Fernandes) assumiu directamente a investigação foi entendido pela própria, no uso da sua competência, que no processo em questão se tornava desnecessária a presença de uma chefia intermédia. O inspector-chefe continua a chefiar a sua brigada", explicou a fonte.

sábado, 5 de setembro de 2009

Aproxima-se?

Com mais uma peça igual às outras? E este primo é mais primo do que outros, mais chegado do que o tio? Sinceramente, é preciso ter vontade e desejo.

sábado, 30 de maio de 2009

"Não havia, por isso, um preço de referência para as acções definido oficialmente."

Cavaco ganhou 147,5 mil euros com venda de acções da SLN

O BPN não estava cotado na Bolsa, pelo que a determinação do preço das acções não era feita pelas regras de mercado. Não havia, por isso, um preço de referência para as acções definido oficialmente.


Cavaco Silva comprou 105.378 acções da SLN em 2001, a um euro cada.

Não tinha qualquer cargo no grupo - e, terá sido convidado a participar no projecto por Oliveira Costa.

Como o grupo não estava cotado em Bolsa, o preço das acções não era feito pelas regras de mercado.

Em 2003, Cavaco vendeu as acções, nessa altura a 2,4 euros cada, tendo conseguido mais-valias de 147,5 mil euros.

Também a filha do actual PR fez uma operação semelhante, tendo obtido ganhos de 209,4 mil euros.

Freeport, 1 - BPN (SLN) - 1. Haverá prolongamento e, se o empate se mantiver, decide-se por penáltis.


sábado, 23 de maio de 2009

MMG - antes e depois

O que dizem os especialistas sobre a personalidade de Manuela Moura Guedes


Manuela Moura Guedes é histriónica, com tendências de histeria, o que, para os psicanalistas, é um sintoma de descompensação de personalidade. Coitada! Assim se explica o verdadeiro travesti de jornalismo que é telejornal de sexta-fera.

Marinho Pinto a Manuel Moura Guedes, o Melhor.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

HERÓI!

SÓCRATES IMPLICADO EM QUALQUER COISA



- Boa Noite. Eu sou a Manuela Moura Guedes e este é o JORNAL NACIONAL.
A TVI descobriu que, esta semana, tal como a semana passada, José Sócrates está implicado em qualquer coisa. Ainda não sabemos do que se trata, mas, para já, sabemos que se trata de qualquer coisa.
Vamos ligar para Londres, onde a nossa correspondente tem mais pormenores sobre o assunto.
Olá, Boa Noite, então o que é que conseguiste apurar sobre Sócrates e qualquer coisa.
- Boa Noite, Manela. Confirma-se mesmo aquilo que tu acabaste de anunciar. Sócrates está mesmo implicado esta semana em qualquer coisa, o que não deixa de ser uma confirmação do trabalho que temos vindo a fazer nas semanas e meses anteriores.
Para já, estamos já em condições de avançar alguns dados:
1º. Sócrates decidiu mesmo sobre qualquer coisa num dos últimos Conselhos de Ministros do último Governo de António Guterres;
O segundo facto indesmentível é que esse Governo estava em gestão;
E o terceiro aspecto vem esclarecer finalmente a célebre expressão de Guterres sobre o famoso pântano. Na verdade, tudo isto é mesmo nebuloso, visto que sabemos que há qualquer coisa mas não sabemos exactamente o quê, o que, obviamente, adensa o mistério.
Contactos os serviços de inteligência britânicos, a Scotland Yard não nos quis confirmar sobre o seria qualquer coisa, "something", como se diz aqui em Inglaterra mas o certo é que poderia haver uma carta rogatória sobre essa "qualquercoisa" e não queremos especular, não é esse o nosso objectivo. Até a próxima, Manuela, devolvo-te a palavra.
- Até a próxima semana. Entretanto a TVI interrogou um amigo de um conhecido de um vizinho de actua Primeiro-Ministro e na altura Ministro do Ambiente que diz ter ouvido falar de uma reunião em casa da Mãe de Sócrates, onde se falaram de vários assuntos, não sabendo o nosso interlocutor, que se quis manter no anonimato, se essa qualquer coisa foi assunto desse convívio envolvendo altas figuras do PS.
Entretanto, contactado o gabinete do Primeiro-Ministro, nada obtivemos resposta sobre o assunto, o que poderia esclarecer de uma vez por todas o que é que está por trás de qualquer coisa.
Por outro lado, José Sócrates foi abordado pela nossa reportagem, reagiu assim:
- Senhor Primeiro-Ministro, Senhor Primeiro, Senhor...
- Boa tarde, meus senhores....

- (MMG) palavras para quê?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Lóbi inglês não contacta Sócrates, "um dos pilares do Governo [Guterres] PS e a essência de integridade"

Embaixada inglesa envolvida no lóbi
por CARLOS RODRIGUES LIMA Hoje

Relatório de advogados ingleses, a que o DN teve acesso, refere expressamente acções de lóbi político para aprovar o projecto. A fronteira com o tráfico de influências é a questão-chave.

A aprovação do Freeport de Alcochete não passava só por questões técnico-ambientais, mas também por "lóbi político". A conclusão é dos advogados da Decherts, sociedade inglesa que investigou todos as alegações de Charles Smtih no DVD em que refere José Sócrates. A investigação inglesa cita uma nota escrita pelo gestor do Freeport Rick Dattani para o ex-presidente da administração Sean Collidge, de Novembro de 2001, em que é dito que "o lóbi político a favor do projecto melhorou em Lisboa após o seu [Sean Collidge] encontro com a embaixadora".

Na mesma nota, que consta do relatório final da Decherts a que o DN teve acesso, Dattani sugeriu a Sean Collidge uma lista de pessoas para a embaixadora Glynne Evans contactar, no sentido de "aplicar maior pressão sobre a comissão". Refere-se à comissão de estudo de impacte ambiental que estava a analisar o projecto. Entre os nomes sugeridos estavam: Rui Nobre Gonçalves, secretário de Estado, que "parece estar a favor do projecto", e Pedro Silva Pereira, também secretário de Estado de José Sócrates, que, segundo Dattani, estaria "contra o projecto e a pressionar a comissão para impor mais restrições".

Quanto a José Sócrates, o gestor da Freeport afirma que a empresa foi "aconselhada pela embaixada britânica a não contactar directamente o senhor Sócrates". Já a embaixadora britânica nunca o conseguiu fazer.

Noutra nota citada pelos advogados, Dattani - referindo-se a um alegado pedido de cerca de dois milhões de libras feito por advogados portugueses (tal como o DN já revelou), em Dezembro de 2001, 48 horas antes de um segundo chumbo ao projecto por José Sócrates - refere que "o pagamento não teria sido de utilidade e a decisão não teria sido revertida". "O ministro do Ambiente é considerado com um dos pilares do Governo PS e a essência de integridade", acrescentou. No memorando, aconselha a que se percebam as razões técnicas do chumbo e revertê-las.

A palavra lóbi é muito usada no relatório. Baseando-se em depoimentos, recordam que a Smith & Pedro fez chegar aos ingleses a informação de que "Portugal é um país onde é importante ter os contactos certos". Para o Freeport, os sócios Smith e Pedro estavam bem relacionados. "Em vários documentos da Freeport, Smith & Pedro são descritos como lobistas." E esta parece ser a chave do processo: a fronteira entre o lóbi e o crime de tráfico de influências.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

JORNAL DA MANUELA DESILUDE


Estou a ver o Jornal da Manuela, mas, sinceramente, está-me a desiludir. Estão a explorar mal o DVD!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Frase tirada do contexto

É provável que, sendo de improviso, tenha saído uma frase assim, mas integrada num raciocínio geral: hoje, devido às pressões do órgãos de comunicação social, é difícil dizer que o Primeiro-Ministro de Portugal é inocente, como eu acredito que é, e reafirmei: acredito na sua inocência.

terça-feira, 31 de março de 2009

PS desafia Sindicato do MP a esclarecer pressões

O dirigente socialista Augusto Santos Silva considerou hoje "gravíssimas" as declarações do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público sobre alegadas pressões aos procuradores do caso Freeport e desafiou-o a esclarecer publicamente a natureza dessas pressões.

Ler mais aqui.

sábado, 28 de março de 2009

"[Sócrates (...) aprov[ou] no último dia do cargo... E não foi por dinheiro", disse Charles Smith

O título desta postagem, resulta da adaptação desta frase de Charles Smith "ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?" revela toda a anedota do caso, que começou com uma carta anónima forjada a pedido, que envolveu reuniões com jornalista, agentes da justiça, um assessor do primeiro-ministro de então (2005) (Santana) e de novo candidato contra Sócrates, esse assessor é hoje deputado do PSD. Nada disto revela nenhum tipo de campanha contra José Sócrates para os gulosos anti-Sócrates que, tendo desistido de lutar politicamente contra ele enquanto Primeira-Ministro - o que revela que é imbatível nesse aspecto, acham normal que, nesta gravação se diga isto - "ele o tenha aprovado no último dia do cargo... E não foi por dinheiro na altura, entende?" - isto é, aprovou sem contrapartidas mas depois lembrou-se de as pedir, ou seja, exigiu já depois de aprovado e já depois de deixar de ser ministro, e, note-se, com o PS na Oposição, e, note-se, depois de o Governo de Durão Barroso ter confirmado o projecto.

Isto não é uma campanha negra nem sequer um processo kafkiano, isto é de um ridículo atroz e só os desesperados e impotentes se podem agarrar a um processo que tem tanto de credibilidade quanto de infame e de ridículo.