Mostrando postagens com marcador Crise no PPD. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Crise no PPD. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O Senhor Presidente do Conselho vai falar!


Já está decidido. No último Congresso do Partido da União Regional em que participa enquanto líder, o Senhor Presidente do Conselho de Governo vai falar E dizer tudo! Sabe-se já que há quem esteja a pensar mudar-se para além-fronteiras!

domingo, 22 de novembro de 2009

A agonia de um partido



Por Vasco Pulido Valente



--------------------------------------------------------------------------------

PartilharImprimir Comentar Enviar Diminuir Aumentar
Enquanto o país brama contra a justiça e a corrupção (os jornais de ontem só quase falavam disso), no centro do regime, o PSD apodrece. A derrota eleitoral e a permanência de Ferreira Leite não contribuíram, como era de prever, para uma transição regular e ordeira. Pelo contrário. A intriga ferve por toda a parte: nas distritais, no Parlamento, na direcção. Personagens completamente desconhecidas vieram à superfície na sopa turva de uma guerra civil interminável, enquanto diariamente se fazem e desfazem alianças sem programa, nem propósito e no Instituto Sá Carneiro (pobre Sá Carneiro) algumas criaturas de outro mundo se preparam para descobrir o qual é afinal a verdadeira "identidade" do partido. Não se consegue imaginar uma situação mais catastrófica.

Pior ainda, além das grandes divisões do passado (entre a "social-democracia" da elite e o populismo das "bases", por exemplo), apareceram agora novas divisões. Primeiro, a divisão entre a tendência para a "estabilidade" e um temporário compromisso com o PS, isto é, para o "bloco central" e a tendência para uma oposição de princípio, que paralise rapidamente o Governo e o torne inviável. Segundo, a divisão entre os que preferem dar prioridade à política económica de Sócrates (se, de facto, ela existe) e os que preferem um ataque sistemático à corrupção, supondo talvez que o PSD não será afectado. E, terceiro, a divisão entre os que se propõem ressuscitar as "regiões" (com PS, claro) e os que sensatamente têm medo de consumar o caos. No meio desta miséria, há também quem recomende, sem se rir, o misterioso exercício de "federar ideias".


O único candidato declarado a encabeçar a loucura vigente é Pedro Passos Coelho, um homem bem intencionado e hábil, mas manifestamente imaturo. Marcelo continua a pairar, esperando o que por aí se chama uma "vaga de fundo" ou simplesmente sem estômago para o que se exigiria dele. E Aguiar-Branco, apesar da ambição que lhe suspeitam, não passa, em teoria, de um putativo candidato. No fundo, o PSD anda à procura de um chefe e não encontra nenhum. E, não encontrando nenhum, acabará fatalmente com um chefe de acaso e de recurso, que presidirá, inerme, à sua desintegração final. A República, como incessantemente se repete, depende dos partidos. Com o PSD, já não pode contar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A falta de debate democrática no PPD é inacreditável. Tanto silêncio nem nos cemitérios. Mas murmúrios tétricos pairam como fantasmas


A falta de debate no PPD Madeira é inacreditável. Sabendo-se que o problema do processo sucessório pode ter o mesmo efeito no partido laranja que o afastamento de Salazar na União Nacional, que, por não ter sido preparado, acabaria por conduzir ao fim do regime, os mais esclarecidos começam a temer que, recompondo-se o Partido Socialista da disputa interna como é próprio das organizações democráticas, o PPD seja apanhado desprevenido pela perda do líder por razões que podem ultrapassar o próprio. O silêncio que costuma dominar a vida do partido começa a ser atormentado pelos fantasmas dos murmúrios vindos das profundezas do ppd e dos que não escondem o seu descontentamento porque tudo é decidido no partido no poder, melhor, fora dele, por um núcleo muito restrito e depois mandado executar sem discussão, sem debate, sem contraditórios pelos agentes políticos no terreno. Alguns resultados menos promissórios em alguns concelhos, que só não foram mais graves porque a Oposição não actua em bloco por sectarismo de alguns quadrantes, fizeram soar as campainhas de alarme. E os fantasmas da implosão voltaram a agitar as consciências! Estará o Partido preparado para 2011?

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Eu não sou de intrigas

Eu vendo pelo preço que compro. E sem lucro.
E quanto a sondagens, valem o que valem.

AQUILO NO PSD É UMA REPÚBLICA, UMA MONARQUIA OU JÁ CHEGAMOS À CORREIA DO NORTE?



Onde foi instaurada uma dinastia socialista ou comunista ou lá o que aquilo é. Por isso, meu caro Rui Caetano, a hipótese alternativa e dinástica não tem votos para andar e terá o veto do grande líder!

Tranquada novo líder parlamentar do PSD-M?


Tenho informações que garantem que há um movimento no interior do Grupo Parlamentar da maioria que desejaria uma mudança na condução da representação social-democrata na ALR. Defendem a necessidade de uma liderança capaz de estabelecer pontes com o PS, sobretudo agora que os socialistas obtiveram uma vitória clara a nível nacional e é necessário restabelecer o diálogo com a República. Há quem, segundo as informações que temos, na liderança do Partido isto seria visto com bomns olhos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Mudanças profundas no PPD-M: sector europeísta quer AJJ na AR


O sector europeísta do PSD-M quer que Alberto João Jardim assuma o mandato de deputado na Assembleia da República já em 2010 a fim de preparar a sucessão no partido a nível regional e liderar o PSD nacional em caso de derrota de MFL. Alberto João Jardim poderia assim, caso Sócrates venha a ganhar de novo as eleições, como tudo indica, vir a liderar a Oposição ao Primeiro-Ministro na AR, o que seria uma vantagem em relação a outros candidatos como Pedro Passos Coelho.

Novos tempos no PPD: sector europeísta quer pôr fim ao conflito sistemático com a República que só tem prejudicado a Madeira


O Sector europeísta do PSD-M diz que está na altura de ultrapassar a fase do conflito sistemático com os órgãos de soberania. Figuras desse sector entendem que o confronto com a República poderá ter dado dividendos a nível financeiro e político, mas numa fase de mudanças a nível nacional, independentemente do que venha a ser o resultado das legislativas de 27 de Setembro, é tempo de abrir um novo ciclo que faça ouvir a voz da Madeira através da participação nas grandes decisões nacionais, com propostas sérias, e não através de uma atitude sindical que fez o seu tempo mas que está totalmente esgotada, como se tem visto nos últimos tempos.

Mal-estar no PPD-M: sector europeísta vê com maus olhos a confusão dos negócios com a política


O sector europeísta do PSD-Madeira não vê com bons olhos a promiscuidade entre os negócios e a política e poderá apoiar a pretensão do Partido Socialista na aprovação de uma lei regional mais rigorosa quanto às incompatibilidades dos deputados que ponha fim àquilo que tem sido a confusão entre o partido, o governo e a condição de empresário com empresas que têm contratos com o governo.

Sector "europeísta" do PSD-M deseja a derrota de Ferreira Leite para empurrar AJJ para a liderança nacional e tomar conta do PPD-M


Temos conhecimento que o sector "europeísta" do PSD-Madeira está a movimentar-se no interior do Partido, para o que conta com pedras-chave do partido e do governo do PPD, que, como se sabe, na Madeira, se confundem, para empurrar AJJ para a liderança do PSD-Nacional. Para isso, é imperioso que Manuela Ferreira Leite perca as eleições, abrindo assim espaço à sempre desejada mas sempre adiada candidatura de AJJ à liderança nacional do Partido.
Uma vez consumada a saída do líder regional para Lisboa, esse sector, com fortes ligações à ala mais urbana do PS local, deverá afastar os históricos, procedendo a uma verdadeira purga dos fundadores do partido e seus descendentes, que consideram ter prestado relevantes serviços ao partido mas incapazes de liderar o PSD-M nos próximos tempos.