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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Resposta ao Pravda do PND que apoia o Vítor e se mete na vida interna do PS: as cinco exigências de um tachista, Eu

Para integrar, ou, como vulgarmente se diz, apoiar o Vítor a «líder» do PS, fiz as cinco exigências seguintes. Por isso, se alguém tem o direito de falar sobre a estratégia política a seguir em relação à actual direcção do PS, sou eu, visto que escrevi e ou reescrevi a Moção política na sua íntegra. Portanto, deixe o PND de Baltasar, Coelho, Welsh e quejandos de falarem do que não sabem. O Guardião da Moção ao Congresso sou eu não os amigos do PND que subscreveram a moção que eu mesmo arquitectei.

1. Elaboração de uma nova proposta de Estatuto Político-Administrativo que fundamente os alicerces de uma Democracia e de uma Autonomia consolidadas, concedendo às oposições e ao parlamento os meios necessários para o exercício pleno da sua função legislativa e de fiscalização dos actos do governo;

2. Elaboração de uma nova Lei Eleitoral para a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira que crie uma identificação efectiva entre os eleitos e os eleitores, reforçando a coesão territorial e tendo o Concelho como ponto de partida e a Região como a unidade do colégio eleitoral regional;


3. Elaboração de uma nova Lei das Finanças Regionais que tenha como critério a efectiva riqueza criada na Região, corrigindo as graves distorções originais da exclusiva responsabilidade do PSD, que nos fez perder centenas de milhões dos fundos europeus, lesando gravemente a Madeira e os Madeirenses, e ainda do processo subsequente e dos diferentes agentes políticos nele envolvidos;

4. Revisão da Constituição, nomeadamente concedendo mais poderes à Região no âmbito legislativo no que ao direito do trabalho e dos direitos sociais diz respeito, como condição para a existência de leis laborais na região mais favoráveis aos trabalhadores, ou seja, o que nós defendemos é que é a autonomia política conquistada seja colocada ao serviço de uma efectiva autonomia social;


5. Restabelecimento de um Pacto de Confiança com a base eleitoral e social do Partido Socialista, como condição necessária à reconciliação e o alargamento dessa base social, nomeadamente as classes médias e laborais que criam a riqueza da nossa Região Autónoma. Esse Pacto de Confiança será concretizada num conjunto de medias sociais e económicas que, em devido tempo, apresentaremos.

À procura de tachos

O Pravda, órgão oficioso do PND, que apoiou o Vítor na última campanha, acusa-me de querer tacho. Fica o Pravda sabendo que o último tacho que tive no PS foi o de ter escrito e ou reescrito a Moção Global subscrita pelo candidato da sua preferência, Vítor, ao Congresso do PS.M. Mas já agora o Pravada merece ficar sabendo as exigências que coloquei para aparecer como integrande da candidatura do Vítor.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Aplicando o pensamento de Karl Marx ao bloqueio constitucional das Autonomias.



Karl Marx afirmou: "Os filósofos limitaram-se a interpretar o mundo de diversas maneiras, mas o que importa é transformá-lo." Adaptando a dialéctica marxista, eu direi: até agora os sucessivos dirigentes do PS-M limitaram-se a interpretar o problema do bloqueio constitucional da autonomia de diversas formas; mas o que importa é resolvê-lo.

Proposta ao Congresso: Plataforma Democrática para a Refundação da Autonomia com todos os partidos da Oposição

Apresentei também ao Congresso a seguinte proposta:

1. A Descolonização foi apressada, mal feita e gerou regimes de partido único;
2. Também a Autonomia foi apressada, mal feita e gerou uma lógica de partido único;
3. Em consequência, propus ao Congresso do PS a criação de uma Plataforma Democrática para a Refundação da Autonomia com representação de todos os partidos da Oposição com três pontos essenciais com o objectivo de democratizar a Autonomia:
a) Elaboração de uma proposta comum de Revisão do Estatuto Político-Administrativo;
b) Elaboração de uma proposta comum de Revisão do Regimento da ALM;
c) Elaboração de uma proposta comum de Revisão da Constituição.

4. Os últimos dias, mais uma vez, vieram demonstrar que as agendas das direcções nacionais dos partidos são incompatíveis com os partidos na Região Autónoma.

5.A Autonomia sofre de um bloqueio constitucional; daí deriva um impasse político; um impasse democrático; um impasse social e um impasse económico. Não esperemos pelos órgãos de soberania. Da Península, nem bom vento nem bom entendimento. Resolvamos os nossos problemas com a nossa própria vontade.

Proposta ao Congresso: fim à obrigatoriedade do pagamento das quotas

1. No século XIX havia o chamado voto censitário: só votava quem tinha determinada nível de rendimentos.
2. Os partidos são financiados pelo erário público e pelos impostos dos cidadãos.
3. Não faz sentido, pois, que, na prática, os militantes dos partidos tenham de pagar para votar.
4. Dentro da autonomia do PS-Madeira, defendo, não podendo ir mais longe, que aos militantes do PS-Madeira seja cobrada um valor residual como quota.

sábado, 9 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Aponta o Expresso:"Jacinto Serrão,[...]demitiu-se na sequência dos maus resultados em 2007"e agora quer ser Presidente do PS sem explicar o que mudou

Madeira: PS/M escolhe novo presidente para quebrar hegemonia de três décadas do PSD


O PS/Madeira vai eleger no final desta semana um novo presidente, sendo a escolha entre o ex-líder Jacinto Serrão, que se demitiu na sequência dos maus resultados em 2007, e um dos quadros do partido, Victor Freitas.

O PS foi desde o início do processo autonómico da Madeira o principal partido da oposição política, um papel que desempenha há três décadas sem conseguir quebrar o domínio e as maiorias absolutas do PSD/M liderado por Alberto João Jardim.

Nas primeiras eleições legislativas regionais de 27 de Junho de 1976, num universo de 41 deputados, os socialistas elegeram oito, contra os 29 representantes sociais-democratas, obtendo o apoio de 22,34 por cento dos 107 265 votantes.

O apoiante mais entusiasta de Serrão confirma a 100% palavra de Victor no debate: Serrão é o candidato do Novo PS, aliás, de JCG


João Carlos Gouveia a 100 por cento com o seu candidato!

O segredo mais mal guardado do Congresso do PS-M:candidato de João Carlos Gouveia já tem o apoio explícito deste

Lido aqui.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Um debate que me orgulha

Estou a ouvir o debate entre os candidatos à liderança do PS, Vítor Freitas e Jacinto Serrão. Um debate com elevado nível, onde se discutiram os problemas da Madeira, do PS, da sociedade. Cada um apresentou as suas propostas e ficou claro que o PS é necessário na governação da Madeira - sob a liderança de Vítor Freitas.

domingo, 20 de dezembro de 2009

A coligação dos patos bravos 3+1 - GSDC - devia dar-se ao recato e entrar em período de nojo


Fala-se muito de Gouveia: mas agora - mais uma das minha contradições - cá estou eu a defendê-lo. O Partido teve a dirigi-lo uma coligação constituída pelo núcleo do Novo PS - Gouveia, Soares e Caetano - e, a estes patos bravos, juntou-se o desalinhado Dias. E o resultado não poderia ter sido pior. Se Gouveia é um combatente sem estratégia, esses outros três, Caetano, Soares e Dias, são a personificação de incompetência política. O que é que se podia esperar? Estes 4 (3 Novo PS + 1 desalinhado) deviam dar-se ao recato e entrar em período de nojo.

No combate ao PPD,o PS não pode ser dirigido por uma coligação de cabeças-de-lista derrotados: Serrão,Gouveia, Dias Caetano

Depois disto, a Direcção de Gouveia, Caetano, Soares e Dias deviam suspender funções até ao Congresso. Entreguem o Partido ao Presidente da CR

Era o mínimo que deviam fazer. Não oferecem garantias de isenção e idoneidade democrática para dirigir o Partido até o Congresso. Para uma igualdade das candidaturas, estes dirigentes e outros, cúmplice, ou por acção, ou por omissão, com o que se passou ontem, deviam, se lhes restasse um pouco de isenção, suspender funções directivas e entregar a gestão do partido até ao Congresso, ao Presidente da Comissão Regional. Se isso não acontecer, estas eleições arriscam-se a ser umas eleições viciadas.

Embuste, verdadeiro embuste: paguei com gosto para ir a um jantar do partido e acabei com desgosto envolvido num de uma candidatura que não apoio!

JUAN CARLOS APELA AO SEU HOMÓNIMO: