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terça-feira, 9 de agosto de 2011
O Mal Amado: a quem entusiasma a candidatura de Maximiano entre os socialistas?
UM BOM TRABALHO JORNALÍSTICO: visitar a blogosfera e o facebook dos dirigentes, deputatos e militantes do PS e verificar quantos estão entusiasmados com a candidatura de Maximiano e estão a defendê-la.
Nota: não confundir com a propaganda da candidatura que é postada pelo Departamento de Comunicação do PS. Falo da defesa empenhada da candidatura, da dinâmica e do entusiasmo que ela possa suscitar entre o Povo socialista.
sábado, 6 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Prossegue a guerra surda de protagonismo entre GP-Escórcio/Pereira e a Direcção do PS/Serrão

Desde quando é que a dignidade institucional do PS é ultrapassada pelo Grupo Parlamentar? Desde o que a actual Direcção Parlamentar Escórcio/Pereira tomou posse. Julguei que a coisa tinha parado porque era necessário disfarçar unidade, a partir do momento em que denunciei toda a farsa da candidatura fabricada nos mentideros dos poderes fácticos. Mas não, a coisa continua! E eu a julgar que (eu) era um fator de unidade!
domingo, 31 de julho de 2011
SMS
domingo, 17 de julho de 2011
Aqui está o documento que a troika adulterou
Candidatura Presidencial ao Executivo Regional
1. Como se viu nas últimas eleições legislativas nacionais, o PSD perdeu, embora tangencialmente, a maioria dos votos dos madeirenses. É preciso dar tradução parlamentar aquilo que já é uma realidade na sociedade: o PSD já não é maioritário na nossa sociedade e tende cada vez mais a sê-lo cada vez menos. À candidatura presidencial ao cargo de chefe do executivo apoiada pelo PS coloca-se como objetivo liderar uma maioria de mudança política na região.
2. Assim, o PS entende que deve conceder autonomia política à candidatura presidencial ao executivo regional, por um lado, dando-lhe uma dinâmica própria; e, por outro, em articulação e unidade intrínseca com aquela, construir uma candidatura parlamentar que, tal como a candidatura a Presidente do Governo, se faça em unidade e observância das competências dos órgãos do partido, nomeadamente do órgão Presidente do Partido, os quais mantêm em plenitude e intactas até ao próximo Congresso Regional as suas prerrogativas e competências estatutárias e políticas.
3. A candidatura de deputados ao parlamento far-se-á, como é obvio, tendo em conta os princípios do Socialismo Democrático, da Autonomia Constitucional, e colocando como primeiro objectivo servir o Povo da Madeira e não os interesses instalados, como tem sido apanágio do partido ora no poder.
4. A candidatura de deputados ao parlamento deverá traduzir a coesão do partido e ser plenamente representativa da região e dos concelhos, tratando-os em igualdade e de acordo com as suas circunstâncias, nomeadamente políticas e demográficas, para que o futuro grupo parlamentar a eleger seja o mais representativo possível do eleitorado madeirense e possa atingir a maior representação parlamentar possível na Assembleia Legislativa Regional.
5. O Candidato Presidencial ao Executivo Regional, atentos estes pressupostos, deverá, sempre em articulação com os órgãos do partido, nomeadamente o Presidente, a quem dará informação privilegiada, desencadear uma série de contactos de modo a vir a conseguir uma maioria parlamentar que sustente uma mudança política na Região Autónoma da Madeira.
6. O PS entende ainda que, nas actuais circunstâncias política do País, os interesses da Madeira na AR não podem ser defendidas pelos deputados eleitos na Região pelo PSD e pelo PP, visto que aqueles partidos serão a base parlamentar de um governo que tomará medidas gravosas para todos os Portugueses, incluindo, portanto, os Madeirenses, sendo certo que a Direita no poder na República sempre foi negativa para a Madeira e para os madeirenses e a nossa Autonomia.
7. Nessas circunstâncias, o deputado eleito pelo PS na Madeira será na Assembleia da República quem estará em melhor posição para defender a Região e a Autonomia, colocando em primeiro lugar os interesses dos madeirenses, conforme se comprometeu durante a campanha eleitoral.
8. Nessa ordem de ideias, o PS entende que ao deputado Jacinto Serrão, Presidente do PS-Madeira, se colocam ingentes tarefas na defesa da Madeira no parlamento nacional nestes tempos difíceis. A sua presença na Assembleia da República e a constituição de uma maioria de mudança política no parlamento regional liderada pelo PS são os dois vectores essenciais de um mesmo objectivo: colocar acima de tudo os superiores interesses da Madeira e dos Madeirenses e defender a nossa Região das políticas do novo Governo da República.
9. Para isso, o PS fará o que sempre fez, com destaque para o presente mandato da actual direcção do PS: servir-se do instrumento constitucional da Autonomia para desenvolver políticas próprias tendo em conta a nossa realidade social própria.
10. O PS exorta todos os Madeirenses que querem a constituição de uma Nova Maioria política na Região a dar todo o seu apoio a este movimento de defesa dos reais interesses da Madeira e dos Madeirenses. A Democracia será reforçada, a Autonomia será defendida, os superiores interesses da Madeira serão acautelados com coragem e determinação.
Funchal, 9 de Junho de 2011
A Comissão Política do PS-Madeira
1. Como se viu nas últimas eleições legislativas nacionais, o PSD perdeu, embora tangencialmente, a maioria dos votos dos madeirenses. É preciso dar tradução parlamentar aquilo que já é uma realidade na sociedade: o PSD já não é maioritário na nossa sociedade e tende cada vez mais a sê-lo cada vez menos. À candidatura presidencial ao cargo de chefe do executivo apoiada pelo PS coloca-se como objetivo liderar uma maioria de mudança política na região.
2. Assim, o PS entende que deve conceder autonomia política à candidatura presidencial ao executivo regional, por um lado, dando-lhe uma dinâmica própria; e, por outro, em articulação e unidade intrínseca com aquela, construir uma candidatura parlamentar que, tal como a candidatura a Presidente do Governo, se faça em unidade e observância das competências dos órgãos do partido, nomeadamente do órgão Presidente do Partido, os quais mantêm em plenitude e intactas até ao próximo Congresso Regional as suas prerrogativas e competências estatutárias e políticas.
3. A candidatura de deputados ao parlamento far-se-á, como é obvio, tendo em conta os princípios do Socialismo Democrático, da Autonomia Constitucional, e colocando como primeiro objectivo servir o Povo da Madeira e não os interesses instalados, como tem sido apanágio do partido ora no poder.
4. A candidatura de deputados ao parlamento deverá traduzir a coesão do partido e ser plenamente representativa da região e dos concelhos, tratando-os em igualdade e de acordo com as suas circunstâncias, nomeadamente políticas e demográficas, para que o futuro grupo parlamentar a eleger seja o mais representativo possível do eleitorado madeirense e possa atingir a maior representação parlamentar possível na Assembleia Legislativa Regional.
5. O Candidato Presidencial ao Executivo Regional, atentos estes pressupostos, deverá, sempre em articulação com os órgãos do partido, nomeadamente o Presidente, a quem dará informação privilegiada, desencadear uma série de contactos de modo a vir a conseguir uma maioria parlamentar que sustente uma mudança política na Região Autónoma da Madeira.
6. O PS entende ainda que, nas actuais circunstâncias política do País, os interesses da Madeira na AR não podem ser defendidas pelos deputados eleitos na Região pelo PSD e pelo PP, visto que aqueles partidos serão a base parlamentar de um governo que tomará medidas gravosas para todos os Portugueses, incluindo, portanto, os Madeirenses, sendo certo que a Direita no poder na República sempre foi negativa para a Madeira e para os madeirenses e a nossa Autonomia.
7. Nessas circunstâncias, o deputado eleito pelo PS na Madeira será na Assembleia da República quem estará em melhor posição para defender a Região e a Autonomia, colocando em primeiro lugar os interesses dos madeirenses, conforme se comprometeu durante a campanha eleitoral.
8. Nessa ordem de ideias, o PS entende que ao deputado Jacinto Serrão, Presidente do PS-Madeira, se colocam ingentes tarefas na defesa da Madeira no parlamento nacional nestes tempos difíceis. A sua presença na Assembleia da República e a constituição de uma maioria de mudança política no parlamento regional liderada pelo PS são os dois vectores essenciais de um mesmo objectivo: colocar acima de tudo os superiores interesses da Madeira e dos Madeirenses e defender a nossa Região das políticas do novo Governo da República.
9. Para isso, o PS fará o que sempre fez, com destaque para o presente mandato da actual direcção do PS: servir-se do instrumento constitucional da Autonomia para desenvolver políticas próprias tendo em conta a nossa realidade social própria.
10. O PS exorta todos os Madeirenses que querem a constituição de uma Nova Maioria política na Região a dar todo o seu apoio a este movimento de defesa dos reais interesses da Madeira e dos Madeirenses. A Democracia será reforçada, a Autonomia será defendida, os superiores interesses da Madeira serão acautelados com coragem e determinação.
Funchal, 9 de Junho de 2011
A Comissão Política do PS-Madeira
sábado, 16 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Grande acontecimento: A CPG tomou o pequeno almoçoo

A CPG tomou o pequeno-almoço, repetiu meia dúzia de truísmos - "a sociedade é colectiva" - laborou em alguns solecismos e fez dessa inanidade um evento, requerendo a presença da Comunicação Social. Cuidado, que a CPG também almoça, merenda, janta e ceia - ai quantas vezes, ai quantas, vamos ter que cair nesta teia!
Apelo à CPG
A CPG foi ontem lá para cima por causa de uma levada, parece que o levadeiro anda maeio adoentado, lá chamaram a CPG. Ora, aqui perto de onde eu moro há uma adufa sem tampa, não podiam mandar aqui ninguém da CPG reparar isto e já aproveitavam e davam uma conferenciazita de imprensa? À falta de melhor, sempre era menos dívida que faziam para a nossa terra.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
CPG pode entrar em implosão política só comparável ao ziguezague da LFR de 2007

Toda a gente se recorda do ziguezague de 2007 sobre a LFR, com os resultados que se conhecem a partir das hesitações (A questão é que, ontem à tarde, (...) veio aos Passos Perdidos da Assembleia dizer que os três deputados do PS-M estavam 'ainda a ponderar o sentido de voto na generalidade'. Isto admitindo, com as letras todas, a possibilidade de abstenção), e que denunciei vastas vezes, como, por exemplo, aqui.
Estamos outra vez não perante um tiro nos pés, mas perante um facto que é de pôr os olhos em bico aos kamikazes da II Guerra lá para os lados do Oriente - um perigo de uma implosão: depois de a Oposição levar anos a fio a acusar o PSD-M e o seu governo de querer levar a Madeira para a bancarrota, eis que a CPG veio propor o quê? Dívida em cima da Dívida. E não venham com o argumento da dívida virtuosa, porque o que há é despesas viciosa, e é por aí que vamos! A partir de agora, como é que vai ser: a dívida é astronómica; para acabar com ela, façamos mais!
quarta-feira, 6 de julho de 2011
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