quinta-feira, 2 de abril de 2009

Explique-se...

Se eu só disse aqui (17.33), porque é que já sentiu a necessidade de se justificar aqui (15.35)?
(Entende agora os compassos de espera?).

P.S.
Estou à espera!

Quando?

É que o afirmei? Não consegue nem pode responder, é claro!

Como assim?

Refiro-me a quê?

Mas é claro que anda à boleia!

Isso é tão óbvio.

Um comentário abstruso

Num comentário a um comentário aqui, o comentador e autor da postagem inicial diz que, em virtude de um alegado incumprimento de uma "promessa eleitoral", "O PS corre o risco de se tornar num partido marginal". Mas o que é isso, que fundamento há para uma afirmação tão categórica e tremendista, que argumentação pode apresentar para fazer um comentário tão estapafúrdio e estrambótico, a não ser uma auto-consideração grupal sem sustentação na realidade e baseada numa arrogância que não é auto-sustentável?! O primeiro-ministro promete não aumentar os impostos, encontra um défice de 6,85 que o obrigam a fazê-lo, incumpriu a promessa, defende o autor dessa inconsequente afirmação que o PS nacional corre o risco de se tornar um partido marginal? Ou será que o mesmo autor acha que o PS para não ser marginal tem de trazer das margens para o cerne do poder o mesmo autor desse blogue e deste? Em concreto, esse pensamento é próprio ou representa as ambições de mais alguém?

Era pouco e acabou-se

PCP NA SENDA DO PSD: PRETERE A ALR E APRESENTA PRIMEIRO AO REPRESENTANTE A MOÇÃO DE CENSURA

A legitimidade de João Carlos Gouveia para se (re)candidatar à presidência do PS não só permanece intacta como se reforçou no exercício da liderança

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Adivinha quem quer jantar!





Todos sabem quem quer jantar, não é segredo p'ra ninguém. O problema é quem serve a ceia, se os convivas têm tão pouco dom para a culinária. Então quem é que há-de servir a sopa? Ora, a criada do costume! O problema é se a sopeira, mesmo fora de serviço, depois de ter chegado a governanta, lhe tomou o gosto, e quer mandar na casa toda: ficam os convivas como o outro: nem o pai morre nem a gente ceia.

A hermenêutica do texto

Será que a hermenêutica deste texto consente esta interpretação ou foram apenas os "protocolos de leitura" do autor da inferência que a determinaram?

A candidata do PSD a Primeira-Ministra

Centenário da República: Madeira sem comemorações é posta de lado


Lido aqui.

Memory, Andre Rieu, Suzan Erens