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domingo, 12 de setembro de 2010

Coesão económica e social da UE em causa

Deputada europeia Ilda Figueiredo na Madeira

A União Europeia (UE) tem a responsabilidade, numa altura de crise e para não comprometer ainda mais o objectivo da coesão social e económica, aumentar os níveis de comparticipação comunitária nos projectos dos Estados mais vulneráveis, como é o caso de Portugal.

A proposta da eurodeputada da CDU, Ilda Figueiredo, vai no sentido de a UE co-financiar projectos a 90%, em detrimento dos actuais 50%, sendo a outra metade suportada pelos Estados-membros. A eurodeputada, que esteve ontem na Madeira, no âmbito da concepção de um estudo sobre os factores de agravamento da situação económico-social na UE, defendeu ainda que o Estado português e o Governo Regional devem ter maior rigor na aplicação dos fundos europeus, por forma a responder às reais necessidades das populações, facto que, afirma, não tem existido nos últimos programas de apoio comunitário.

Ilda Figueiredo reservou o dia para uma visita ao Curral das Freiras, uma das zonas fortemente atingidas pelas últimas catástrofes naturais que assolaram a Madeira (temporal de Fevereiro e incêndios de Agosto), e também para uma audição pública, nomeadamente às forças sindicais representadas na Região, que expuseram as suas preocupações.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Houve 2 estímulos externo na História da União Europeia: o estímulo soviético e o estímulo chinês




1. O estímulo soviético levou à defesa dos direitos políticos com o consequentemente aprofundamento dos direitos sociais;
2. O estímulo chinês está à levar ao desmantelamento dos dos direitos sociais e pode colocar em perigo os direitos políticos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

"A política europeia não tem objectivos claros", acusa, e bem, Alberto João Jardim

"vive-se num certo "cinzentismo" no velho continente, e não se toma as medidas que se devem tomar. "A Europa, às vezes, parece que não tem objectivos claros", disse Jardim.

Tudo aqui.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

UMA UNIÃO EUROPEIA CADA VEZ MAIS UNIÃO SOVIÉTICA






Os burocratas sem rosto da União Europeia têm vinda a impor uma política de ortodoxia económica de matriz neoliberal, através de directrizes de gabinetes fechados, de funcionários cinzentos, de colocação das instituições europeias ao serviço de grandes potentados económicos privados (nos Estados Unidos, ao menos, os lóbis estão legalizados e dão a cara nos bastidores do Congresso). Por isso, cada vez mais os cidadãos europeus se interrogam de qual o sentido do seu voto nas eleições europeias, visto que, qualquer que seja o resultado das eleições para o parlamento, esses burocratas continuarão, através de normas da União, impor políticas aos diferentes países, tornando as eleições legislativas nesses países cada vez menos importantes, esvaziando a política e a democracia. E não surgindo uma alternativa global à esquerda, consistente e organizada, o perigo do populismo espreita, tal como aconteceu nos anos vinte e trinta do século vinte que levou à Segunda Grande Guerra. Esses funcionários, pelo distanciamento dos cidadãos, estão a conduzir a União Europeia numa espécie de União Soviética dos novos tempos, em que o Soviete Supremo decidiu tudo em nome do povo, entidade mítica que já tinha substituído a classe trabalhadora, que já tinha se sobreposto ao o proletariado. na União Europeia, os burocratas sobrepõem-se ao voto do povo e às intituições.
Sobre esta economia neoliberal e os seus efeitos, vale a pena ler este artigo do Jornal de Negócios.