O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, anunciou uma proposta de alteração aos regulamentos dos fundos estruturais europeus, tendo em vista diminuir a comparticipação nacional que é exigida aos Estados-Membros como contrapartida dos fundos.
O tom do anúncio não podia ser mais exaltado: trata-se de "uma resposta excepcional a circunstâncias excepcionais", a qual contribui "para uma espécie de Plano Marshall para a recuperação económica".
Saberá Durão Barroso o que foi o Plano Marshall? Saberá que as verbas aprovadas em 1948 representavam 5% do PIB americano?
Nem que a totalidade dos fundos europeus previstos para o período 2007-2013 fossem agora disponibilizados se atingiria um valor equivalente a 0,5% do PIB da UE. Na verdade, o que está em causa com a proposta agora anunciada não vai muito além de 0,02% do PIB - ou seja, duzentas vezes menos (para ser optimista) do que esteve em causa com o Plano Marshall.
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terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Ditaduras ou Regimes Socialistas
Em cinco anos, a Europa terá ditaduras ou regimes socialistas. A dívida é impagável. E de resto, vamos pagar a quem nos retirou o dinheiro, através de um sistema de impostos que não taxava os lucros, para, depois, ainda por cima, nos emprestar a juros altos? Não pagamos porque não devemos (pagar), não pagamos porque não podemos. Não pagamos e não podemos, é o plural dos europeus, não dos portugueses.
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