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quarta-feira, 1 de julho de 2009

João Carlos Gouveia, Presidente do PS-M, arrasa a qualidade do sistema laranja

Basta que sim que Madeirense mais do que ele não há! E a ponchinha, estava bâua?


b'bôia-se!

Alberto João no seu melhor e no seu pior (quando ainda criticava Guterres e ainda não sonhava com Sócrates)

Hino do Alberto João

(Dedicado aos que estão convencidos que a Madeira é o Jardim).

Linda Madeira!

OXÍMORO: OS PARTIDOS QUE FORAM À SESSÃO FIZERAM O JOGO DO PODER. MAS OS QUE FALTARAM TAMBEM. LOL

Folclore

Os que lutam pela autonomia da Madeira

Os que lutam pela Autonomia da Madeira são os que lutam pela Democracia da Madeira. Os partidos que faltaram às comemorações, e eu discordei disso, não são contra autonomia mas são contra a forma como a autonomia é exercida pelo poder.
Mas concedo que, e por isso mesmo, que tem havido erros estratégicos graves da Oposição na abordagem da questão autonómica. Todavia, esses erros estragégicos derivam da forma errada como o partido no poder há 33 anos, quase tantos, 36, como Salazar foi Primeiro-Ministro, se tem relacionado com a autonomia. Enquanto esta dupla questão não for tratada com sentido de estado por todos os partidos, todos, sem excepção, não se ultrapassará nem se resolverá nem a questão autonómica nem a questão democrática, justamente porque elas estão interligadas.

Hino da Região

Minha terra é a Madeira




Minha Terra é a Madeira
Embalada ao som do mar
Tem os prados cheios de relva
e as Ribeiras a cantar


Ela toda é um jardim
de cravos e brancas rosas
por onde vou e torno a ir
estudantes mariposas

Minha Terra é a Madeira
Embalada ao som do mar
Tem os prados cheios de relva
e as Ribeiras a cantar


Quadras populares

A Madeira é um jardim




Tantos jardins percorri
À volta da terra inteira,
Mas o mais lindo que eu vi
Foi a Ilha da Madeira.

Recordo a minha alegria
E o fascínio do momento
Que eu senti naquele dia
Ao ver tal deslumbramento.

Foi tão grande a surpresa
Que pairou dentro de mim
Que minh'alma ficou presa
No encanto deste jardim.

Por momentos eu pensei
Ser apenas uma miragem,
Mas depressa me embalei
Na magia desta paisagem.

A Madeira é um lazer
Que nos dá imenso gozo,
Continuará sempre a ser
Um jardim maravilhoso.

Quando nós de lá partimos
É tão grande a sensação
Que no peito até sentimos
Um jardim no coração.

RAMA LYON

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Documentos encontrados na Torre do Tombo comprovam: ZARCO NÃO ERA DO PPD! E agora, como é que ficam os partidos do sistema?

POR QUE RAZÃO ENTENDO QUE A OPOSIÇÃO SE DEVIA FAZER REPRESENTAR NO DIA DA REGIÃO



1. O dia nacional de um país, o dia de Portugal, de uma Região, o dia da Madeira é um acontecimento cuja simbologia devia unir e não dividir.
2. Concordo com o que disse o Dr. João Carlos Gouveia sobre a qualidade da Democracia na Região. Concordância absoluta quanto ao conteúdo, portanto.
3. Os partidos políticos devem ter uma concepção estratégica sobre as questões e não casuística. Sendo assim, o que devia ser definido, neste caso, é o signficado de cada data comemorativa.
4. A nível nacional, as grandes datas históricas são o dia 5 de Outubro, o dia 25 de Abril e o dia 10 de Junho, dia de Portugal. Destas três datas, só o 25 de Abril é comemorado no parlamento. O dia de Portugal tem um figurino idêntico àquele que é proposto para comemorar o dia da Região.
5. Quando eu era membro da Assembleia Municipal do Funchal estive presente numa comemoração em que discursou o Presidente, no dia do Município. Ia preparado para duas decisões, tendo em conta discursos oficiais em que se ataca sistematicamente a oposição: ou o PGRegional fazia um discurso em que respeitava a função, e eu ficava; ou ele atacava despudoradamente a Oposição, sobretudo o PS, e eu levantava-me e saía. O discurso reteve-se no plano institucional, atitude que aplaudi então, nomeadamente em declarações públicas, chamando a atenção para outras ocasiões em que tal não acontecera.
6. Ora, eu percebo o discurso da Oposição, quanto aos conteúdos, crítica da conduta política do PSD, mas, em nome justamente de novos conteúdos democráticos, discordo da forma.
7. Pode argumentar-se: a presença da oposição caucionaria o poder. Não: a ausência da Oposição é que o desresponsabiliza. Até porque a presença, a dar-se, teria de fazer-se sob determinadas condições, em diálogo com os cidadãos: ou o poder se comportaria com respeito pela data - comemorações regionais para o dia 1 de Julho idêntico às nacionais para o 10 de Junho, ou... .
8. Se assim não fosse, isto é, se o poder partidarizasse, pelo discurso e pela atitude, as comemorações, a Oposição, em bloco, abandonaria essas comemorações - justamente em atitude de respeito pelo carácter regional da comemoração - não esqueçamos a comemoração e o que é comemorar - comemora-se o dia 1 de Julho de 1419 e - parece-me!... - esse, o descobrimento, por mais que este regime nos pareça eterno, não é obra do PSD - e co-memorar é memorar, lembrar, em conjunto, colectivamente (co), um determinado facto histórico relevante.
9. Julgo que esta estratégia seria não só reveladora de uma atitude de fundo sobre a questão, que não dependeria do poder e da atitude do partido que o detém,no ponto de partida, e seria politicamente mais penalizadora para o mesmo poder. Assim, é deixar o campo aberto ao PSD.
10. Resta ainda a questão, que está já tratada implicitamente mas não foi dito de forma explícita, passe a redundância: o facto de os partidos não usarem da palavra. Discordo e lembro, mais uma vez, as comemorações a nível nacional. Em nenhum momento, no dia de Portugal, os partidos intervêm.