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quinta-feira, 30 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Olha, olha
Este inquérito deve ser elaborado numa plataforma digital (...).
O que ele queria, afinal, era ter uma plataforma!
JSD propõe 'radiografia' aos estudantes da Madeira no continente
Desafio ao Gabinete de Acesso ao Ensino Superior.
O Núcleo de Estudantes Social-Democrata Madeirense em Lisboa (NESD) propõe que o Gabinete de Acesso ao Ensino Superior realize um inquérito que abranja todos os estudantes Madeirenses de modo a obter uma “radiografia” da realidade da vida estudantil, em termos de acção social, transportes e residências.
Este inquérito deve ser elaborado numa plataforma digital (...).
O que ele queria, afinal, era ter uma plataforma!
JSD propõe 'radiografia' aos estudantes da Madeira no continente
Desafio ao Gabinete de Acesso ao Ensino Superior.
O Núcleo de Estudantes Social-Democrata Madeirense em Lisboa (NESD) propõe que o Gabinete de Acesso ao Ensino Superior realize um inquérito que abranja todos os estudantes Madeirenses de modo a obter uma “radiografia” da realidade da vida estudantil, em termos de acção social, transportes e residências.
Este inquérito deve ser elaborado numa plataforma digital (...).
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
A objectividade de certa blogosfera
Há para aí um certo blogue que só fala em desastres eleitorais, tragédias eleitorais, hecatombes eleitorais, mas esquece-se de falar de uma certa candidatura que foi o maior desastre estratégico a nível regional. Se calhar é porque o número dois dessa candidatura é proprietário do blogue. Bem prega Freita Tomás ou a independência ou falta dela dos meios de comunicação privados de que já falavam Karl Mark e Lenine!
Post Scriptum (acrescentado às 00.17, depois desta postagem:
Faz-se desentendido, não entendeu, ou entendou e continua a ser o mesmo faccioso impenitende de sempre: pois se na auto-ironia, se calhar é por causa disso, porque isso implica a autocrítica, o facciosismo não consente: pois se eu falo d'"o maior desastre estratégico", a que se deve a dúvida metódica básica? Se calhar é por isso mesmo, por ser básica!
Post Scriptum (acrescentado às 00.17, depois desta postagem:
Faz-se desentendido, não entendeu, ou entendou e continua a ser o mesmo faccioso impenitende de sempre: pois se na auto-ironia, se calhar é por causa disso, porque isso implica a autocrítica, o facciosismo não consente: pois se eu falo d'"o maior desastre estratégico", a que se deve a dúvida metódica básica? Se calhar é por isso mesmo, por ser básica!
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Não tenho nem capacidades, nem ambições, nem qualidade políticas para ser deputado
Há muito melhor do que eu no meu partido!. Ainda por cima sou feio, careca e gordo! E detesto usar gravata, pescoço grosso! Para não falar na macrocefalia, tadinho de mim, sou tão complexado!
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Invejidades: vejam isto. (Por caso estamos em África, geográfica e politicamente, viu?)

Democracia, aquela briga de cães em que se transformou a luta pela liderança do PS-Madeira?! Mas estamos em África?!
Os socialistas madeirenses dizem horrores de si próprios; os socialistas madeirenses ofendem-se e acusam-se das maiores enormidades; os socialistas madeirenses, na refrega política, fazem jus à miserável expressão "já chegamos à Madeira?". Mas os socialistas madeirenses, que não demonstram qualquer elevação mesmo nos debates internos, que comportam-se como um bando de cães atirados a um reles osso, não gostam que se denuncie essa luta de galos. Uns tentam desviar as atenção, com manobras à Jardim (irónico, não é?). Outros, acusam, os que comentam aquela briga de rua em que se transformou a luta pela liderança do PS/Madeira, de desconhecerem a democracia. Democracia, aquilo?! Só mesmo quando se está demasiado próximo aos hábitos tribais é que pode pensar (e dizer!) barbaridades destas.
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domingo, 25 de outubro de 2009
Maniqueísmo
"reconheço a muito pouco gente do PS-Madeira, a qualidade, cada vez mais rara, de ser séria".
Felizmente, conheço muita gente séria. A maioria das pessoas que conheço são sérias. E considero-as sérias ainda antes de conhecer as suas convicções políticas, que não são a condição da sua seriedade. A ideologia que perfilham não confirma nem infirma essa condição.
Felizmente, conheço muita gente séria. A maioria das pessoas que conheço são sérias. E considero-as sérias ainda antes de conhecer as suas convicções políticas, que não são a condição da sua seriedade. A ideologia que perfilham não confirma nem infirma essa condição.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Eu sou incoerente, o Gonçalo do Conspiração às 7 não é
O Gonçalo acusou-me de ser incoerente há semanas atrás (não tenho a pachorra de linkar), eu pedi-lhe que provasse ele disse que os outros diziam, mas não apresentou provas, depois desistiu, mas ficou a remoer, agora acha que encontrou. Óptimo para ele. Ele acha que são boas provas e eu não vou desiludi-lo.
Depois avança com o conceito weberiano de tipo ideal. Então vejamos:
Tipo-Ideal: O tipo ideal é construído pela abstracção [em concreto, o que é que Gonçalo Santos é politicamente?] e combinação de um indefinido [é do PPD?] número de elementos que, embora presentes na realidade [o que ele pensa realmente de, por exemplo, a suspensão do deputado JM Coelho pelo PPD?], nunca, ou só muito raramente, são descobertos [ele descoseu-se e tomou posição sobre a agressão ao deputado Baltasar?] nessa forma específica... Um tipo ideal não é uma descrição de um aspecto definido da realidade, ou uma hipótese; Pode, contudo, ajudar tanto na descrição como na explicação [qual a explicação de Gonçalo para não se definir politicamente?] . Um tipo ideal não é ideal no sentido normativo - não traz a conotação de que sua realização seja desejável -. Um tipo ideal é puro [ele é puro, de facto, ninguém sabe o que ele pensa sobre a nossa realidade política, sobre a acção política do PPD] no sentido lógico e não exemplar... A criação de tipos ideais não é um fim em si mesmo... construí-lo mentalmente deve ter como objectivo a análise de factos empíricos [Gonçalo não toma posição sobre os factos empíricos que informam o PPD que não é seu ou é, ninguém sabe].
Portanto Gonçalo define-se claramente sobre o PS - local ou nacional - nunca presta;
Nunca se define claramente sobre o PPD regional - é ou não é?
Eu defino-me claramente e em cada momento, construo e emito opinião em função da realidade, que é mutável, logo as minhas opiniões não são estáticas. Essas mudanças minhas de opinião traduzem a mudança da realidade mas são incoerentes quando vistas por um observador que não se define nem tem de se definir politicamente.
Não, meu caro amigo, agradeço o apodo mas não sou um tipo-ideal. Não seja modesto, a definição assenta-lhe que nem luva. Guarde-a para si, a luva.
P.S.
Gonçalo não apoia nem desapoia o PPD. Faz-me lembrar a Maria Matos no filme O Costa do Castelo: "O mano aqui não apoia nem desapoia". É.
Depois avança com o conceito weberiano de tipo ideal. Então vejamos:
Tipo-Ideal: O tipo ideal é construído pela abstracção [em concreto, o que é que Gonçalo Santos é politicamente?] e combinação de um indefinido [é do PPD?] número de elementos que, embora presentes na realidade [o que ele pensa realmente de, por exemplo, a suspensão do deputado JM Coelho pelo PPD?], nunca, ou só muito raramente, são descobertos [ele descoseu-se e tomou posição sobre a agressão ao deputado Baltasar?] nessa forma específica... Um tipo ideal não é uma descrição de um aspecto definido da realidade, ou uma hipótese; Pode, contudo, ajudar tanto na descrição como na explicação [qual a explicação de Gonçalo para não se definir politicamente?] . Um tipo ideal não é ideal no sentido normativo - não traz a conotação de que sua realização seja desejável -. Um tipo ideal é puro [ele é puro, de facto, ninguém sabe o que ele pensa sobre a nossa realidade política, sobre a acção política do PPD] no sentido lógico e não exemplar... A criação de tipos ideais não é um fim em si mesmo... construí-lo mentalmente deve ter como objectivo a análise de factos empíricos [Gonçalo não toma posição sobre os factos empíricos que informam o PPD que não é seu ou é, ninguém sabe].
Portanto Gonçalo define-se claramente sobre o PS - local ou nacional - nunca presta;
Nunca se define claramente sobre o PPD regional - é ou não é?
Eu defino-me claramente e em cada momento, construo e emito opinião em função da realidade, que é mutável, logo as minhas opiniões não são estáticas. Essas mudanças minhas de opinião traduzem a mudança da realidade mas são incoerentes quando vistas por um observador que não se define nem tem de se definir politicamente.
Não, meu caro amigo, agradeço o apodo mas não sou um tipo-ideal. Não seja modesto, a definição assenta-lhe que nem luva. Guarde-a para si, a luva.
P.S.
Gonçalo não apoia nem desapoia o PPD. Faz-me lembrar a Maria Matos no filme O Costa do Castelo: "O mano aqui não apoia nem desapoia". É.
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terça-feira, 13 de outubro de 2009
Análise parola, simplória e pacóvia
Esta aqui destes arrogantes.
Os três vectores ou pilares em que assentam as vitórias do "Papadas"
1º Inaugurações
2º Futebol
3º Igreja
Os três vectores ou pilares em que assentam as vitórias do "Papadas"
1º Inaugurações
2º Futebol
3º Igreja
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
domingo, 19 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Já agora...
Ambos estamos de acordo em não discutirmos assuntos estritamente internos do respectivo partido, como é óbvio, mesmo quando eles se tornam públicos. Todavia, sobre isto, é público o que aqui disse.
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domingo, 21 de junho de 2009
E eu também...
Mas eu também, caro Filipe Malheiro, como diria M. J. Nogueira Pinto, que citou, "eu sei que sabe que eu sei que sabe" a que me refiro quando falo de negócios e nogociatas, sobretudo estas, menos aqueles (se legítimos, por empresários de que quadrante for), na Madeira social-democrata: os mesmos que estão sempre com o poder, seja ele qual for. E por isso, o que os distingue não é serem do PPD ou do PS mas a cor do dinheiro. Nisso, estamos de acordo. É a vida, como diria o Engenheiro António Guterres. Obviamente que também concorda que não é pecado haver empresários da área do PS. No que não estamos de acordo é na política e na solidariedade que cada um deve aos seus companheiros de partido, o seu caso, e aos camaradas, o meu.
É verdade, sempre nos cumprimentamos...
É verdade, sempre nos cumprimentamos...
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Perfeito, perfeito, perfeito era se este regime não fosse tão perfeito...

Já não se via nada assim desde os tempos da União Soviética que Deus haja. O Chefe é perfeito, o sistema perfeito, o partido perfeito, enfim, tudo é perfeito. Mas, se o homem vive o sono dos inocentes, para quê acordá-lo com a realidade nua e crua? Se a perda de fundos europeus, consequência da propaganda de um mundo perfeito, não o acordou, para quê acordá-lo?
Mas perfeito, perfeito, perfeito era se este regime não fosse tão perfeito. É que, assim, não há alternância. E sem alternância não há democracia. E sem democracia não há alternância. Claro, a não ser num regime perfeito!
PS (Post Scriptum): e sobre isto, qual é a responsabilidade e que solidariedade?
terça-feira, 16 de junho de 2009
Um autocrata em potência: tão jovem é já com tendências totalitárias

Claro, diz-me com quem te identificas, dir-te-ei quem és. Este albertista impenitente quer mandar para os hospitais psiquiátricos quem não pensa como o Chefe lá dele. É típico dos regimes monopartidários, mesmo que sob a capa formal e constitucional do pluripartidarismo democrático. Ainda por cima, se arroga o direito de decidir quem é bom e quem não um bom socialista. Meta-se lá na vida do seu partido, onde o forrobodó dos interesses tem posto a coberto os fracturas irreversíveis que andam conduzir à inexorável implosão interna mais dia menos dia. Tão certo como ser certo que AJJ será candidato em 2011!
sábado, 13 de junho de 2009
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Um gesto nobre
O Senhor Professor André Escórcio, meu ilustre camarada e Amigo, acedeu, como compete a um Democrata, responder ao meu pedido de esclarecimento, que, no interessante paradoxo do título que esclarece, revela aquilo que eu pensava: a ofensa não é o timbre do debate entre democratas. Não podia ser de outra maneira. Mas, para os blogonautas, e é para eles que eu e o Professor falamos, pedi, eu, e deu, ele, o esclarecimento, que, reconhecemos os dois, seria desnecessário entre nós, sabendo a forma como sempre nos havemos tratado e havemos de nos tratar.
Mas, para mim, mais imperativa era a questão do ponto um: se houvesse, posto que involuntariamente, proferido termos menos avisados com o Professor,logo haveria de, aqui e agora, lhe demandar o equivalente, e estou certo que o professor não mo negaria, pedido de escusa. E era tanto mais urgente este esclarecimento, não para nós mas para quem nos lê, quanto é claro que temos tido leituras nem sempre coincidentes sobre o actual momento político.
Tudo está bem quando acabem bem. Seja credor de minha Admiração e Estima pessoal.
Mas, para mim, mais imperativa era a questão do ponto um: se houvesse, posto que involuntariamente, proferido termos menos avisados com o Professor,logo haveria de, aqui e agora, lhe demandar o equivalente, e estou certo que o professor não mo negaria, pedido de escusa. E era tanto mais urgente este esclarecimento, não para nós mas para quem nos lê, quanto é claro que temos tido leituras nem sempre coincidentes sobre o actual momento político.
Tudo está bem quando acabem bem. Seja credor de minha Admiração e Estima pessoal.
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