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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Teixeirinha - Bota desafio nisso (com Mary Terezinha)

Dedicado ao Sócrates.

Mais música pedida para canarinho encantandor que está triste, por Teixeirinha

Oiça aqui e se alegre

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Canarinho Cantador
Composição: Francis Hime e Capinam Cadastrar Letra da Música Canarinho Cantador Vídeo relacionado - TeixeirinhaTeixeirinha - Canarinho Cantador


Canarinho cantador
O que foi que aconteceu
Tu cantavas tão alegre
De repente emudeceu
Canarinho cantador
O maior amigo meu
Faz dueto quando eu canto
Mas agora entristeceu

Se, é porque ela foi embora
Daqui desapareceu
Isso ela fez várias vezes
Antes que você nascer
Ela foi mas logo volta
Não pode viver sem eu
Amigo não fique triste
Que ela não me esqueceu.

Canarinho eu aconselho
Para quem não aprendeu
Quando a mulher vai embora
E satisfação não deu
Não chames, não vais atrás
Faz que nem percebeu
De volta ela vem chorando
E diz que se arrependeu

Canarinho estou lembrado
Um dia também sofreu
Deixaste a gaiola aberta
E alguém asas bateu
Voou para muito longe
De saudades aborreceu
Não te traiu canarinho
Voltou para o cantinho seu.

Tua linda canarinha
Esse ato cometeu
Fez igual a minha amada
Comigo desentendeu
Sem demora esta de volta
A consciência doeu
Ela esta pensando em mim
A paixão lhe comoveu

Canta, canta canarinho
Que ninguém te ofendeu
A minha morena linda
Vem ali, já resolveu
Está deitada em meus braços
Quantos beijinhos me deu
Canta, canta canarinho
Pro amor que não morreu

Teixeirinha - Quem é você agora

Ouça você aqui.

Eu não esperava que você chegasse ao ponto que chegou
Desemcabeçada pelo vagabundo que te carregou
Também apoiada pelos cafagestes que não te criou
Depois de ser gente a mulher decente as origens voltou
Eu em sua vida te juro que fui um bilhete premiado
Por que há muitos anos eu lhe retirei de um rancho esfarrapado
Te trouxe comigo enfeitei teu corpo que era amarrotado
Te matei a fome e te dei um nome distinto e honrado
Formamos um par querido de todos pelo mundo afora
Sem papel casamos em nome de deus e nossa senhora
Lhe tornei esposa desse homem honesto que lhe canta agora
Lhe dei o perfil de uma miss brasil bonita por fora
És feia por dentro porque acumulas mentira e maldade
Herdasde ao nascer na cama humilde da natalidade
Tentei corrigir todos seus defeitos toda falsidade
Fiz tudo porque prá chamar você mulher de verdade
Em troca de tudo que fiz pro você recebi o mal
Fugiste de mim quando eu me encontrava naquele hospital
Robou os meus filhos que eu amava e amo mulher desleal
Você me judiou, mas não derrubou a minha moral
Mulher eu não nego você foi alguém que mais amei na vida
A prova está aí no meu coração abriste uma ferida
Resta a cicatriz porque não esqueço a filhinha querida
E o filho adorado tem um pai honrado e uma mãe perdida.

Teixeirinha, Jacaré sai do caminho - Bota desafio nisso (com Mary Terezinha)


(carregue em cima do bichinho e vai ter uma surpresa)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Teixeirinha - Cobra Sucuri

Oiça a cobra sucuri de Teixeinha Música pedida..



Eu às vezes tô me lembrando
De um bom compadre que eu tinha
Valente como um diabo
Pior que galo de rinha
Quando o compadre puxava
Sua faca da bainha
Até a própria polícia
Prometia mas não vinha.
Me contou um morador
Lá do rio Gravataí
Que na costa desse rio
Ninguém mais pescava ali
Porque diz que aparecia
Uma cobra sucuri
E aquela cobra fazia
Todos os pescadores fugir.
Eu contei pro meu compadre
Ele garrou pegou a ri
Convidou pra nós ir lá
E eu já me arrependi
Pra ele não embrabecer
Eu fui obrigado a ir
Lá na costa desse rio
Ver a cobra sucuri.
Nós chegamos na barranca
Eu senti um arrepio
Mas quando eu vi a cobra
O meu compadre também viu
A água fez uma onda
Na onda a cobra sumiu
E ainda por desaforo
Deu uns quatro ou cinco piu.
Meu compadre vendo a cobra
Já foi largando as tamancas
Deu um jeitinho no corpo
E da sua faca branca
A cobra veio piando
Veio subindo a barranca
E eu também já fui subindo
Num pé de figueira branca.
Lá de cima eu tava vendo
Como um homem se desdobra
Aí vi que o meu compadre
Tinha destreza de sobra
Ele foi dando um jeitinho
Foi fazendo uma manobra
Em vez da cobra comer ele
Ele é quem comeu a cobra.
Depois da cobra comida
Meu compadre embrabeceu
Olhou pra mim e disse
Por que foi que tu correu?
Ora, ora meu compadre!
Tu bem sabe quem sou eu
Eu tava louco de medo
Da cobra que tu comeu!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O melhor líder em Demcracia é aquele que os eleitores escolheram

Nestes tempos de neoliberalismo, em que as Humanidades são arredadas do Ensino Superior em nome da eficácia e do PIB, que, por isso mesmo, está cada vez mais baixo, a Democracia corre riscos. Há quem queira transformar a Democracia num sistema simples de ou mera burocracia, passe a contradição, ou num conselho de resultados especulativos, nesta economia de casino. E que vemos? Corremos, cada vez mais, numa pista de atletismo imaginária mas real, passe outro paradoxo, para o abismo da economia e para a falência da democracia. Recoloquemos Sócrates: uma vida sem reflexão não merece ser vivida.

Para ser líder do um partido tem de ser democrata e tem de zelar pela sua autonomia

Um dirigente, um deputado, um militante e até um simples simpatizante de uma força política tem o dever indeclinável de lutar pela autonomia do projecto político em que acredita, a menos que seja mercenário a soldo. E quanto mais elevado for o nível na hierarquia do partido, maior é o grau da sua responsabilidade. Jamais um dirigente, um deputado, um futuro ou ex-candidato a líder de um partido pode atentar contra a autonomia do seu partido. Um deputado ou um dirigente, ou um militante que estejam ao serviço da estratégia de outra força política contra o partido de que fazem parte não merecem ser nem deputados, nem autarcas, nem sequer militantes desse partido, quanto mais seus dirigentes. Quando um militante de um partido mais não faz do que, covardemente, atentar contra o carácter dos seus correlegionários e ainda do dirigente máximo do seu partido, é bom que os seus interlocutores, em tendo carácter, se tiverem carácter, verificar quem é que, efectivamente, é falho de carácter. Quando um dirigente de um órgão colegial de uma instituição presta informações privilegiadas a outras insituições concorrentes, isso tem um nome, é bom que a instituição receptora se aproveite mas tome nota do carácter do delator. Quando um cidadão de um país em negociações com o outro presta a esse outro país elementos da estratégia de negociação, retirando espaço de manobra ao seu próprio país, isso tem um nome. Isto aconteceu e é histórico. Aconteceu durante as negociações do processo de descolonização, a traição foi cometida contra Portugal e o traidor era Português, embora não tendo nascido em solo europeu, o que, para o caso, tanto monta ou monta tanto como o caso dos indivíduos das instituições aludidas: todos traidores, todos casos de traição. Mas é da Historia que Roma não paga a traidores!

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A voz do mar

Na costa de Zadar, uma cidade da Croácia, encontramos o Órgão do Mar, degraus cravados em rochas que têm no interior um interessante sistema de tubos que, quando empurradas pelos movimentos do mar, forçam o ar e, dependendo do tamanho e velocidade da onda, criam notas musicais, sons aleatórios.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O meu amigo vento descerá das colinas...

My Friend The Wind
My friend the wind will come from the hills
When dawn will rise, he'll wake me again
My friend the wind will tell me a secret
He shares with me, he shares with me


My friend the wind will come from the north
With words of love, she whispered for me
My friend the wind will say she loves me
And me alone, and me alone


I'll hear her voice and the words
That he brings from Helenimou
Sweet as a kiss are the songs of Aghapimou
Soft as the dew is the touch of Manoulamou
Oh oh oh


We'll share a dream where I'm never away from Helenimou
Blue are the days like the eyes of Aghapimou
Far from the world will I live with Manoulamou
Oh oh oh


My friend the wind go back to the hills
And tell my love a day will soon come
Oh friendly wind you tell her a secret
You know so well, oh you know so well


My friend the wind will come from the north
With words of love, she whispered for me
My friend the wind will say she loves me
And me alone, and me alone


I'll hear her voice and the words
That he brings from Helenimou
Sweet as a kiss are the songs of Aghapimou
Soft as the dew is the touch of Manoulamou
Oh oh oh


We'll share a dream where I'm never away from Helenimou
Blue are the days like the eyes of Aghapimou
Far from the world will I live with Manoulamou
Oh oh oh


La la la .... Helenimou
La la la .... Aghapimou
La la la .... Manoulamou


La la la .... Helenimou
La la la .... Aghapimou
La la la .... Manoulamou
Meu Amigo O Vento
Meu amigo o vento virá das colinas
Quando amanhecer subirá, ele me despertará novamente
Meu amigo o vento me contará um segredo
Ele compartilha comigo, ele compartilha comigo


Meu amigo o vento virá do norte
Com palavras de amor, ela sussurrou para mim
Meu amigo o vento dirá que ela me ama
E eu só, e eu só


Eu ouvirei a sua voz e as palavras
Que ele traz de Helenimou
Docemente como um beijo são as canções de Aghapimou
Macio como o orvalho é o toque de Manoulamou
Oh oh oh


Nós compartilharemos um sonho onde eu nunca estou longe de
Helenimou
Azuis são os dias como os olhos de Aghapimou
Longe das palavras eu vivo com Manoulamou
Oh oh oh


Meu amigo o vento volta para as colinas
E conta que meu amor um dia virá logo


Oh vento amigável você lhe conta um segredo
Você sabe tão bem, oh você sabe tão bem


Meu amigo o vento virá do norte
Com palavras de amor, ela sussurrou para mim
Meu amigo o vento dirá que ela me ama
E eu só, e eu só


Eu ouvirei a sua voz e as palavras
Que ele traz de Helenimou
Docemente como um beijo são as canções de Aghapimou
Macio como o orvalho é o toque de Manoulamou
Oh oh oh

Nós compartilharemos um sonho onde eu nunca estou longe de
Helenimou
Azuis são os dias como os olhos de Aghapimou
Longe das palavras eu vivo com Manoulamou
Oh oh oh


La la la .... Helenimou
La la la .... Aghapimou
La la la .... Manoulamou

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Vou-te deletar

do meu orkut, ahahah
(dedicados aos complexados de esquerda do PS, e aos intelectuais autoconvencidos).

terça-feira, 8 de junho de 2010

Rieu - I Will Follow Him - Segui-Lo-ei

Siga-O

Gregorian - Voyage, Voyage

Send "Voyage Voyage" Ringtone to your Cell



Au dessus des vieux volcans,
Glisse des ailes sous les tapis du vent,
Voyage, voyage,
Eternellement.
De nuages en mar�cages,
De vent d'Espagne en pluie d'�quateur,
Voyage, voyage,
Vole dans les hauteurs
Au dessus des capitales,
Des id�es fatales,
Regarde l'oc�an...

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inou� de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacr�e d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Sur le Gange ou l'Amazone,
Chez les blacks, chez les sikhs, chez les jaunes,
Voyage, voyage
Dans tout le royaume.
Sur les dunes du Sahara,
Des iles Fidji au Fujiyama,
Voyage, voyage,
Ne t'arr�tes pas.
Au dessus des barbel�s,
Des coeurs bombard�s,
Regarde l'oc�an.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inou� de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacr�e d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient.

Au dessus des capitales,
Des id�es fatales,
Regarde l'oc�an.

Voyage, voyage
Plus loin que la nuit et le jour, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Dans l'espace inou� de l'amour.
Voyage, voyage
Sur l'eau sacr�e d'un fleuve indien, (voyage voyage)
Voyage (voyage)
Et jamais ne revient

domingo, 6 de junho de 2010

Andre Rieu - Conquest of Paradise

Conquiste aqui

The sound of silence

Ouça silenciosamente aqui.

Hello darkness, my old friend
I've come to talk with you again
Because a vision softly creeping
Left its seeds while I was sleeping
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence

In restless dreams I walked alone
Narrow streets of cobblestone
'Neath the halo of a street lamp
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence

And in the naked light I saw
Ten thousand people, maybe more
People talking without speaking
People hearing without listening
People writing songs that voices never share
And no one dared
Disturb the sound of silence

"Fools", said I, "You do not know
Silence like a cancer grows
Hear my words that I might teach you
Take my arms that I might reach you"
But my words, like silent raindrops fell
And echoed
In the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made
And the sign flashed out its warning
In the words that it was forming
And the sign said, "The words of the prophets are written on the subway walls
And tenement halls"
And whispered in the sounds of silence

O Som do Silêncio
Olá escuridão, minha velha amiga
Eu vim para conversar contigo novamente
Por causa de uma visão que se aproxima suavemente
Deixou suas sementes enquanto eu estava dormindo
E a visão que foi plantada em meu cérebro
Ainda permanece
Entre o som do silêncio


Em sonhos agitados eu caminho só
Em ruas estreitas de paralelepípedos
Sob a auréola de uma lamparina de rua
Virei meu colarinho para proteger do frio e umidade
Quando meus olhos foram apunhalados pelo lampejo de uma luz de néon
Que rachou a noite
E tocou o som do silêncio


E na luz nua eu vi
Dez mil pessoas talvez mais
Pessoas conversando sem falar
Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções que vozes jamais compartilharam
Ninguém ousou
Perturbar o som do silêncio


"Tolos," eu disse, "vocês não sabem"
O silêncio como um câncer que cresce
Ouçam minhas palavras que eu posso lhes ensinar
Tomem meus braços que eu posso lhes estender"
Mas minhas palavras
Como silenciosas gotas de chuva caíram
E ecoaram no poço do silêncio


E as pessoas curvaram-se e rezaram
Ao Deus de néon que elas criaram
E um sinal faiscou o seu aviso
Nas palavras que estavam se formando
E o sinal disse, "As palavras dos profetas estão escritas nas paredes do metrô
E corredores de habitações"
E sussurraram no som do silêncio