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segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Quem mais atentou contra a Coesão Nacional em relação à Madeira senão os Governos nacionais do PPD?

A Grande Responsável pela dívida indirecta da Madeira (SD's, vias litorais, expresso, madeira, etc.) tem um nome e tem um rosto: MFL

Razão tem AJJ da Madeira quando afirma: "Já nem dá para me preocupar, mas sim para DESPREZAR, a atitude de todos aqueles que, aqui residentes, cobrem e se solidarizam incondicionalmente com o que o Estado vem fazendo ao Povo
Madeirense."

Sabendo que - "Apesar de parte substancial (88 por cento) dessa verba ter sido direccionada para as duas concessionárias de estradas (89,3 milhões, cabendo 59,1 milhões à Vialitoral e 30,2 à ViaExpresso) e para empreiteiros de obras públicas (134,1 milhões). Deste montante, 80,5 milhões foram absorvidos por quatro construtoras accionistas daquelas empresas, inicialmente de capitais públicos, criadas pelo executivo madeirense para contornar o endividamento líquido nulo imposto pela ex-ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite às regiões e municípios." - não denunciar o que Estado, com o PSD e Manuela Ferreira, fez à Madeira, merece o nosso desprezo!

Acabou o tempo de confundir os interesses da Madeira c'os interesses do PSD.Antes pelo contrário!Os interesses PSD são lesivos do Interesse Regional!

Alberto João Jardim, que não sabe quem eu sou, concorda comigo. A questão é saber, no todo ou em parte?

Há quase um ano ano, mais precisamente a 16 de Janeiro de 2009, escrevi: A REGIÃO DEVE PARTICIPAR NAS DESPESAS DE SOBERANIA COM VALOR POR CAPITAÇÃO e que EM CONTRAPARTIDA, AS DESPESAS COM SAÚDE E EDUCAÇÃO, OBRIGAÇÕES CONSTITUCIONAIS, DEVEM SER INCLUÍDAS NO VALOR A TRANSFERIR DO OE. Agora diz escreve o líder do PSD no Jornal da Madeira: "a Constituição da República Portuguesa considera obrigações do Estado central, as despesas com a Saúde e a Educação – estas, na Madeira, as que implicam maior despesa corrente – sem tal fazer depender de os sectores estarem, ou não, regionalizados. Não é cumprido": sem polémica sobre o facto de a CR obrigar o Estado, sem dizer se é central ou regional, e na Região o Estado tem um nome e chama-se Autonomia sob a forma de órgãos de governo próprio, a questão ou questões que se colocam são duas:
1. Reconhece o PSD que falhou na contratualização dos serviços do Estado na Região?
2. Está o PSD disposto a negociar um novo modelo de Autonomia mais interessante para a Madeira?

A resposta a estas duas questões, que eu seu sei que vão ser lidas pelos serviços, mesmo fazendo de conta que não lêem, é que interessa.