Li esta semana num semanário nacional a estranha notícia de que “os sinais de que a intervenção do FMI em Portugal pode estar iminente avolumaram-se esta semana e são cada vez mais as vozes que consideram inevitável um pedido de ajuda externa. A Oposição está convencida de que José Sócrates não sobreviverá a tal intervenção mas, ainda assim, o líder do PSD resiste a apresentar uma moção de censura ao Governo. Passos Coelho, que já disse que «o eventual recurso ao FMI não pode deixar de ter consequências políticas», acredita que, no momento em que tal acontecer, Sócrates deixará de ter condições para continuar a liderar o país, sobretudo porque perderá a credibilidade externa. E, argumenta fonte próxima do líder social-democrata, «essa quebra de confiança só se resolverá com eleições». Sem querer abrir o jogo, Passos Coelho acredita que há outras vias, cuja iniciativa não depende exclusivamente do PSD, que podem ditar a saída de Sócrates e a antecipação de eleições. Para já, as expectativas estão todas voltadas para o Conselho Europeu de 24 de Março”.
Basicamente o que é preciso dizer é que a vinda do FMI ou de qualquer outra forma de apoio externo, tem responsabilidades e responsáveis, que devem ser identificados, denunciados e julgados pelo povo. Uma das primeiras exigências que o povo teria que fazer, nas ruas, era essa exigência, a de ver divulgada a verdade incluindo a explicação para fortunas acumuladas ao longo destes anos. Como é que o povo depois julga? Pelo voto e, se necessário for, se a impunidade, nessas circunstâncias se mantiver, com recurso a outros meios que obviamente tem ao seu dispor. Uma coisa é certa: os causadores desta situação não podem sair por cima, como se nada fosse com eles. Depois constata-se que há pessoas, particularmente políticos e banqueiros, que deveriam ter mais respeito pelos cidadãos e seriedade nas suas declarações, pois em vez de andarem apenas a empolar a importância do FMI na pretensa normalização das contas públicas (já agora, e excluindo os bancos que encheram as panças vazias por uma crise da qual eles foram os principais causadores, que outros resultados palpáveis concretos tem acontecido na Irlanda e sobretudo na Grécia, pese a presença do FMI e do fundo europeu de resgate?!) andam a esconder o outro lado (há sempre o reverso da medalha…) e a enganar as pessoas acerca do real impacto nos cidadãos e nas empresas dessa presença do FMI ignorando os aspectos negativos, e que socialmente terão impactos dramáticos, para valorizarem apenas as questões que se relacionam com a imposição das normalidade na gestão das contas públicas.
Basicamente o que querem os apologistas do FMI? Que o governo socialista de Lisboa seja envergonhado (e será que isso dá garantia de ser derrotado nas urnas?) independentemente do facto do povo ser obrigado a sofrer ainda mais restrições e privações com a execução de rigorosos planos de recuperação das contas públicas que terão que ser feitos à custa da redução da despesa e de sacrifícios generalizados? Mas de que serve tudo isso? Será que os apologistas do FMI acham chique, particularmente no alimentar das suas caganças individualistas e sectariamente nojentas, que basta “endireitar” as contas públicas e tudo se resolve? E a pobreza crescente? E os mais de 800 mil desempregados em Portugal? E os mais de 16 mil desempregados na Madeira? E os milhares de jovens licenciados que não encontram saídas profissionais? E as falências e os níveis de endividamento das empresas? E o endividamento das famílias a atingir valores dramaticamente preocupantes? E o poder de compra que tem sido reduzido a quase nada graças ao aumento da carga fiscal? Vai o FMI parir empregos com um estalar de dedos ou reduzir impostos de um dia para outro? Mas afinal estamos a falar de quê? Das queixas dos banqueiros e da banca que são hoje as instituições mais desavergonhadas, e as que mais lucram com a desgraça alheia e com a crise que provocaram, motivadas pela ganância do lucro fácil para os seus exigentes accionistas? Por acaso os baços julgam que não lhes está reservado nada se isto cair no caos? O que me confunde e intriga – sobretudo quando julgo que estamos entre gente séria – é que os apologistas do FMI escondam, o outro lado desta história deliberadamente mal contada, para enganar as pessoas, as exigências de rigor indiscriminado, dos sacrifícios que inevitavelmente terão que ser aplicados. Por acaso alguém acredita que a Madeira, por exemplo, tal como todas as regiões, mas cada um que se preocupe com a sua, não vai sofrer com a entrada do FMI, que não passará por dificuldades graves com consequências difíceis de imaginar? Alguém duvida que o Estado social, demagogicamente agitado por tantos, estoira no dia em que o FMI entrar neste país? Alguém duvida que isso vai gerar um choque que colocará em causa muita coisa e não apenas os vícios e as habilidades que, essas sim, deveriam ser combatidas internamente, sem ajuda externa, e não são? Por acaso já se esqueceram que a entrada do FMI não se limitará ao Continente, nem às empresas públicas falidas, mas abrangerá todo o país e que o principal problema das regiões autónomas é financeiro e orçamental? E que indirecta ou directamente o sector privado vai sofrer com essa política de rigor e de restrição que inevitavelmente será imposta ao nosso país, pois o FMI rege-se por objectivos e por calendários, não por discursos políticos idiotas nem habilidades que apenas servem para manter uma estrutura administrativa empolada, factos que poderiam ter sido resolvidos sem ajuda externa, mas que persistem porque servem para alimentar muita coisa? Já reflectiram seriamente sobre tudo isso?
O FMI, ou seja lá quem ver por aí dentro está-se borrifando para a gritaria política ou para as reivindicações sejam de quem for, pois limitar-se-á a aplicar programas rigorosos de controlo das contas públicas, assentes, inevitavelmente, na redução drástica de despesas públicas, em mais cortes dos salários, de benefícios sociais e outros, no emagrecimento forçado da estrutura do aparelho de Estado (e que tem que ser uma realidade no País e na região, pois é insuportável continuar com este modelo), no questionamento ou mesmo cancelamento de parcerias público-privadas as quais, montadas e aproveitando-se da falta de meios financeiros do Estado mais não são que actos de roubalheira descarada do erário público e dos contribuintes, etc. E depois? Todos aqueles que queriam o FMI porque é chique, emigram para viverem à custa do que roubaram? Não, o que o povo tem que exigir, se o FMI um dia entrar por aí é que sejam realizadas auditorias, recuando no tempo o que for necessário, para que se apurem responsabilidades e se não identifiquem todos os esquema se protagonistas da corrupção que tem delapidado o país, graças à corrupção e ao gamanço que contou sempre com cumplicidades e conivências que não podem passar impunemente ao lado de uma crise que eles próprios, todos deles, sem excepção, também geraram.
Por isso, se querem tanto o FMI, que ele venha. Paguem-lhe até viagem e estadia. Mas com o FMI, vamos também ajustar contas com o passado, nem que seja à força. Porque o povo pode sofrer temporariamente de memória curta. Mas haverá sempre alguém que a avive. E depois, caso as respostas não sejam dadas e a verdade denunciada, então no tempo próprio, nos lugares adequados e com as formas necessárias, certamente que os cidadãos saberão dizer bem alto que não são reféns de politiquices e de gente mesquinha e que recusam ser pessoas do tipo “come-e-cala”, como a maioria dos políticos portugueses julgam que eles são.
http://ultraperiferias.blogspot.com
terça-feira, 1 de março de 2011
Calem-se
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Opinião
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Exclusivo basta-que-sim: excesso de Povo na apresentação da Moção de Jacinto Serrão
Não pedíamos que estivesse lá "la crème de la crème", a nata, mas, ao menos, um pouco de leite talhado, que, estando fora de prazo, pelo menos não é magro. Mas não: na apresentação quase não tinha ninguém que tivesse bons contactos com Lisboa, desses que tanto têm beneficiado o PS-Madeira, como se sabe e como se tem visto, ao longo destes quase 40 anos de Abril. Diz que, tirando meia dúzia de gestores, deputados, autarcas, licenciados, professores, doutorados e mestrados, aquilo era só gente com salários com cortes e povo, muito povo, excesso de povo, aliás, como se pode ver por estas imagens (carregue e confirme).
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domingo, fevereiro 27, 2011
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Moção Mais PS
Apoiantes da Moção de Sócrates na Madeira




Mota Torres (...), Góis Mendonça (...) Jaime Leandro, (...) Ricardo Freitas, (...)Luísa Mendonça
(Francisco Dias, numa das Fotos, subscreve a Moção de Jacinto Serrão).
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domingo, fevereiro 27, 2011
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Congresso do PS 2011
Reunido com uma vintena (20) de apoiantes, Capoulas foi categórico, perem(p)tório, definitivo,pleno e absoluto:«Não é a Madeira que vai decidir nada»!

Capoulas Santos veio nesta manhã à Madeira para se reunir com cerca de uma vintena de apoiantes da recandidatura de José Sócrates a secretário-geral do PS.
O dirigente socialista revelou que o mandatário da candidatura na Região será o ex-líder Emanuel Jardim Fernandes e o director de campanha Bernardo Trindade, como já havia sido tornado público.
A candidatura de Sócrates vai tentar eleger muitos dos 66 delegados a que a Madeira tem direito, entre os cerca de 1700 nacionais. Poucos, "não é a Madeira que vai decidir nada", nota Capoulas Santas.
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Congresso do PS 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Debate no PSD Madeira: vizinhança reclama do barulho

A preparação do próximo Congresso do PSD-Madeira já está causar problemas com a vizinhança. O debate tem sido tão intenso e apaixonado, até altas horas da noite, que a vizinhança já se queixa de tanto frenesim na sede.
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sexta-feira, fevereiro 25, 2011
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Congresso do PPD Março 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
As duas correntes dos ecologistas: desenvolvimentistas e ecofundamentalistas
DESARROLLISTAS VS. ECOFUNDAMENTALISTAS
Sólo el tiempo mostrará por cuál camino el país caminará, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.
Uno de los aspectos más notables de la reciente Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático que tuvo lugar en Tiquipaya hace unos días, fue la profunda divergencia entre dos corrientes en que tiende a dividirse el movimiento ecologista mundial: la “desarrollista” y la “ecofundamentalista”, que es como mutuamente se califican en tono despectivo los ideólogos identificados con cada una de ellas.
Los debates entre ambas corrientes pueden parecer ociosos e inofensivos, y de hecho lo son, mientras se producen en el terreno de las abstractas elucubraciones teóricas. Pero adquieren trascendental importancia cuando dejan de ser una exquisitez intelectual y es todo un país, en este caso Bolivia, el escenario de sus disputas. Y más aún cuando son las decisiones de política económica y sus consecuencias prácticas los instrumentos empleados en confrontación. Cuando eso ocurre, hay motivos para temer desastrosos resultados.
Eso exactamente es lo que está ocurriendo en el país, como es fácil constatar al ver la forma sinuosa e incoherente como está siendo conducida la economía nacional. Mientras una fracción gubernamental —la “desarrollista”— se empeña en conseguir capitales y suscribir contratos para abrir caminos, hacer nuevas exploraciones petroleras, dragar ríos para hacerlos navegables y construir en ellos grandes represas, o instalar fábricas de papel, la otra —la “ecofundamentalista”— trabaja con el mismo denuedo para impedir que tales proyectos se lleven a cabo exitosamente. Y todos actúan en nombre de la misma causa, del mismo “proceso de cambio”.
Una muy elocuente muestra tal disociación es la enorme diferencia que hay en los discursos de las principales autoridades gubernamentales según cuál sea el auditorio al que se dirigen y la facilidad con que pasan de las radicales arengas anticapitalistas y antimodernas a los desaforados alegatos en defensa de un plan de desarrollo económico basado en los ya clásicos paradigmas nacidos de la decimonónica revolución industrial.
Los mensajes del Vicepresidente del Estado Plurinacional son los más elocuentes al respecto. “Vamos a construir carreteras, vamos a perforar pozos, vamos a industrializar nuestro país preservando nuestros recursos en consulta con los pueblos. (…) No nos vamos a convertir en guardabosques de las potencias del norte que viven felices y mientras nosotros seguimos en la mendicidad”, ha dicho recientemente, a tiempo de descalificar a quienes cuestionan los cinco pilares sobre los que se sostiene el plan de desarrollo que el gobierno se propone ejecutar durante los próximos cinco años.
Las consecuencias prácticas que se pueden esperar de tan contradictoria manera de pensar y actuar son muchas. En lo económico, como ya se ve, los continuos traspiés y la pérdida de oportunidades para desarrollar las principales bases de la economía nacional. Y en lo político y social, sólo cabe esperar el continuo incremento de conflictos ocasionados por la imposibilidad de satisfacer simultáneamente expectativas tan diversas.
Sólo el tiempo mostrará por cuál camino se anda, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.
Sólo el tiempo mostrará por cuál camino el país caminará, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.
Uno de los aspectos más notables de la reciente Conferencia Mundial de los Pueblos sobre el Cambio Climático que tuvo lugar en Tiquipaya hace unos días, fue la profunda divergencia entre dos corrientes en que tiende a dividirse el movimiento ecologista mundial: la “desarrollista” y la “ecofundamentalista”, que es como mutuamente se califican en tono despectivo los ideólogos identificados con cada una de ellas.
Los debates entre ambas corrientes pueden parecer ociosos e inofensivos, y de hecho lo son, mientras se producen en el terreno de las abstractas elucubraciones teóricas. Pero adquieren trascendental importancia cuando dejan de ser una exquisitez intelectual y es todo un país, en este caso Bolivia, el escenario de sus disputas. Y más aún cuando son las decisiones de política económica y sus consecuencias prácticas los instrumentos empleados en confrontación. Cuando eso ocurre, hay motivos para temer desastrosos resultados.
Eso exactamente es lo que está ocurriendo en el país, como es fácil constatar al ver la forma sinuosa e incoherente como está siendo conducida la economía nacional. Mientras una fracción gubernamental —la “desarrollista”— se empeña en conseguir capitales y suscribir contratos para abrir caminos, hacer nuevas exploraciones petroleras, dragar ríos para hacerlos navegables y construir en ellos grandes represas, o instalar fábricas de papel, la otra —la “ecofundamentalista”— trabaja con el mismo denuedo para impedir que tales proyectos se lleven a cabo exitosamente. Y todos actúan en nombre de la misma causa, del mismo “proceso de cambio”.
Una muy elocuente muestra tal disociación es la enorme diferencia que hay en los discursos de las principales autoridades gubernamentales según cuál sea el auditorio al que se dirigen y la facilidad con que pasan de las radicales arengas anticapitalistas y antimodernas a los desaforados alegatos en defensa de un plan de desarrollo económico basado en los ya clásicos paradigmas nacidos de la decimonónica revolución industrial.
Los mensajes del Vicepresidente del Estado Plurinacional son los más elocuentes al respecto. “Vamos a construir carreteras, vamos a perforar pozos, vamos a industrializar nuestro país preservando nuestros recursos en consulta con los pueblos. (…) No nos vamos a convertir en guardabosques de las potencias del norte que viven felices y mientras nosotros seguimos en la mendicidad”, ha dicho recientemente, a tiempo de descalificar a quienes cuestionan los cinco pilares sobre los que se sostiene el plan de desarrollo que el gobierno se propone ejecutar durante los próximos cinco años.
Las consecuencias prácticas que se pueden esperar de tan contradictoria manera de pensar y actuar son muchas. En lo económico, como ya se ve, los continuos traspiés y la pérdida de oportunidades para desarrollar las principales bases de la economía nacional. Y en lo político y social, sólo cabe esperar el continuo incremento de conflictos ocasionados por la imposibilidad de satisfacer simultáneamente expectativas tan diversas.
Sólo el tiempo mostrará por cuál camino se anda, pero lo cierto es que será la ciudadanía la que sentirá los efectos de este debate.
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quinta-feira, fevereiro 24, 2011
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ecofundamentalismo
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Alberto João Jardim, Santos Costa, Jaime Ramos, Cunha e Silva e outros elementos do Regime subscrevem atitude do PND: PS-Madeira deve explicar

Alberto João Jardim, Santos Costa, Jaime Ramos, Cunha e Silva e outros elementos do Regime subscrevem atitude do dirigente do PND, Eduardo Welsh: PS-M deve explicar má utilização de verbas da reconstrução.
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terça-feira, fevereiro 22, 2011
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O alvo do PND é e sempre foi o PS
Exclusivo BQS: Serrão vai ter de responder. PND pondera apresentar Moção de Censura ao PS-Madeira

Sabendo-se que o Governo do PSD não dá Cavaco a ninguém, o PND vai chamar Serrão ao parlamento com carácter de urgência. Contudo - o BQB, - em rigoroso exclusivo - sabe que, também nesta questão! - o PND está profundamente dividido. Há uma profunda fissura que tem vindo a agravar-se, com uma das alas, 2 ou 3 elementos, a ponderar um debate de urgência, chamando Serrão ao Parlamento, logo que volte de Lisboa, onde vai proceder à entrega de uma Moção Política de Orientação Nacional, ao XVII Congresso do PS, dias 8, 9 e 10 de Abril - ao passo que a ala mais radical dos neodemocratas - 1 ou 2 elementos - defende uma Moção de Censura ao Partido Socalista - Madeira (vai por extenso, porque, se fosse a sigla PS, poderiam pensar qu'era erro de dactilografia [PS-D]).
O BQB conseguiu ser informado deste diálogo entre elementos das duas alas neodemocratas:
- Eu acho que um debate de urgência dava. Uma Moção de Censura ao Partido Socialista até pode parecer que estamos a fazer um frete ao regime.
- Ainda vais aí? Sai dessa! O PS-Madeira é o nosso alvo. Sempre foi. E, se antes tínhamos de disfarçar, agora, com a crise que atravessamos, já não há motivo para dissimular!
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terça-feira, fevereiro 22, 2011
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O alvo do PND é e sempre foi o PS
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Líder do PS-M apresenta moção contra neoliberalismo

O líder do PS na Madeira, Jacinto Serrão, demarca-se do "modelo neoliberal que está a contaminar a governação" de José Sócrates na moção política de orientação estratégia global que vai apresentar ao XVII congresso nacional.
Jacinto Serrão, na estratégia proposta para o PS "voltar a conquistar a sociedade portuguesa", defende que "é nos fundamentos do socialismo democrático e na defesa do Estado social que se encontram as respostas para a crise que Portugal atravessa". Por isso contesta "a fórmula neoliberal que, em, nome de uma pretensa liberdade económica, está a criar desigualdade social e a colocar em causa as liberdades políticas".
Embora não pretenda disputar a liderança do PS a Sócrates, o socialista madeirense, salvaguardando que a sua luta é na Madeira, onde em Outubro haverá eleições legislativas regionais, apresenta a moção global para suscitar um debate dentro do partido, tendo em conta as exigências sociais e o papel do socialismo democrático. "O PS tem de aprofundar o debate sobre o seu papel na sociedade portuguesa no século XXI e o seu relacionamento com os outros partidos congéneres na Europa e no mundo", preconiza.
Ao lembrar que a matriz ideológica do PS é o socialismo democrático, Serrão defende que, em tempos de crise como o actual, "é necessário que o PS acentue a sua condição de partido de causas sociais, através de um debate ideológico que, partindo da sua vocação reformista, intente resolver os grandes problemas do presente e lance as condições da sociedade do futuro". Face à crise que ameaça o Estado social, Serrão propõe um debate, "sem complexos nem dogmas", sobre o papel da economia, tanto no sector privado quanto no sector público. No documento em que defende uma profunda reforma do funcionamento da Justiça portuguesa, Serrão critica "a morosidade do aparelho judicial", que se "transformou num obstáculo à própria ideia de justiça, por um lado, e tem sido, por outro, um entrave à economia". Propõe também que o instituto do referendo seja vinculativo, independentemente do grau de participação. O congresso nacional do PS está marcado para 8, 9 e 10 de Abril, em data coincidente com o congresso regional do PSD na Madeira.
Madeirenses circunscrevem aterro
Mais de mil pessoas de mãos dadas circunscreveram o depósito de materiais a leste do cais do Funchal numa iniciativa que visou recordar as vítimas do 20 de Fevereiro e apelar à remoção do aterro.
Estou com os que estavam ali convictamente. Mas nunca pactuarei com os que ali estiveram apenas para show off e protagonismo.
Quando olho para alguns daqueles que se julgam alternativa a este regime, sinto um sentimento profundo de recusa e de repulsa
Estou com os que estavam ali convictamente. Mas nunca pactuarei com os que ali estiveram apenas para show off e protagonismo.
Quando olho para alguns daqueles que se julgam alternativa a este regime, sinto um sentimento profundo de recusa e de repulsa
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segunda-feira, fevereiro 21, 2011
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Aterro da avenida
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Ecofundamentalismo

Quando, na Primavera de 1968, Milan Kundera e outros dissidentes checos circulavam por Paris, um intelectual do Maio de 68, perguntou-lhes: “Que quereis vós, afinal, vós, os Checos? Já estão fartos do Socialismo”. Pois, o intelectual de esquerda gozava da liberdade burguesa para obrigar os checos a deliciar-se com o socialismo real. Os ambientalistas e os «ambientalistas» perguntam-nos agora: “que quereis vós, oh ignaros, não compreendem aquilo que propomos”? O regime diz: quero uma obra ali e quem não compreende é contra a Madeira. Os ecologistas e os «ecologistas» dizem: nós não queremos uma obra ali, e quem não concordar conosco é a favor do regime”. Nada nem ninguém me demoverá de ter opinião com esse tipo de insinuações ou acusações, porque, a verdade, é que essa atitude é típica de um pensamento totalitário. Quem não está conosco é contra nós. E não tenho de estar nem com os ecologistas e os «ecologistas», da margem do regime, nem, é claro, com regime - tenho direito a ter gostos, bons gostos, maus gostos, estética, inestética e tenho o dever de me querer informar. Agora, nem o regime, nem os que são e os que se dizem contra o regime ou se distanciaram dele, nem sempre pelas melhores e elevadas razões, estão dispostos a informar. Ambos praticam a mesma política: é assim, e pronto, come e cala-te. Não, não vou por aí. E, de resto, não tenho ambições de liderar coisa nenhuma, portanto é trabalho perdido o debate baseado não em argumentos mas em acusações pessoais e na difamação, aliás, muito típica dos que, incompetentes na aparelho dos partidos, não querendo ou não tendo ideias, desmerecem o adversário para ocupar o aparelho.
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