quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Sopram bons ventos do Bloco de Esquerda
Entre a via revolucionãria e a via democrática, há uma dialéctica que atravessa os partidos da Esquerda - um conflito idêntico manifesta-se à Direita, com contornos ideógicos contrários - desde o PCP ao BE, sem excluir em absoluto o Partido Socialista. A resolução do conflito no interior do BE, se for, provisoriamente - em sentido lato - resolvido a favor da via democrática e parlamentar, poderá resover o problema da governabilidade à esquerda. Aguardemos as próximas etapas.
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governabilidade à esquerda
domingo, 6 de fevereiro de 2011
General Norton de Matos, Humberto Delgado, Spínola, Mao, José Manuel Coelho: a revolução precisa de um guia. Se já o tem, adiante
Até agora, faltava uma figura carismática que desse rosto ao movimento caótico de descontentamento que se tem manifestado contra o Regime. As eleições presidenciais fizeram-nos um favor: o Povo escolheu, por sufrágio, universal, secreto e democrático, um rosto que é o rosto do nosso descontentamento. Se José Manuel Coelho, livre de partidos, escreve aos partidos, acho que, com toda a sinceridade - deles, dos partidos - eles devem responder.








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domingo, fevereiro 06, 2011
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Uma carta fora do baralho
Mesmo com muito poucos recursos é possível manter a liberdade da nossa palavra
Afinal José Manuel Coelho existe como politico. Ao contrário de muitos outros, foi a votos e está cotado na bolsa da política nacional. O seu valor é conhecido e ronda os 4.5%.
Acresce ainda ser uma criação regional, longe dos corredores da capital do Império, sem os favores da comunicação social ou das elites partidárias.
Quer isto dizer que os 4.5% não estão inflacionados pelos interesses dos mercados da política partidária, nem estão protegidos por forças ocultas como a Maçonaria, Opus Dei ou CIA.
Quer também isto dizer, que José Manuel Coelho fará dos seus votos o que bem entender. Entre ele e os seus eleitores não há meias verdades, palavras difíceis, falsas virtudes, passado escondido ou estratégias geniais para salvar o País.
Já apelidado como o "fenómeno do regime republicano", José Manuel Coelho sem bombos, gaiteiros, bandeiras, jantaradas, arruadas, santanettes coloridas ou gente importante à sua volta, dá com a sua campanha um bom exemplo a esta nação nobre mas sem dinheiro: mesmo com muito poucos recursos é possível manter a liberdade da nossa palavra, a independência do nosso pensamento e lutar por um bom resultado.
Como muitos, também eu fiquei sem entender bem o desenho ideológico ou a proximidade partidária do discurso e trajecto de José Manuel Coelho ao longo da campanha.
Mas entendi bem que a sua adrenalina se concentra contra a hipocrisia das palavras, a insinuação sem rosto, a corrupção dos protegidos pelo poder, o nevoeiro que esbate a responsabilidade, as injustiças da justiça dos tribunais, o autoritarismo arrogante dos pequenos tiranos que a democracia tolera.
É certo que só denunciar não basta, mas há quem tenha ficado na história porque um dia, teve a coragem de o fazer…… e muita coisa mudou no mundo!
Para o bem e para o mal, José Manuel Coelho ganhou um novo estatuto político e social após o resultado destas eleições. Que se cuidem as virgens ofendidas com as suas intervenções, os treinadores de bancada bem-falantes ou a comunicação social que o ignorou e até o mal tratou.
No concerto do actual regime, José Manuel Coelho é uma carta fora desse baralho. Poderá não ser o trunfo, o ás de copas ou a manilha que decide um jogo de cartas, mas também não é o Joker que muitos desenharam vestido de bobo!
E assim David venceu Golias no Funchal, Machico e Santa Cruz!
Pouco mais há a dizer das eleições para a Presidência da Republica. A tão falada ética republicana não evitou os golpes baixos, as insinuações ordinárias, as palavras rancorosas quando estalou o verniz.
Já estava escrito no livro da Republica, que tem apenas cem anos, que o Prof., Cavaco Silva, sua esposa Dr.ª Maria Cavaco, seus filhos e netinhos, iriam ganhar as eleições.
Como o meu Presidente será sempre um Português que saiba quantos cantos tem os Lusíadas e que sem receio do Cabo das Tormentas tenha a coragem e a sabedoria para ao leme, sorrindo, chamar-lhe Cabo da Boa Esperança ……… obviamente votei em D. João II.
Afinal José Manuel Coelho existe como politico. Ao contrário de muitos outros, foi a votos e está cotado na bolsa da política nacional. O seu valor é conhecido e ronda os 4.5%.
Acresce ainda ser uma criação regional, longe dos corredores da capital do Império, sem os favores da comunicação social ou das elites partidárias.
Quer isto dizer que os 4.5% não estão inflacionados pelos interesses dos mercados da política partidária, nem estão protegidos por forças ocultas como a Maçonaria, Opus Dei ou CIA.
Quer também isto dizer, que José Manuel Coelho fará dos seus votos o que bem entender. Entre ele e os seus eleitores não há meias verdades, palavras difíceis, falsas virtudes, passado escondido ou estratégias geniais para salvar o País.
Já apelidado como o "fenómeno do regime republicano", José Manuel Coelho sem bombos, gaiteiros, bandeiras, jantaradas, arruadas, santanettes coloridas ou gente importante à sua volta, dá com a sua campanha um bom exemplo a esta nação nobre mas sem dinheiro: mesmo com muito poucos recursos é possível manter a liberdade da nossa palavra, a independência do nosso pensamento e lutar por um bom resultado.
Como muitos, também eu fiquei sem entender bem o desenho ideológico ou a proximidade partidária do discurso e trajecto de José Manuel Coelho ao longo da campanha.
Mas entendi bem que a sua adrenalina se concentra contra a hipocrisia das palavras, a insinuação sem rosto, a corrupção dos protegidos pelo poder, o nevoeiro que esbate a responsabilidade, as injustiças da justiça dos tribunais, o autoritarismo arrogante dos pequenos tiranos que a democracia tolera.
É certo que só denunciar não basta, mas há quem tenha ficado na história porque um dia, teve a coragem de o fazer…… e muita coisa mudou no mundo!
Para o bem e para o mal, José Manuel Coelho ganhou um novo estatuto político e social após o resultado destas eleições. Que se cuidem as virgens ofendidas com as suas intervenções, os treinadores de bancada bem-falantes ou a comunicação social que o ignorou e até o mal tratou.
No concerto do actual regime, José Manuel Coelho é uma carta fora desse baralho. Poderá não ser o trunfo, o ás de copas ou a manilha que decide um jogo de cartas, mas também não é o Joker que muitos desenharam vestido de bobo!
E assim David venceu Golias no Funchal, Machico e Santa Cruz!
Pouco mais há a dizer das eleições para a Presidência da Republica. A tão falada ética republicana não evitou os golpes baixos, as insinuações ordinárias, as palavras rancorosas quando estalou o verniz.
Já estava escrito no livro da Republica, que tem apenas cem anos, que o Prof., Cavaco Silva, sua esposa Dr.ª Maria Cavaco, seus filhos e netinhos, iriam ganhar as eleições.
Como o meu Presidente será sempre um Português que saiba quantos cantos tem os Lusíadas e que sem receio do Cabo das Tormentas tenha a coragem e a sabedoria para ao leme, sorrindo, chamar-lhe Cabo da Boa Esperança ……… obviamente votei em D. João II.
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sexta-feira, fevereiro 04, 2011
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
O «petróleo» é do Povo!

Calma aí, quem descobiu «petróleo» foi o povo! A grandes questão que se coloca é esta: vamos nacionalizar, isto é, democratizar o petróleo, entregá-lo ao Povo ou vamos entregá-lo aos imperialistas que nada fizeram na pesquisa da mina?
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quarta-feira, fevereiro 02, 2011
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PND a verdadeira face
Aqueles socialistas são mais doidos c'os gauleses e o Astérix juntos. O PND descobriu petróleo e o PS não quer

O PND está indignado e com razão, toda a razão. Numa altura em que o preço do petróleo dispara, o PND diz que descobriu petróleo e os doidos dos socialistas mandam a plataforma ao fundo. Como diria o Jô Soares, é caso para perguntar: «Não gosta de dinheiro?».
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quarta-feira, fevereiro 02, 2011
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PND a verdadeira face
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Director de Campanha de José Manuel Coelho em ruptura total com o PND

Um sinal demonstrativo do ambiente de divergência que se vive no seio do PND, altamente autocrático e com laivos fascistas e que tem provocado divisões internas, sobretudo, curiosamente, após as últimas eleições.
João Paulo Gomes foi o mentor de José Manuel Coelho, na última campanha para as Presidenciais. Agora, abandonou o projecto. E só admite continuar no movimento cívico, nunca no PND.
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terça-feira, fevereiro 01, 2011
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PND a verdadeira face
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
PROGRAMA DO PND, claro e directo: Fim do Estado Social

Amigos, trabalhadores e camaradas, a Declaração de Princípios do PND não é fraca não, ao contrário de Pedro Passos Coelho com a sua revisão constitucional, é directa, frontal e brutal, bruta mesmo. FIM DO ESTADO SOCIAL é o seu objectivo.
Princípio de regresso do Estado Social ao Estado Arbitral, pelo afastamento decidido do modelo do Estado Social e do regresso ao Estado Arbitral.
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segunda-feira, janeiro 31, 2011
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