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sábado, 3 de outubro de 2009

A Lusa tem sido uma barreira de arame farpado à volta da Ilha há várias décadas

Comissão de Inquérito na Assembleia da República e chamada do Ministro da Administração Interna ao parlamento

Sobre os incidentes com os elementos do PND.

Uma oposição amorfa

Se tivéssemos uma oposição com letra grande, não ponho porque não temos, em vez de uma oposição egoísta, denunciava a asfixia democrática que envolveu os elementos do PND. Questões:

1. Foram identificados os agressores?
2. A Polícia cumpriu o seu papel?
3. alguém induziu os agressores à violência?
4. Foi respeitada a livre circulação de cidadãos?
6. A integridade física de um deputado do primeiro Órgão da autonomia foi respeitada?

A essas e outras questões deveria a oposição pedir contas.

A Lusa ao serviço do sistema laranja: já é assim há mais 30 anos

Vejam o excertos destacados a negrito e a itálico:

Incidentes entre populares e PND em inauguração de Alberto João Jardim
por LusaOntem

A inauguração pelo presidente do Governo Regional da Madeira da nova ligação ao porto do Funchal ficou hoje marcada por incidentes entre a população e militantes do PND, que criticavam as "inaugurações eleitoralistas de Jardim".

Reparem o léxico: "populares" e "população" - entre populares e pnd, entre a população e militantes do PND, os agressores não são elementos que atentam contra a integridade física de outros cidadãos, entre eles um deputado, não são pessoas que merecem ser chamadas a contas, não são elementos populares, a população, a passar esta mensagem subliminar: a população, agradecida, indigna-se contra os que não são capazes de ver a grandiosa obra do governo - por acaso até está bonita, ali se empregou bem - espero que bem mesmo - o nosso dinheiro.

Vejam o texto politicamente benévolo, para não dizer tendencioso, que a Lusa pôs a circular sobre as agressões de energúmenos. Um deputado agredido

A notícia dos incidentes de ontem no Sol e no Diário de Notícias tem o mesmo texto, é da Lusa.


Diário de Notícias de Lisboa:
Madeira
Incidentes entre populares e PND em inauguração de Alberto João Jardim
por LusaOntem

A inauguração pelo presidente do Governo Regional da Madeira da nova ligação ao porto do Funchal ficou hoje marcada por incidentes entre a população e militantes do PND, que criticavam as "inaugurações eleitoralistas de Jardim".


Elementos do PND percorreram, juntamente com a comitiva do presidente do executivo madeirense e os populares, o percurso de mais de 1.400 metros que faz a ligação ao porto da capital madeirense, até ao local onde Jardim proferiu o discurso oficial de inauguração.

O Partido da Nova Democracia decidiu utilizar então uma faixa com dizeres contra as "inaugurações eleitoralistas" de Jardim e colocou a interrogação: "Quem é que defendia a ditadura no Voz da Madeira?", um jornal que se publicava na Região, antes do 25 de Abril.

Alberto João Jardim criticou os seus próprios seguranças e dispensou a sua presença, alegando que, num acto oficial, não estavam a garantir a ordem pública.

"Os senhores estão a assistir a uma palhaçada. A polícia está aqui para defender os zaragateiros e não para garantir a ordem pública num acto oficial. Dispenso-os", afirmou.

No final do discurso de Jardim, alguns populares insurgiram-se contra a atitude do PND e houve empurrões, tentativas de destruir a câmara que elementos da Nova Democracia usaram para filmar o acto e até jogaram cerveja contra o rosto dos apoiantes daquele partido.

Ao local, chegou depois uma viatura da brigada de intervenção da PSP, que tentou proteger os elementos do PND.

Com colunas de som, o PND continuou, através do ex-deputado José Manuel Coelho, que exibiu a bandeira nazi no parlamento, a criticar do cimo do túnel as inaugurações eleitoralistas de Jardim.

A nova ligação inclui um túnel com 670 metros.

Tags: Portugal, Madeira

Semanário Sol


Madeira
Incidentes entre populares e PND em inauguração de Alberto João Jardim
A inauguração pelo presidente do Governo Regional da Madeira da nova ligação ao porto do Funchal ficou hoje marcada por incidentes entre a população e militantes do PND, que criticavam as «inaugurações eleitoralistas de Jardim»

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Elementos do PND percorreram, juntamente com a comitiva do presidente do executivo madeirense e os populares, o percurso de mais de 1.400 metros que faz a ligação ao porto da capital madeirense, até ao local onde Jardim proferiu o discurso oficial de inauguração.

O Partido da Nova Democracia decidiu utilizar então uma faixa com dizeres contra as «inaugurações eleitoralistas» de Jardim e colocou a interrogação: «Quem é que defendia a ditadura no Voz da Madeira?», um jornal que se publicava na Região, antes do 25 de Abril.

Alberto João Jardim criticou os seus próprios seguranças e dispensou a sua presença, alegando que, num acto oficial, não estavam a garantir a ordem pública.

«Os senhores estão a assistir a uma palhaçada. A polícia está aqui para defender os zaragateiros e não para garantir a ordem pública num acto oficial. Dispenso-os», afirmou.

No final do discurso de Jardim, alguns populares insurgiram-se contra a atitude do PND e houve empurrões, tentativas de destruir a câmara que elementos da Nova Democracia usaram para filmar o acto e até jogaram cerveja contra o rosto dos apoiantes daquele partido.

Ao local, chegou depois uma viatura da brigada de intervenção da PSP, que tentou proteger os elementos do PND.

Com colunas de som, o PND continuou, através do ex-deputado José Manuel Coelho, que exibiu a bandeira nazi no parlamento, a criticar do cimo do túnel as inaugurações eleitoralistas de Jardim.

A nova ligação inclui um túnel com 670 metros.

Lusa / SOL